Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    734209
    TITLE
    The new Mexican architecture : a house of Carlos Obregón = La nueva arquitectura mexicana : una casa de Carlos Obregón / Diego Rivera
    IN
    Mexican Folkways (México, D. F., México). -- Vol. II, no. 6 (Oct.-Nov. 1926)
    DESCRIPTION
    p. 19-29 : ill.
    LANGUAGES
    English; Spanish
    TYPE AND GENRE
    Journal article – Essays
    BIBLIOGRAPHIC CITATION

    Rivera, Diego . "The new Mexican architecture: a house of Carlos Obregón = La nueva arquitectura mexicana: una casa de Carlos Obregón." Mexican Folkways (Mexico City) 2, no. 6 (1926): 19-29.

    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Synopsis

In this review of Mexican architecture, the painter Diego Rivera criticizes the aesthetic taste that gave rise to the abominable architecture of the Porfiriato (the Porfirio Díaz regime, before 1910) and to most of the architectural work of the post-revolutionary period. Rivera berates both, repudiating their emphasis on the mundane, on the “charro (horseman),” and on the neo-colonial. He hates the nineteenth century, especially the end-of-century buildings such as the National Theater, the Post Office, and what is today the Palace of Communications, all of which are in Mexico City. The painter claims that the first important contribution to Mexican architecture was made on the day when the Spanish aesthetic entered the mind of the indigenous laborer, creating a mestizo architecture that could be expressed in a secular or religious style but was beyond the control of metropolitan authorities. The revolution of 1910 is regarded as the first step toward a new architecture, so much so that Rivera held up Carlos Obregón’s work as a model of the architecture that should be used to build a new Mexico. He describes the common area that the architect created with cheap and hygienic materials, where there is no waste, and tubes and measuring devices are used as a form of decoration.  

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Synopsis

Neste estudo sobre arquitetura mexicana, o pintor Diego Rivera desvaloriza aquele gosto estético que ergueu uma arquitetura abominável durante o Porfiriato (prévio a 1910), e a maior parte da arquitetura feita ao longo do período pós-revolucionário. Em relação às duas, Rivera repudia com insistência o que é mundano, o "chamativo" e o neo-colonial. Ele despreza o século XIX, em especial aquelas construções como o Teatro Nacional, o prédio de Correios e o que naquele momento era o Paço das Comunicações, todas elas na Cidade do México. Segundo o pintor, a primeira contribuição importante à arquitetura mexicana dá-se, precisamente, no momento em que a estética espanhola é inserida no gênio da mão operária nativa. É produto dessa simbiose  uma arquitetura miscigenada, civil e religiosa, embora afastada do controle da metrópole. No artigo, coloca a Revolução Mexicana como ponto de partida para uma nova arquitetura; de  tal modo, que  postula o trabalho do arquiteto Carlos Obregón enquanto modelo do que poderia ser uma nova arquitetura no México. Rivera faz a descrição do conjunto popular construído pelo arquiteto com materiais baratos e higiênicos, fazendo ver que nele todo gasto inútil é poupado, além de empregar tubos e aparelhos de medição como decoração.

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Annotations

Diego Rivera’s analysis can easily be extrapolated to the field of plastic arts, and lays the groundwork for the mestizo process, which would be an essential element in the establishment of the new post-revolutionary order. The article is illustrated with a view of the architect Obregón’s home, showing the front of the building and an interior view with the cupola of San Miguel. Rivera takes advantage of the situation to insert some of his murals into the Ministry of Public Education.    

Leia este comentário crítico em português
Annotations

É fácil de se extrapolar ao campo das artes plásticas esta análise de Diego Rivera. Nela, o pintor estabelece as pautas sobre o processo de mestiçagem, fundamental, segundo ele, para a consolidação de uma nova ordem no México pós-revolucionário. O artigo é ilustrado com o conjunto habitacional do arquiteto Obregón, destacando-se, nele, a fachada e a vista interna com a cúpula de San Miguel. Inclusive, Rivera aproveita para inserir alguns de seus murais no prédio do Ministério da Educação Pública.

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Researcher
Esther Acevedo : Dirección de Estudios Históricos, INAH / CURARE A. C.
Team
CURARE, Espacio crítico para las artes, Mexico City, Mexico
Credit
D.R. © 2011 Banco de México, “Fiduciario” en el Fideicomiso relativo a los Museos Diego Rivera y Frida Kahlo. Av. Cinco de Mayo No. 2, Col. Centro, Del. Cuauhtémoc 06059, México, D.F.
Location
Instituto de Investigaciones Bibliográficas : Biblioteca Nacional/Hemeroteca Nacional