Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

www.mfah.org Home

IcaadocsArchive

Document first page thumbnail
Editorial Categories [?]
Synopsis

Brazil-based art critic and curator Sheila Leirner wrote this text for the catalogue to the show 3x4 Grandes formatos held at the Centro Empresarial Rio in 1983. The author discusses the scale of the works exhibited as well as the resurgence of painting in the eighties.

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Texto da crítica de arte e curadora Sheila Leirner para o catálogo da exposição "3 x 4 - Grandes Formatos", realizada no Centro Empresarial Rio em 1983. A autora elabora discussão em torno da escala das obras e comenta a seguir questões apresentadas no surgimento da nova pintura dos anos 1980.

Revert to English synopsis
Annotations

French-Brazilian journalist and art critic Sheila Leirner formed part of the Conselho de Arte e Cultura da Bienal from 1982 to 1983. She was the curator of the XVIII São Paulo Biennial held in 1985 and of the XIX Biennial held in 1987. After studying the sociology of art in France, she worked as an art critic for the newspaper O Estado de S. Paulo in 1975. A compilation of her essays was published under the title Arte e seu tempo (São Paulo: Editôra Perspectiva, 1991). Since 1991, she has lived in Paris where her work involves art administration. She was the Latin American representative to the Galerie nationale du Jeu de Paume from 1993 to 1999 and a member of the French chapter of the International Association of Art Critics (AICA). She has contributed to countless magazines and supplements in France and Brazil, among them Beaux-Arts Magazine, Europe Magazine Littéraire, Revista da USP, and Cadernos de Literatura Brasileira. She sits on the UNESCO-ASCHBERG Bursaries for Artists.

Despite the range of artists included in the show 3x4 Grandes formatos, its discourse established the parameters for Como vai você, Geração 80!, an exhibition that would become a watershed for artists of that generation in Rio de Janeiro and for what is called “the return to painting.”

Like the European “retour à l’ordre” which attempted to put an end to the historical avant-gardes via painting, the conservative—if not outright reactionary—“return to painting” that took place in art in the eighties sought to quench the flames of Conceptualism, video art, and Mail art prevalent in prior decades. A number of essays have been written on the Brazilian version of this phenomenon.

In his essay entitled “Gosto deste cheiro de pintura” [doc. no. 1110992] on the show 3x4 Grandes formatos, Frederico Morais argues that, despite prejudice against the painting medium, the return to painting in the eighties was in fact “anti-authoritarian” insofar as it openly opposed the hermetic intellectualism of prior artistic tendencies. In “Leonilson: a Geração 80 ficou para trás” [doc. no. 1110961], Morais discusses the specific case of artist José Leonilson Bezerra Dias whose figurative work is connected to the transavantgarde, as argued by the critic.

 

Ricardo Basbaum advocates the application of a more rigorous theory to the pictorial work of the eighties in his paradigmatic text “Pintura dos anos 80: algumas observações críticas” [doc. no. 1110972]. According to critic and curator Agnaldo Farias, in the essay “O bestiário de Caetano de Almeira” [doc. no. 1111259], the Geração 80 is an alternative movement despite the stigmas attached to it at the time.

Lastly, Roberto Pontual, author of the book Explode Geração! (Rio de Janeiro: Avenir, 1984), issued a statement on his generation from a literary perspective in “Semana nacional de poesia de vanguarda: comunicado e conclusões” [doc. no. 1110501].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

Crítica de arte e curadora, Sheila Leirner, além de atuar como jornalista, foi curadora das edições de 1985 e 1987 da Bienal da São Paulo., dentre outras exposições. Atualmente vive em Paris. A exposição "3x4 - Grandes Formatos", apesar da diversidade dos participantes, apresentava um discurso que deu os precedentes para a mostra "Como vai você, Geração 80", que seria o grande marco do "retorno à pintura" no Rio de Janeiro e da Geração 80.

 

Ver também:

Wilson Coutinho. Festa e democracia no Parque Lage. (In: COUTINHO, Wilson ; PUCU, Izabela (org.). Imediações: a crítica de Wilson Coutinho. Rio de Janeiro: Funarte, 2008: 250-253).
Jorge Guinle Filho. Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal. Geração 80 ou como matei uma aula de arte num shopping center. Revista Módulo, edição especial catálogo da exposição Como vai você, Geração 80?, julho 1984.
Roberto Pontual. Explode Geração. Rio de Janeiro: Avenir, 1984.
Marcus de Lontra Costa. A festa acabou? A festa continua? Módulo 98, maio / junho 1988: 30-39.
Milton Machado. Dance a noite inteira, mas dance direito, 1992
Ricardo Basbaum. Pintura dos anos 80: algumas observações críticas, 1988.

 

c- Geração 80. Mostras. Artistas. Novo universo de valor: volta a pintura, uso da imagem (banal, precário, remanescente); lúdico, citação e paródia

Revert to English annotations
Researcher
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Reproduzido com o consetimento de Sheila Leirner, Paris, France
Location
Escola de Artes Visuais do Parque Lage