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Synopsis

In his review of Oswaldo Goeldi’s exhibition at the Salão do Instituto de Arquitetos do Brasil in Rio de Janeiro, Campofiorito asserts that Goeldi is a unique artist insofar as his work is extremely accessible to critics, yet [at the same time], it is not superficial. Campofiorito praises the originality of Goeldi’s prints and affirms the distinction of his work in that medium. 

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Crítica de Quirino Campofiorito sobre a exposição de Oswaldo Goeldi no Salão do Instituto de Arquitetos do Brasil (Rio de Janeiro). Goeldi, na opinião do crítico, é um artista único, pois sua obra, apesar de "se oferecer às maiores facilidades à crítica", não significa que seja superficial. Além de ser um artista maior pela sua riqueza plástica, Campofiorito ainda o louva por restituir uma dignidade e originalidade à gravura.

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Painter, critic, professor, and art historian Quirino Campofiorito (1902–93) presided over what was called the Núcleo Bernardelli. One of the founders of the Associação de Artistas Brasileiros (AAB), he was active in countless organizations and events in the Brazilian art scene. The journal Belas Artes, which was created at Campofiorito’s initiative, would become the official publication of the AAB from 1935 to 1940, as well as one of the main forums in the mid-thirties for debate and art criticism in Rio de Janeiro. The Salão de Maio, geared to promoting modern art in Rio de Janeiro, the capital of Brazil at the time, was another major initiative of the AAB in the thirties.

 

The preface to the book Núcleo Bernardelli - Arte brasileira nos anos 30 e 40 by art critic Frederico Morais, includes an important 1982 testimonial about “O Núcleo Bernardelli” by Quirino Campofiorito. Campofiorito was one of the group founders, and was also one of the only members still alive when Morais was writing the book [see doc. no. 1110419].

 

Other critical texts by Campofiorito include “Escultura moderna no Brasil” [doc. no. 1111370], “Exposições no Rio” [doc. no. 1111003], “Um grande xilógrafo” [doc. no. 1111010], “A pintura franceza no Museu Nacional” [doc. no. 1091438], “Realismo socialista na Bienal” [doc. no. 1111109], and “Sob julgamento a pintura abstracionista” [doc. no. 1085881].

 

In a critically precise text, Mário de Andrade (1893–1945) places the production of draftsman, illustrator, and printmaker Oswaldo Goeldi (1895–1961) in the tradition of German woodcuts [doc. no. 782969]. In 1923, Goeldi was first introduced to that technique by Ricardo Bampi. Poet Manuel Bandeira (1886–1968) wrote the introduction to the portfolio Dez gravuras em madeira de Oswaldo Goeldi.

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Annotations

Quirino Campofiorito (1902-1933), pintor, crítico e historiador de arte, professor, presidiu o Núcleo Bernardelli, foi um dos fundadores da Associação de Artistas Brasileiros, dentre outras inúmeras colaborações para o meio de arte brasileiro. Oswaldo Goeldi, gravador, ilustrador e professor, é um dos maiores artistas modernos brasileiros, com suas obras marcadamente expressionistas.

 

i- A moderna gravura brasileira (ação individual e círculo de gravadores)

n- Consistência da gravura

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Researcher
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Reproduzido com o consentimiento de Italo Campofiorito, RJ
Location
Fundação Biblioteca Nacional