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  • ICAA Record ID
    1111238
    TITLE
    O livro como forma de arte (I)
    IMPRINT
    São Paulo, Brasil : [s.n.], abr. 1982
    DESCRIPTION
    16p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Journal article – Essays
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    PLAZA, Júlio. O livro como forma de arte (I). Arte em São Paulo, São Paulo, n.6, p.[17-32], abr. 1982.
    TOPIC DESCRIPTORS
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Editorial Categories [?]
Synopsis

This text is part one of the essay by Julio Plaza on artists’ books. In it, he discusses the concept of the “book” as physical, informational, and linguistic object. In his view, form and content converge in the “artist’s book,” where they are projected as object of “design” with analytic-discursive character and as synthesis of artistic languages. Plaza asserts that artists’ books are the result of a confrontation between the industrial system of production and the need for a creative means to communicate artwork. That is why a semiotic vision of artists’ books is required. Plaza argues that book-spaces are put together in three distinct ways: syntactical, semantic, and bricolagem (DIY, do-it-yourself). During the twentieth century, Plaza states, artists’ books have made use of different typologies: the illustrated book, the poem-book, the book-object, the book-document, the conceptual book, the multimedia book, and what he calls the “anti-book.”

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Primeira parte do ensaio de Júlio Plaza sobre o livro de artista. Discute a conceituação do livro enquanto objeto físico, informacional e lingüístico. A idéia de livro de artista, para o autor, reúne forma e conteúdo projetados de modo ativo como objeto de design, com caráter analítico-discursivo e como síntese de linguagens artísticas. Afirma que este surge no embate com o sistema de produção industrial e a necessidade de divulgação da obra artística, e necessita visão semiótica. Distingue três tipos de montagem de espaços do livro: sintática, semântica e bricolagem. Comenta as diversas tipologias dos livros de artistas desde o século XIX: o livro ilustrado, o poema-livro, o livro-objeto; o livro conceitual; o livro documento; o livro intermídia e o antilivro. Inicia descrição e análise de cada tipologia.

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Annotations

This essay, which was published in two parts [for the other part, see in the ICAA digital archive (doc. no. 1111239)], is fundamental to establishing the conceptual contours of the “artist’s book”—culmination of an artistic process that began in Brazil in the sixties. The premise of the journal Arte em São Paulo was to provide art with an autonomous venue while also meddling in the art circuit. The publication’s first editor was artist Luiz Paulo Baravelli, a post later held by journalist Lisette Lagnado. Thirty-seven issues were published before 1987.

Multimedia artist, professor, and theorist Julio Plaza (1938–2003) was an important figure in Brazilian conceptual and digital art; he is also known for his work in the graphic design of a number of concrete poems. Along with poet Augusto de Campos, he produced book/objects like Poemóbiles (1974) and the Caixa Preta (1975). He taught in the Departamento de Multiméios do Instituto de Artes da UNIcamp (in Campinas) and in the Departamento de Artes Plásticas of the Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). He organized Arte pelo Telefone: Videotexto (São Paulo: Museu da Imagem e do Som, 1982), a groundbreaking exhibition in video text in Brazil. He directed the special room for new media at the 17th São Paulo Biennial in 1983, the moment when digital art was emerging in the country. Plaza wrote his doctoral thesis—later published in book form—on inter-semiotic translation by which literary texts are transplanted in visual and sound codes.

Professor Walter Zanini—director of the Museu de Arte Contemporânea (USP) from 1963 to 1978—wrote two texts on Plaza’s work, the first on the show Poéticas Visuais [see in the archive “As novas possibilidades = The new possibilities” (doc. no 1110585), and the second, “Primeiros tempos da arte/tecnologia no Brasil” (doc. no. 1111029), pertinent to the text addressed here.

For further reading, see also in the archive the following texts by Julio Plaza: “77: quase-apresentação” (doc. no. 1110719), “Arte e interatividade: autor-obra-recepção” (doc. no. 1111093), “Arte e videotexto” (doc. no. 1111090), “Busca da dimensão mais firme para a realidade” (doc. no. 1110750), “Câmara obscura” (doc. no. 1110718), “Imagemega” (doc. no. 1111133), “Info foto: grafias” (doc. no. 1111091), “Mail-art: arte em sincronia = Mail-art: art in synchrony” (doc. no. 1110592), “Manifiesto pro integración” (doc. no. 1110751), “Nem oito, nem oitenta: oi, tô aí” (doc. no. 1111270), “Poéticas visuais = Visual poems” (doc. no. 1110587), and “Transcriar” (doc. no. 1111237)].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

Júlio Plaza é um dos principais articuladores dos processos multimídia na arte brasileira, atuando como artista e teórico de tais práticas. Este texto , publicado em duas partes, é fundamental na conceituação do chamado "livro de artista", consolidando um processo artístico iniciado na década de 1960 no Brasil. A revista Arte em São Paulo partiu do princípio de criar uma possibilidade de manifestação independente que interferisse no circuito de arte. Inicialmente tendo como editor o artista Luiz Paulo Baravelli, a função será exercida mais tarde pela jornalista Lisette Lagnado. A revista terá 37 edições e será veiculada até 1987.

 

Ver também:

PLAZA, Júlio. O livro como forma de arte (II). Arte em São Paulo, São Paulo, n. 7, maio 1982. [2-11]

 

l- Formação de nova rede institucional e suas estratégias

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Researcher
Equipe Brasil: Marco Andrade
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Location
Biblioteca do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo