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  • ICAA Record ID
    1110792
    TITLE
    (Áudio-visuais)
    NOTES

    Publicado originalmente como:

    MORAIS, Frederico. (Áudio-visuais). In: Audio-visuais. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1973. Folheto de exposição.

    DESCRIPTION
    3p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Anthologies
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    MORAIS, Frederico. (Áudio-visuais). In: PECCININI, Daisy. Arte: novos meios / multimeios. São Paulo: Fundação Armando Álvares Penteado, 1985. p.61-63.
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Editorial Categories [?]
Synopsis

According to Frederico Morais, the emergence of audiovisual work in several exhibition halls was linked to the introduction of the “object” category that freed up other more traditional categories. In his opinion, “the object” implied a negation of those categories that covered situation, concept, action, and behavior. He understood that audiovisual work followed in the same steps as cinematography and the creation of a portable culture, and similarly in the way that the Super 8-millimeter motion picture camera did. He commented on his own audiovisual experiences giving him the ability to propose a new critical approach. He recalled the introduction of these types of work in art exhibition halls, highlighting the case of Belo Horizonte, and in São Paulo, citing the exhibition Expo-Projeção that was organized by Aracy Amaral. The interest in audiovisual works resides in the fact that these come from the fragmentation and the excessive images of our day-to-day. The difference with cinema is that it places the basis of the “audiovisual work” in the projector along with an open selection of images. In other words, audiovisual by character is being in a temporal space and unquestionably lacking in continuity.

Leia esta sinopse em português
Synopsis

Segundo Frederico Morai,s o aparecimento de áudios-visuais nos salões de arte está relacionado à introdução da categoria objeto, com a conseqüente libertação das categorias tradicionais. Em sua visão, o objeto é uma negação das categorias e engloba situação, conceito, ação ou comportamento. Entende que a obra áudio visual segue a revolução do cinema e a criação de uma cultura portátil, do mesmo modo que o super 8. Fala de suas experiências, nas quais usou o meio criando uma nova crítica. Lembra a introdução de tais obras nos salões, com destaque para os de Belo Horizonte e São Paulo, onde cita a mostra "Expo-Projeção", organizada por Aracy Amaral. O interesse pelo áudio-visual viria da fragmentação e do excesso de imagens na vida cotidiana. Diferencia o áudio-visual do cinema, colocando seu fundamento no projetor e na seleção aberta de imagens, no seu caráter espaço-temporal em descontinuidade.

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Annotations

This article is on the artistic use of audiovisual initiatives during the seventies, a time of intense experimentation in search of new expressive means, especially of conceptual trends. An audiovisual exhibition organized by Frederico Morais was presented from June 12 through 23, 1973, at the MASP (Museu de Arte de São Paulo), taking place at the same time as the Expo-Projeção that was organized by the art critic Aracy Amaral in the same city. In that decade, Morais developed several works that were hybrids of art and art criticism using the audiovisual medium.

 

Frederico Morais (b. 1936) is one of the outstanding figures among art critics in Brazil. As a journalist, he worked for many years for the newspapers Diário de Notícias and O Globo, both in Rio de Janeiro. He was one of the most active and “committed” art critics in the sixties and seventies, during which he supported several avant-garde movements of the time, in addition to having served as a curator.

 

[For further reading, please refer to the ICAA digital archive for another text by Frederico Morais on the subject: “Vídeo-arte: revolução cultural ou um título a mais no currículo dos artistas?” (doc. no. 1111234)].

Leia este comentário crítico em português
Annotations

O texto aborda o uso dos áudio-visuais pelos artistas no início da década de 1970, época de intensa experimentação e busca de novos meios, especialmente por aqueles ligados às tendências conceituais. A mostra de áudio visuais de Frederico Morais foi realizada no Museu de Arte de São Paulo entre os dias 12 e 23 de junho de 1973, simultaneamente à mostra Expo-Projeção, organizada pela crítica Aracy Amaral na mesma ciadade. Frederico Morais, após iniciar atividade crítica ligado à área do cinema, passa a assinar matérias culturais para vários jornais de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, adotando a defesa de uma vanguarda experimental. Em 1967 muda para o Rio de Janeiro, onde desenvolverá intensa e importante atividade crítica. A partir de 1970 realizará diversos trabalhos em áudio-visuais, híbridos entre atividade artística e crítica de arte.

 

Ver também:

AMARAL, Aracy. Algumas idéias em torno à Expo-Projeção 73. In: EXPO-PROJEÇÃO. São Paulo: GRIFE, 1973.

 

l- Experimentação com meios técnicos de produção de imagens audio visuais. Foto. Filme. Videoarte. Videoinstalação. Multimeios

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Researcher
Equipe Brasil: Marco Andrade
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Reproduced with permission of Frederico Guillerme Gomez de Morais, Rio Janeiro, BR
Location
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP