Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1110793
    TITLE
    Abraham Palatnik: um pioneiro da arte tecnológica / Federico Morais
    IN
    Cadernos da Pós-graduação (Campinas, SP, Brasil). --- Vol. 4, no. 1 (2000)
    DESCRIPTION
    p. 9- 22 : ill.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Journal article – Chronology
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    Morais, Frederico. "Abraham Palatnik: um pioneiro da arte tecnológica." Cadernos da Pós-graduação (Campinas, SP, Brazil), v.4, no.1 (2000): 9- 22.
    TOPIC DESCRIPTORS
    NAME DESCRIPTORS
Editorial Categories [?]
Synopsis

The art critic and historian Frederico Morais discusses the Brazilian artist Abraham Palatnik’s career, describing him as a pioneer—even at an international level—in the creative blending of art and technology that he used to create his kinetic projects. Palatnik exhibited his first “aparelho cinecromático” at the Iª Bienal de São Paulo in 1951. The art critic Mário Pedrosa coined the term “cinecromático” to describe Palatnik’s device; he also wrote “Introito à Bienal,” the first critical review of the artist’s work, which was published that same year in the Rio de Janeiro newspaper Tribuna da Imprensa. Palatnik later exhibited a set of his colored, moving devices at the XXXII Biennale di Venezia (1964), which led to his participation in solo and group exhibitions in Germany, Switzerland, France, England, and the United States. According to Morais, Palatnik took part in the Mouvement 2 exhibition, joining some of the biggest names in the international kinetic movement at the event organized by the Galerie Denise René and presented by the French intellectual Jean Cassou. The exhibition included updated versions of kinetic works by several artists who had taken part in Le mouvement (1955) a decade earlier at the same gallery. On a critical level, Morais mentions that Pierre Cabanne, Pierre Restany, and Tomás Maldonado (who, at that time, was the director of the Hochschule für Gestaltung in Ulm) considered Palatnik to be the most promising precursor of an aesthetic based on light and movement, as was duly noted in L’avant-garde au XXe siècle (1969), the book jointly written by Cabanne and Restany.         

Leia esta sinopse em português
Synopsis

O critico e historiador de arte Frederico Morais traça o percurso do artista brasileiro Abraham Palatnik, situando-o como um dos primeiros a se ocupar, em âmbito mundial, da reunião criativa entre arte e tecnologia e da realização de obras de arte cinética. O primeiro "aparelho cinecromático" de Palatnik foi exposto na I Bienal de São Paulo, em 1951. A denominação de cinecromático foi dada pelo crítico de arte Mário Pedrosa, autor também do primeiro texto crítico sobre o artista, publicado na "Tribuna da Imprensa" (jornal do Rio de Janeiro) em 1951. O artista exporia um conjunto desses aparelhos na Bienal de Veneza de 1964, o que lhe garantiu mostras individuais e coletivas na Alemanha, Suíça, França, Inglaterra e Estados Unidos, entre outros países. Conforme situa Morais, Palatnik integrou, ao lado de alguns dos maiores nomes da arte cinética mundial, a exposição "Mouvement 2", organizada pela Galeria Denise René e com apresentação de Jean Cassou. Morais observa que Pierre Cabanne, Pierre Restany e Tomás Maldonado (este já então reitor da Escola Superior da Forma, em Ulm) apontam Palatnik como o mais importante precursor da estética da luz e do movimento. O pioneirismo de Palatnik está registrado no livro de Cabanne e Restany "L’Avant Garde au XXe Siècle", de 1969.

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Annotations

Frederico Morais (b. 1936) is one of the most influential and committed art critics and historians in Brazil. He is still active after many years of promoting and reviewing Brazilian art, most notably while he was the art critic at O Globo, the Rio de Janeiro newspaper, during the three decades spanning the 1960s to the 1980s. He was also a professor, curator, and historian. As the director of the Museu de Arte Moderna in Rio de Janeiro (1967-73) he was responsible for course programming. He also lectured at several faculties of what was then Guanabara: Escola de Comunicação at the UFRJ, and the Faculdade de Arquitetura at the PUC-RJ, among others. He has published 36 books on Brazilian and Latin American art. He has curated scores of exhibitions in Brazil and elsewhere, including the retrospective Vanguarda Brasileira (Belo Horizonte, 1966) and the Iª Bienal de Artes Visuais do Mercosul (Porto Alegre, 1989).       

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Annotations

Frederico Morais (1936) é um dos mais influentes e atuantes críticos de arte e historiadores brasileiros. Ainda em atividade, ele ocupou papel fundamental na divulgação e análise da produção artística brasileira especialmente durante três décadas (1960-80), no papel de crítico de artes visuais do jornal "O Globo", do Rio de Janeiro. A essa função somou as de professor, curador e historiador. Foi coordenador de cursos e diretor do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1967-1973) e lecionou em diversas faculdades cariocas (Escola de Comunicação da UFRJ, Faculdade de Arquitetura da PUC-RJ, entre outras). Publicou 36 livros sobre arte brasileira e latino-americana. Como curador, realizou dezenas de exposições no Brasil e exterior, entre elas a antológica "Vanguarda Brasileira" (Belo Horizonte, 1966) e a I Bienal de Artes Visuais do Mercosul (Porto Alegre, 1989).

 

g- Arte cinética e construtiva. Estabilidade e mobilidade

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Researcher
Angelica de Moraes
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Courtesy of Frederico G. de Morais, Rio de Janeiro, Brasil
Location
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP