Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

www.mfah.org Home

IcaadocsArchive

Document first page thumbnail
Synopsis

The writer and poet Manuel Bandeira dispenses his opinions relating to the controversy stoked by attempts made by the Escola Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro) to reform the teachings, artistic trends, and guidelines related to its exhibitions. This crisis was triggered by the progressive administration of the architect and urbanist Lucio Costa. Initially, Bandeira praises the values associated with the academic project itself, an association and representation of modernist artistic values, and then he makes an extensive chronicled account about what occurs behind the scenes of said institution.   

Leia esta sinopse em português
Synopsis

O escritor e poeta Manuel Bandeira faz considerações acerca da polêmica tentativa de reforma do ensino e da orientação artística nas exposições da Escola Nacional de Belas Artes, desencadeada pela gestão do arquiteto Lucio Costa. Na primeira parte do artigo, Bandeira exalta os valores de modernidade associados ao projeto de Costa. Nas duas partes restantes ele faz uma crônica dos bastidores da vida acadêmica da instituição.

Revert to English synopsis
Annotations

Without a doubt, Manuel Bandeira (1886-1968) is one of the main modern writers and poets of Brazil. Two of his poems, Evocação de Recife and Vou-me embora pra Passárgada, are among the most popularly known and referenced. Toward the end of the 1920s and early 1930s, he was known as a staunch defender of the “modernist” cause against a highly-politicized core group averse to any sort of artistic experimentation. With that in mind, in 1931 Bandeira supported the innovative academic management of architect Lucio Costa at the Escola Nacional de Belas Artes, and consequently to the radical changes that implied the drastic reform in the teaching of art in the country.

 

The so-called Salão de 31 exhibition (38th Exposição de Belas Artes), carried out and organized by the Escola Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, 1931) during the administration of Lucio Costa, marked an unquestionable transformation in Brazilian art, in its attempt to link modern art to the teaching of art and its dissemination within these conservative institutions.

 

[For further reading, please refer to the ICAA digital archive and the following texts by the author: “Belas Artes” (doc. no. 1075449); “O Brasil que insiste em pintar” (doc. no. 1075573); “Um grande artista pernambucano: Manoel Bandeira, o desenhista” (doc. no. 1110818); “Retratos de meus pintores” (doc. no. 1111005); “O salão dos tenentes” (doc. no. 1075614); and “Tarsila antropófaga” (doc. no. 781956)].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

Manuel Bandeira é um dos principais escritores e poetas modernos brasileiros. Durante o final da década de 20 e início dos anos 30, será um dos principais defensores da causa moderna no país, como atesta seu apoio à gestão do arquiteto Lucio Costa como diretor da Escola Nacional de Belas Artes, em 1931. O Salão de 31 (38a. Exposição de Belas Artes), ocorrido na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1931, durante a gestão de Lucio Costa, marcou uma transformação na arte brasileira ao tentar inserir a arte moderna no âmbito das instituições formais de ensino e circulação da arte.

 

Ver também:

Manuel Bandeira. O Brasil que insiste em pintar.
Dois artistas modernistas na Escola de Belas Artes.
Lucio Costa. Uma escola viva de belas artes.
Manuel Bandeira. Belas Artes.
Cândido Portinari. Salão Lucio Costa.
Peregrino Junior. Salão no. 38.
Henrique Pongetti. Um salão revolucionário.

 

b- Acadêmicos e modernos

Revert to English annotations
Researcher
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Location
Acervo Pessoal Guilherme Bueno