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Resumen

Ensayo incluido en el catálogo de la Exposição de Pintura Brasileira realizada en Londres, (1944). Organizada por el crítico Rubén Navarra, la muestra entreteje un amplio panorama de la producción pictórica en Brasil en el paso de la década de los treinta a los años cuarenta. Señala la especificidad de artistas como Heitor dos Prazeres, Alberto da Veiga Guignard, Lasar Segall y Candido Portinari, entre otros. A juicio del autor, “La existencia incuestionable de una ‘atmósfera’ brasileña en estas pinturas —algo que habla de la tierra, del pueblo, de la tradición, del escenario social, de la luminosidad y color del trópico— nos da pleno derecho a considerar la existencia de una ‘pintura brasileña’…”

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Resumen

Ensaio escrito para o catálogo da Exposição de Pintura Brasileira em Londres, Inglaterra, em 1944, organizada pelo crítico de arte paraibano e radicado no Rio de Janeiro Ruben Navarra. A mostra compreende amplo painel da produção pictórica do país na virada da década de 1930 para a de 1940, a fim de apontar as especificidades de artistas como Heitor dos Prazeres, Alberto da Veiga Guignard, Lasar Segall e Candido Portinari, entre outros. Diz o autor: "A existência incontestável de uma 'atmosfera brasileira' em nossa pintura moderna - algo que fala da terra, do povo, da tradição humana, do cenário social, das luzes e das cores dos trópicos - isto já nos dá direito a considerar a existência de uma 'pintura brasileira'".

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Comentarios críticos

Nacido en el Estado de Paraíba y radicado en la ciudad de Rio de Janeiro, el crítico de arte Rubén Navarra defiende que se dé fin a la polarización entre “lo nacional’ y “lo internacional” una vez que, en el arte, ambas se complementan. A su juicio, la pintura no académica en Brasil inaugura una perspectiva lírica de lo regional, llevándolo a clasificar algunos rasgos específicos como si fueran intrínsecos de una zona determinada. Las obras surgidas después de la Semana de Arte Moderno de 1922 (en São Paulo) describen un tipo de “impresionismo paulista” que sólo refuerza “un gusto” paisajístico expresado en el Grupo Santa Helena (Francisco Rebolo, Aldo Bonadei, Alfredo Volpi y Mário Zanini) En opinión de Navarra, Lasar Segall representaría las cualidades de una pintura paulista, dejando, como prototipo pictórico de Rio de Janeiro a Candido Portinari. En el noreste brasileño sobresalen los artistas Vicente do Rego Monteiro y Cícero Dias; el “espíritu afrobrasileño” por medio de Luiz Santos y Heitor dos Prazeres; dejando que el sentido cosmopolita “se refugie en la Escola de São Paulo”. Navarra localiza lo universal y humano en São Paulo, dejando lo regional y pintoresco para Rio de Janeiro, Bahía, Recife y el estado amazónico de Pará.

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Comentarios críticos

O crítico de arte Rubem Navarra defende o fim da polarização entre perspectivas nacionalistas e internacionalistas sobre arte, por estas serem "complementares" e, ao mesmo tempo,  afirma que a pintura moderna, ou antiacadêmica, inaugura no Brasil um interesse pela "contemplação amorosamente lírica do nosso mundo regional". Em seguida, o autor classifica a produção artística no Brasil segundo características específicas e determinadas por regiões ou Estados do país.
Assim, referindo-se à produção posterior à Semana de 1922 - que ele chama de pintura "post-modernista"-, o autor descreve a existência de um "impressionismo paulista" que, na verdade, significa o "gosto" pela pintura de paisagem cultivado por pintores de São Paulo, como Francisco Rebolo, Aldo Bonadei, Alfredo Volpi e Mário Zanini. Para o autor, Lasar Segall quem representa as qualidades de uma pintura paulista, assim como Candido Portinari é o representante da pintura carioca. O autor destaca ainda a atuação de Vicente do Rego Monteiro e de Cícero Dias no Nordeste do país. Identifica um "espírito afro-brasileiro" nas pinturas de Luiz Santos e Heitor dos Prazeres e um sentido cosmopolita que "se refugiou na Escola de São Paulo". Nas palavras de Navarra: "O futuro da arte brasileira será dominado por um intercurso e um enriquecimento resultante do encontro desses dois elementos: o universal e humano (cujo centro característico é São Paulo) e o regional e pitoresco", localizado no Rio de Janeiro, na Bahia, no Recife, no Pará.

 

Ver também:

Família Artística Paulista

 

b- Busca, construção e expressão de aspectos locais

b- Circulação de artistas, intelectuais e obras entre Brasil, Europa e EUA

b- Experiencia regional e renovação artística

b- Nacional e universal

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Biblioteca do Instituto de Estudos Brasileiros - USP