Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • ICAA Record ID
    1110592
    TITLE
    Mail-art: arte em sincronia = Mail-art: art in synchrony
    NOTES

    Publicado posteriormente no livro:

    PECCININI, Daisy. Arte: novos meios / multimeios. São Paulo: Fundação Armando Álvares Penteado, 1985. p.111-112.

    DESCRIPTION
    2p.
    LANGUAGES
    English; Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Essays
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    PLAZA, Júlio. Mail-art: arte em sincronia = Mail-art: art in synchrony. In: XVI Bienal de São Paulo: Arte Postal. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1981. p.8-10.
    GEOGRAPHIC DESCRIPTORS
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Synopsis

Júlio Plaza apresenta a exposição de arte postal, na XVI Bienal de São Paulo. Enfatiza a sincronicidade da produção da arte contemporânea, que acredita tratar-se de bricolagem. Coloca a arte postal como ação que visa o processo. Fala do agrupamento espontâneo dos produtores em grupos e circuitos internacionais que descentralizam a produção artística e absorvem qualquer informação sem necessidade de definição do que seja ou não arte. Percebe a contradição de tal produção vir a penetrar na instituição sob forma de exposição. Considera o fator apropriativo e paródico dessa produção, e seu aspecto de bricolagem e carnavalização. Para Plaza, a arte postal tende a ser democrática e não hierárquica, pretendendo a contínua inclusão de emissores e receptores, e na qual o excesso de significados destrói a possibilidade de sentido.

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A mostra de arte postal da XVI Bienal de São Paulo, em 1981, teve papel consagratório, mas também diluidor desse tipo de produção artística. Dada a quantidade gigantesca de artistas e trabalhos expostos, em sua maioria de pequeno formato, que ocupavam grande área expositiva, o efeito de tal mostra confirma a hipótese de Júlio Plaza sobre o caráter anárquico, sincrônico e contraditório da arte postal, no momento em que adentra as instituições artísticas oficiais. O curador-geral da XVI Bienal de São Paulo era Walter Zanini, que havia dirigido o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo de 1962 a 1977. Crítico ligado às tendências conceituais e à multimídia, foi responsável pela recuperação do prestígio internacional da Bienal de São Paulo através de sua atuação nas edições de 1981 e 1983.

 

k- Crítica institucional e revisão do campo de atuação artística

l- Exploração da linguagem a partir de meios de produção, comunicação e distribuição usuais na sociedade de consumo. IMPRESSOS. REPRODUÇÃO

l- Formação de nova rede institucional e suas estratégias

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Researcher
Equipe Brasil: Marco Andrade
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
From Julio Plaza. Arquivo Histórico Wanda Svevo /Fundação Bienal de São Paulo
Location
Arquivo Histórico Wanda Svevo, Fundação Bienal de São Paulo