Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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Synopsis

This essay is about reaching a dead end in the nationalist project as well as the aesthetic requirements inherent in the avant-garde when modern art began to develop in Brazil. That development was launched with the 1917 exhibition by the painter Anita Malfatti (in São Paulo) and ran through the thirty-eighth Salão da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) in Rio de Janeiro (1931). The text examines the opposing positions of the art critics working at the time, starting with Flexa Ribeiro (an ENBA professor), to whom Brazilian modern art was a “servile copy” of the art emerging from the École de Paris. Taking the opposite stance was the critic and writer Mário de Andrade, defender of Brazilian artists distancing themselves from classical art. He believed that Brazilians should avoid European ties for the time being, at least until Brazil had its own modernization well under way. The writer Gilda de Mello e Souza undertakes an analysis of the work of artists such as Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti, and Ismael Nery. She reaches the conclusion that nationalism is useful for going beyond European influence in Brazil (during the 1920s), with gains and losses in the course of trying to render a modern Brazilian culture in “visual terms.”

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Synopsis

Ensaio sobre os impasses entre um projeto nacionalista e as exigências estéticas de vanguarda durante a instalação da arte moderna no Brasil, compreendida como o período que vai da exposição de Anita Malfatti em 1917, em São Paulo, ao 38º Salão da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), no Rio de Janeiro, em 1931. O exame confronta as posições antípodas de dois críticos de arte em atuação nesta época: de um lado, o professor da ENBA Flexa Ribeiro, para quem o modernismo brasileiro era "cópia servil" da Escola de Paris; e, de outro, o escritor Mário de Andrade, defensor do afastamento da arte brasileira em relação à arte clássica e da manutenção de vínculos com a Europa, ainda que provisórios, pelo menos até alcançar seu pleno desenvolvimento no processo de atualização modernista. A autora ainda analisa a obra dos artistas Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti e Ismael Nery, para concluir que o nacionalismo serviu à superação da influência européia no país da década de 1920, com perdas e ganhos para a constituição de uma visualidade moderna brasileira.

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Annotations

This text was originally written as an introduction to the catalogue of the group exhibition O modernismo—Pintura brasileira contemporânea de 1917 a 1930, presented between May and June 1975 at the Museu Lasar Segall (São Paulo). Bringing together works by artists including Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Lasar Segall, Alberto [da Veiga] Guignard, and Ismael Nery, the show reassessed the period known as “heroic” in Brazilian modern art. Subsequently, published in the journal Almanaque (no. 6, São Paulo, 1978) and in the author’s own book Exercícios de leitura, this text is a meditation on the effects of nationalism on the formation of Brazilian identity. Gilda de Mello e Souza weighs the advantages of that driver as compared with the force exercised by “the free expression of the creative impulse of those artists.”

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Annotations

Texto escrito originalmente para acompanhar o catálogo da exposição coletiva "O modernismo - Pintura brasileira contemporânea de 1917 a 1930", apresentada entre maio e junho de 1975, no Museu Lasar Segall, em São Paulo. Ao reunir trabalhos de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Lasar Segall, Alberto da Veiga Guignard e Ismael Nery, entre outros, a mostra pretendia-se uma reavaliação do "período heróico" da arte moderna no Brasil. O ensaio de apresentação, mais tarde publicado na revista "Almanaque" (nº 6, SP, 1978) e no livro "Exercícios de leitura", da mesma autora, traz uma reflexão referencial da filósofa Gilda de Mello e Souza a respeito dos efeitos do nacionalismo na formação d"ileiro. Dona Gilda refere-se tanto às vantagens do ímpeto nacionalista para a funcionalidade social da arte, quanto às restrições impostas por ele para a "livre expressão do impulso criador" dos artistas então em atividade.

b- Ideologia da cultura nacional

b- Interpretações críticas da noção "arte brasileira"

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Researcher
José Augusto Ribeiro
Team
FAPESP, Sao Paulo, Brazil
Location
Museu Lasar Segall - Biblioteca Jenny Klabin