Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1111234
    TITLE
    Vídeo-arte: revolução cultural ou um título a mais no currículo dos artistas?
    NOTES

    Também publicado em:

    O Globo, Rio de Janeiro, 29 jan. 1986.

    DESCRIPTION
    3p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Crítica de arte
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    MORAIS, Frederico. Vídeo-arte: revolução cultural ou um título a mais no currículo dos artistas?. In: PECCININI, Daisy. Arte: novos meios / multimeios. São Paulo: Fundação Armando Álvares Penteado, 1985. p.73-75.
Synopsis

In this text, prestigious art critic Frederico Morais openly questions “video art.” He argues that it is not, in fact, a product of the art/technology pair, but rather of the idea of making culture portable thanks to low costs and ease of production. Morais points out the ties between video art and both Super 8 film and audiovisual production. He identifies the need for an immediate link between the emitting agent and the receiver, particularly in the context of the artistic transformations in the postmodern—or, even, “post-object”—period. He recounts research carried out by minimalism, “poor art,” environmental art, conceptualism, and work in which the body acts as support. Because works in those media have no originals, their revalidation depends on documentation (photographs, recordings, texts, films). Morais suggests that such works are produced in relation to their milieu and to language—that is where their origin lies. He mentions authors of video art—though he bemoans the quality of much of their work—and remarks on the negative reaction on the part of the art audience. After a historical and international overview of video art, he takes pains to explain how it differs from video performance.

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Frederico Morais põe em questão a produção de vídeoarte. Conta que a manifestação não surgiu a partir do binômio arte-tecnologia, mas da idéia de tornar a cultura portátil, pela miniaturização, pelo baixo custo e fácil manuseio. Relaciona a vídeoarte ao filme super 8 e ao áudiovisual. Lembra a necessidade da relação imediata entre emissor e receptor, no contexto das transformações artísticas do período pós-moderno ou pós-objeto, relatando pesquisas da arte mínima, arte pobre, arte ecológica, arte conceitual e uso do corpo como suporte. A revalidação de tais obras, na ausência do original, seria feita através de documentos : pela apresentação fotográfica, gravação, textos, filmes. Pensa que os trabalhos passaram a ser realizados em função de seu meio e sua linguagem, e disso surgiu a vídeo-arte. Cita autores que reconhecem sua importância, mas criticam seus resultados, e a reação negativa do público de arte. Traz breve histórico da vídeo-arte na Europa, Estados Unidos e Brasil, e de sua inserção na programação das mostras dos museus. Faz distinção entre vídeo-arte e vídeo-performance.

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Annotations

In this critical text on international video art, Frederico Morais barely mentions the works formulated by Brazilian artists starting in 1974. In a vision overtly geared to postmodernism, Morais connects video to conceptual art and to the documentary register of performances and events. In a stance Morais himself defined as “nova crítica,” he followed audiovisual production closely throughout the seventies. 

Frederico [de] Morais (b. 1936) is a major figure in Brazilian art criticism. He wrote art criticism for the Rio de Janeiro-based newspapers Diário de Notícias and O Globo for years. He was one of the most active “committed” critics of the sixties and seventies, supporting different avant-garde movements while working as a curator.

[For further reading, see the following texts, also by Frederico Morais, in the ICAA digital archive: “Abraham Palatnik: um pioneiro da arte tecnológica” (doc. no. 1110793) and “Áudio-visuais” (doc. no. 1110792)].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

Texto crítico sobre a produção da vídeo arte internacional, que apenas menciona a produção brasileira iniciada em 1974 por um grupo de artistas do Rio de Janeiro. A visão do autor, orientada para a pós-modernidade, relaciona o vídeo às experimentações da arte conceitual e ao registro documental de performances e eventos. Frederico Morais, após iniciar atividade crítica ligado à área do cinema, passa a assinar matérias culturais para vários jornais de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, adotando a defesa de uma vanguarda experimental. Em 1967 muda para o Rio de Janeiro, onde desenvolverá intensa e importante atividade crítica. Interessou-se na década de 1970 pelos áudio-visuais, chegando a produzir trabalhos que denominou de nova crítica

 

Ver também:

MORAIS, Frederico. (Áudio - visuais). In: Áudio-visuais. São Paulo: Museu de Arte Moderna, 1973.

 

k- Arte acontecimento

l- Experimentação com meios técnicos de produção de imagens audio visuais. Foto. Filme. Videoarte. Videoinstalação. Multimeios

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Researcher
Equipe Brasil: Marco Andrade
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Courtesy of Frederico G. de Morais, Rio de Janeiro, Brazil
Location
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP