Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1111049
    AUTHOR
    Castro, Amílcar de
    TITLE
    O futuro é construtivo
    DESCRIPTION
    2p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Testimonials
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    CASTRO, Amílcar de. O futuro é construtivo. In: GULLAR, Ferreira (coord.). Arte brasileira hoje. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1973. p.161-162.
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Editorial Categories [?]
Synopsis

 

In the early 1970s, when Amílcar de Castro was in New York for the group shows where he was exhibiting, he was surprised by the number of galleries in the city. His enthusiasm is reflected in his assessment of the commercial success of art that closely parallels the general market, and offers a wide range of alternatives. Amílcar de Castro sees the commercialization of art as the “honest” result of the incentives and its ability to provoke and compete, none of which suits biennials. The Brazilian sculptor speaks in negative terms about the political situation in his country under a military dictatorship. He suggests that when art becomes involved in daily life, it generates a sort of pessimistic view of existence. He nonetheless believes a battle lies ahead because art has never been as important as having become “one of mankind’s constructive interests.” Whomever thinks that art is finished, not only hesitates, but is in full flight.    

 

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Amílcar de Castro encontra-se no início dos anos 1970 em Nova York, onde participa de exposições coletivas, e se declara surpreso com a quantidade de galerias na cidade. O tom entusiasta do depoimento se reflete na análise sobre as proporções do comércio de arte que, segundo ele, se aproxima das dimensões do comércio comum. Neste contexto, é também possível encontrar larga diversidade no que se oferece como arte. O incentivo, a provocação e a competição provindas deste cenário ganha elogios do artista que considera a comercialização honesta, em contraste com as bienais, que são desonestas, segundo ele. Amilcar também avalia que a situação política é ruim e como a arte vincula-se à vida, conclui que há um pessimismo para se viver. No entanto, prevê que há uma batalha a ser travada e a arte nunca foi tão importante como "interesse construtivo do homem". Não se deve titubear, pensando que a arte acabou, porque isso seria fuga.

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Annotations

In 1968, the Brazilian sculptor Amílcar de Castro (1920–2002) traveled to the United States on a Guggenheim Memorial Foundation scholarship he was awarded the previous year at the Salão Nacional de Arte Moderna. He remained in New York until 1971. During that time he had a solo exhibition of his sculpture at the Kornblee Gallery (1969), after which he took part in several group events with other Latin American artists living in the Big Apple.

 

[To read more about the sculptor, see the following articles in the ICAA digital archive: by Hélio Oiticica “Amílcar de Castro” (doc. no. 1091536); by Ferreira Gulllar “Esculturas de Amílcar de Castro” (doc. no. 1091573); and by Ronaldo Brito (untitled) [“O trabalho de Amílcar de Castro reúne (…)”] (doc. no. 1111306)].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

O escultor Amilcar de Castro viaja para os Estados Unidos em 1968, com bolsa da Guggenheim Memorial Foundation, obtida no Salão Nacional de Arte Moderna, no ano anterior, e permanece em Nova York até 1971. Neste período, Amilcar realiza exposição individual na galeria Kornblee, em 1969, e, nos anos subsequentes, participa de coletivas com artistas latino-americanos na cidade.

 

j- Expatriados voluntários

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Researcher
Equipe Brasil: Daria Jaremtchuk
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Location
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo