Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1110691
    TITLE
    O homem, estrutura viva de uma arquitetura biológica e celular / Lygia Clark
    NOTES

    Publicado posteriormente em:

    BORJA-VILLEL, Manuel J.; BRETT, Guy; HERKENHOFF, Paulo et al. Lygia Clark. Rio de Janeiro: Paço Imperial, 1998. p.247-248.

    IN
    Lygia Clark : superfícies moduladas / Bichos / Manifestações. -- São Paulo : Galeria Ralph Camargo, 1971
    DESCRIPTION
    4p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Essays
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    CLARK, Lygia. O homem, estrutura viva de uma arquitetura biológica e celular. In: Lygia Clark: superfícies moduladas / Bichos / Manifestações. São Paulo: Galeria Ralph Camargo, 1971.
    NAME DESCRIPTORS
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
Synopsis

In these lines, artist Lygia Clark analyzes the displacement of the object in her artistic formulations. Whereas before objects were the vehicles of sensations, sensations now take shape by means of the artist’s proposals to form what she calls “living architecture.” Clark also places emphasis on the critical importance of bodily expression. She views the human body as a poetic haven whose discourse unfolds with the individual’s movements. In closing, she reflects on the place of the artist in the contemporary world. 

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Synopsis

A artista Lygia Clark analisa o desaparecimento do objeto em seus trabalhos. Os objetos, antes, intermediavam as sensações que, agora, se dão através das proposições da artista, para formar o que ela chama de uma "arquitetura viva". Ressalta a importância da expressão corporal: o corpo é um abrigo poético, construído pelos movimentos do homem. O texto termina com uma reflexão sobre o lugar do artista no mundo contemporâneo.

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Annotations

This text was published in French in the magazine Robho (Paris, No. 5–6, 1971), edited by critic Jean Clay and designed by Venezuelan Kinetic artist Carlos Cruz-Díez. In it, Lygia Clark formulates her radical stance on the dematerialization of the work of art by displacing the object as the engine of her work. The conceptual groundwork of this text is the notion of the individual as “the living structure of a biological and cellular architecture.”

 

Brazilian artist Lygia Clark (1920–88) was active from the late forties through the eighties. In the fifties, after briefly producing figurative work on canvas, she joined a group of Rio de Janeiro-based artists initially known as Grupo Frente. Under the leadership of Ivan Serpa, that group looked to São Paulo as it became part of the Brazilian Concrete movement. Art critic Ferreira Gullar’s text “I Exposição Nacional de Arte Concreta: 2 ? O grupo do Rio” [doc. no. 1090217] describes and comments on work by Clark and others in the exhibition held in 1956. In the late fifties, Clark became part of the Neo-Concrete movement, which radically questioned the Concrete movement. That later movement began in 1959 with the launching of the “Manifesto Neoconcreto” written by Ferreira Gullar with artists Franz Weissmann, Amílcar de Castro, Lygia Pape, Reynaldo Jardim (who worked in theater), and Theon Spanudis (a poet), all of whom participated in the aforementioned I Exposição de Arte Neoconcreta (1959) in Rio.

 

Ferreira Gullar also considers the course of Clark’s work in the text, written in 1960, entitled “Do quadro ao não objeto” [doc. no. 1091272]. For a critical analysis of Clark’s international career through the eighties, see “Lygia Clark: In Search of the Body” [doc. no. 1232526], written in 1994 by English curator and critic Guy Brett, who took an active interest in her production from the beginning.  

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Annotations

Este texto foi também publicado em francês, no mesmo ano, na revista "Robho" ( Paris, n.5-6, 1971). Tendo iniciado a sua trajetória como artista nos anos 1950, vinculada a grupos abstracionistas da mesma década (Grupo Frente, Rio de Janeiro), Lygia Clark é uma das protagonistas do movimento neoconcreto, formado no Rio de Janeiro, em 1959, e ativo até 1961. A partir dos anos 60, sua obra adquire uma vertente experimental acentuada, voltada a experiências participativas de redescoberta do sujeito que, na década seguinte, assumirá caráter terapêutico.

 

Ver também: Lygia Clark , Vera Pedrosa. O homem é o centro. Correio da Manhã, 30 de maio de 1968 (reeditado em Manuel J. Borja-Villel, Guy Brett, Paulo Herkenhoff et alli. Lygia Clark (catálogo de exposição). Rio de Janeiro: Paço Imperial, 1998.
Lygia Clark. Da supressão do objeto (anotações). In: Manuel J. Borja-Villel, Guy Brett, Paulo Herkenhoff et alli. Lygia Clark (catálogo de exposição).  Rio de Janeiro: Paço Imperial, 1998.

 

k- Arte e vida. Corpo

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Researcher
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Associação Cultural O Mundo de Lygia Clark.