Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1111111
    TITLE
    Hipermídia : o labirinto como metáfora / Arlindo Machado
    IN
    A arte no século XXI: a humanização das tecnologias. -- São Paulo: Editora Unesp Fundação, 1997.
    DESCRIPTION
    p. 144-154
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Essays
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    Machado, Arlindo. "Hipermídia : o labirinto como metáfora." In A arte no século XXI : a humanização das tecnologias, 144-154. São Paulo : Unesp, 1997.
Editorial Categories [?]
Synopsis

In this essay, Arlindo Machado analyses the idea of technological “interactivity.” Quoting the art critic Raymond Williams, Machado states that it cannot be understood as a simple reaction, as a choice of options. He claims that it also implies creative, autonomous, and/or unforeseen responses. “Interactivity” is not a byproduct of computer science, but rather contributes technical support to the problem; random access memories retrieve stored data. Potentially, it is a combinatorial art expressed via defined permutation laws. The work only exists when it is being read/enjoyed, and changes according to the reader. “Hypermedia,” therefore, relies on the computer’s non-linear structure and makes it possible to create “three-dimensional” works that are manipulated interactively. The decentralized and intricate aspects involved lead the author to see them metaphorically as “labyrinths.”


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Synopsis

Arlindo Machado analisa a interatividade dos meios tecnológicos e observa, citando Raymond Williams, que ela não pode ser confundida com mera resposta reativa (escolha entre opções previamente definidas). A interatividade implicaria em respostas autônomas, criativas e não previstas. No limite, significaria a substituição dos pólos emissor-receptor pela idéia de agentes intercomunicadores. A discussão da interatividade, frisa Machado, não foi colocada pela informática mas esta estaria oferecendo um aporte técnico ao problema. As memórias de acesso aleatório e armazenamento não lineares do computador possibilitariam uma recuperação interativa dos dados armazenados. Essa característica traria aos artistas a possibilidade de fazer uma arte combinatória e potencial, com seus elementos e leis de permutação definidas por algoritmo combinatório. A obra se realizaria apenas no ato da leitura/fruição e em cada uma das vezes assumiria forma diferente, conforme seu leitor. A hipermídia aproveita a arquitetura não linear das memórias do computador para viabilizar obras "tridimensionais", dotadas de uma estrutura dinâmica que as torna manipuláveis interativamente. Sua metáfora seria a do labirinto por este ter estrutura intrincada e descentrada. Mesma forma do chip, que seria o ícone por excelência da complexidade em nosso tempo. O autor trata ainda das características do labirinto e cita várias obras de arte que utilizam estrutura labiríntica e/ou hipermidiática.

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Annotations

Arlindo Machado’s book, A ilusão especular[AB1] , was the thesis he wrote for the master’s degree in Communication and Semiotics he earned at the Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Published in 1984, it was hugely influential in photography and visual art circles. At the time, the author contributed a column to the newspaper Folha de S. Paulo, where he wrote about photography, film, and mass communication, becoming one of the leading theorists on photography in Brazil, along  with Stefania Brill who wrote for the magazine Íris. The following year Vilém Flusser published Filosofia da Caixa Preta[AB2] , which was reviewed by Machado and Brill. Also in 1985, Machado and Julio Plaza co-curated the exhibition “Arte e tecnologia” at the Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo under the auspices of the dynamic Walter Zanini, the museum’s director. The event made Machado one of the most respected theorists on the subject in Brazil.

 

[As complementary reading see the ICAA digital archive for the following texts on art and technology by Walter Zanini: “Primeiros tempos da arte / tecnologia no Brasil” (doc. no. 1111029), and “Vídeo-arte: uma poética aberta” (doc. no. 1110892); and by Julio Plaza, “Arte e interatividade: autor-obra-recepção” (doc. no. 1111093). Arlindo Machado also wrote extensively on this subject in texts such as “As formas migrantes de Diana Domingues” (doc. no. 1111229), “A experiência do vídeo no Brasil” (doc. no. 1111112), “O mito da alta definição” (doc. no. 1111113), and “Perspectivas do vídeo no Brasil” (doc. no. 1111114)].




 

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Annotations

Arlindo Machado é um dos principais teóricos e historiadores da arte tecnológica ou eletrônica em atividade no Brasil. Professor do Depto. de Cinema, Rádio e Televisão da ECA-USP, tem extensa produção científica e vários livros sobre o tema. Exerce também atividades de curadoria, tendo organizado mostras como "A Arte do Vídeo no Brasil" (MAM-RJ, 1997) e "Brazilian Video" (Washington, EUA).

 

l- Arte e tecnologia digital. Poéticas digitais

l- Cinema

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Researcher
Equipe Brasil: Angelica de Moraes
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Location
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP