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  • ICAA Record ID
    1110377
    TITLE
    Vanguarda, o que é
    NOTES

    Publicado originalmente em:

    Vanguarda Brasileira. Belo Horizonte: Reitoria da UFMG, 25 ago. 1966.

    Arquivo da C/Arte, Belo Hozinte - MG.

    DESCRIPTION
    4p.
    LANGUAGES
    Portuguese
    TYPE AND GENRE
    Book/pamphlet article – Catalogs
    BIBLIOGRAPHIC CITATION
    MORAIS, Frederico. Vanguarda, o que é. In: ALVARADO, Daisy Peccinini (org.). Objeto de arte: Brasil anos 60. São Paulo: FAAP, 1978. p.65-68.
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Synopsis

Frederico Morais define a vanguarda por seu espírito aberto à pesquisa permanente do novo. Afirma que a vocação moderna e anti-clássica do Brasil é uma autêntica manifestação nacional, que cultiva a vontade de ordem e a vocação construtiva. Aponta também uma vocação antropofágica, ou seja, de redução das influências alienígenas a termos nacionais. Cita a importância do movimento concreto e distingue a vanguarda carioca, por introduzir o elemento pessoal, espontâneo e expressivo, ter ousadia e versatilidade. Destaca a dimensão ambiental e fenomenológica da obra de Hélio Oiticica. Percebe o Rio de Janeiro como cidade aberta, ausente de tradições, internacionalista, lugar apropriado para o happening e o jogo. Ao final, comenta obras dos artistas presentes na mostra.

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O texto acompanha a exposição Vanguarda Brasileira, realizada na Reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, em agosto de 1966. Dela constavam obras de Rubens Gerchman, Antonio Dias, Pedro Escostéguy, Dileny Campos, Maria do Carmo Secco, Angelo Aquino, Carlos Vergara e Hélio Oiticica. Uma versão quase idêntica desse texto, destituída da parte final que menciona os artistas, foi apresentada no seminário Propostas 66, realizado no auditório da Biblioteca Municipal de São Paulo, em dezembro de 1966, sob o título "Por que a vanguarda brasileira é carioca". O crítico Frederico Morais retoma idéias de Mário Pedrosa de que o Brasil seria um país condenado ao moderno, acrescentando a disposição natural de "vocação construtiva" e a retomada da postura antropofágica de Oswald de Andrade ("Manifesto Antropofágico"). A vocação construtiva enunciada por Frederico Morais será retomada por Hélio Oiticica no ano seguinte, no "Esquema geral da nova objetividade".

Ver também:

ANDRADE, Oswald de. Manifesto Antropofágico. In: Revista de Antropofagia, São Paulo, n.1,1928.
Hélio Oiticica. Esquema geral da nova objetividade. In: Nova objetividade brasileira . Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1967.

c- Particularidades da vanguarda no Brasil nos anos 60: abordagens do realismo e consciência da realidade brasileira

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Researcher
Equipe Brasil: Marco Andrade
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Credit
Reproduced with permission of Frederico Morais, Rio de Janeiro, BR
Location
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU/USP