Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    781938
    TITLE
    Tarsila
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Other – Other
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
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    Andrade, Mário de. “Tarsila.” Artist’s handwritten [n.d, s.l.:s.n., s.d.].

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    TOPIC DESCRIPTORS
    NAME DESCRIPTORS
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Synopsis

The Brazilian art critic Mário de Andrade reviews São Paulo and Morro da Favela [Shanty Town Hill], two of the paintings that were presented at the first solo exhibition of work by Tarsila do Amaral (in São Paulo, 1929). In de Andrade’s opinion, the artist is one of “the strangest examples of racial expression: Brazilian in her form and Latina in her color.” The review focuses on the artist’s portrayals of the city of São Paulo—with its motor cars, chimneys, and skyscrapers—from the period that came after her experiments with Cubism. In these later works her forms are softer, gentler (like the song of the güirapong bird), although they still exhibit a “primitive hardness.” Mário sees a “return to nature” in Tarsila’s work that is still reminiscent of Cubism, like the synthetic constructive nature of Cubist painting: “The painter has here achieved an expression of the full virility of the “new man.” In de Andrade’s opinion, the bright colors and robust volumes of Tarsila’s paintings constitute a “nationalism” that he discusses along with the other descriptions he lists: voluptuous, sensual, rippling with strength, passionate, etc. 

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Mário de Andrade destaca como objeto de análise as pinturas "São Paulo" e "Morro da Favela", apresentadas na primeira individual de Tarsila do Amaral em São Paulo, em 1929. Na opinião do autor, a artista é um dos exemplos "mais curiosos de caracterização racial: brasileira na forma e latina na cor". O texto privilegia as representações da cidade de São Paulo, com seus automóveis, chaminés e arranha-céus, do período posterior às experimentações cubistas da pintora. As formas, agora, são moles (de araponga) e, ao mesmo tempo, dotadas de uma "dureza primitiva".
Mário de Andrade identifica na obra de Tarsila do Amaral uma "volta à natureza" que sucede experiências com o cubismo, com a síntese construtiva da pintura cubista. "A pintora alcançou agora toda a virilidade do "homem novo". O "nacionalismo" de Tarsila viria de um colorido alegre e dos volumes robustos, que também explicam os demais adjetivos usados pelo autor: voluptosa, sensualista, cheia de força, ardente etc.

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Annotations

This manuscript was subsequently published in the book Correspondência Mário de Andrade & Tarsila do Amaral [Correspondence Between Mário de Andrade & Tarsila do Amaral] (São Paulo: Instituto de Estudos Brasileiros?USP, 1999). The critic and the artist were close friends for thirty years. This collection of their correspondence sheds light on important questions that concerned Brazilian artists from the 1920s through the 1940s.

Leia este comentário crítico em português
Annotations

Manuscrito posteriormente publicado no livro "Correspondência Mário de Andrade & Tarsila do Amaral".

 

b- Busca, construção e expressão de aspectos locais

b- Modernismo brasileiro e vanguarda européia

b- Primitivismo modernista

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Researcher
José Augusto Ribeiro
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Courtesy of the family of Mário de Andrade, São Paulo, Brasil
Location
Arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros - USP