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Resumen

Reportaje sobre la trayectoria artística seguida por Dudi Maia Rosa, en vísperas de participar en su primera muestra colectiva a los cuarenta años de edad en Alemania (1988). La periodista  Leonor Amarante destaca aquí el “equilibrio” y la madurez alcanzada en su obra tras dos décadas de producción, una parte de la cual es en grabado. Define sus preocupaciones específicas frente a la pintura (el color, la luminosidad y las dimensiones de lo pictórico) durante los años ochenta, una época crítica para dicho género. En esa década, Didi realiza muestras individuales en las siguientes galerías: São Paulo (1982), Thomas Cohn (1984) y Subdistrito (1985), habiendo participado, también de la 19ª Bienal Internacional de São Paulo (1987). En sus testimonios subraya el uso de fibra de vidrio como soporte de su pintura, amén de “los juegos de luz” obtenidos vía transparencias del material y el “aspecto crítico” de su procedimiento tales como la aplicación de pigmentación en la parte trasera de los “cuadros”.

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Resumen

Reportagem sobre a trajetória de Dudi Maia Rosa, então aos 40 anos, às vésperas de participar de sua primeira exposição coletiva no exterior, ocorrida em 1988, na Alemanha. O texto da jornalista Leonor Amarante reforça o "equilíbrio" e a maturidade a que chegara o trabalho do artista naquele momento, depois de mais de 20 anos de produção, parte deles dedicada à gravura. Para a autora, Dudi Maia Rosa define a sua preocupação com a pintura, e mais especificamente com a cor, a luminosidade e as dimensões do campo pictórico, na década de 1980, período em que realiza individuais nas galerias São Paulo, em 1982, Thomas Cohn, em 1984, e Subdistrito, no ano seguinte, e participa da 19ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1987. Em seus depoimentos, o artista comenta o uso da fibra de vidro como suporte de suas pinturas, os "jogos de luz" que obtém por meio da transparência do material e o "aspecto crítico" de seus procedimentos, que inclui, por exemplo, a aplicação da tinta no verso dos "quadros".

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Comentarios críticos

Hacia 1988, la periodista y curadora Leonor Amarante escribe este reportaje para la revista Galeria, registrando en él un vuelco radical en la producción artística de Dudi Maia Rosa, momento en que el pintor abandona el grabado y la figuración en busca de una pintura monocromática (o de formas geométricas), aplicada sobre superficies translúcidas valiéndose de la fibra de vidrio como soporte. Se mencionan sus vínculos pictóricos con miembros de la llamada Escola Brasil (Carlos Fajardo, Wesley Duke Lee y Luiz Paulo Baravelli) hasta su participación en la mencionada bienal paulistana de 1987. A lo largo de la entrevista se describe su proceso de trabajo, sobre todos en sus nexos con artistas norteamericanos como Ron Davis y Jasper Johns.

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Comentarios críticos

A reportagem da jornalista e curadora Leonor Amarante para a revista "Galeria", em 1988, registra uma virada na produção de Dudi Maia Rosa, quando o pintor abandona a gravura e a figuração, para explorar a pintura (monocromática ou de formas geométricas) em superfícies translúcidas, tendo a fibra de vidro como suporte. O texto traz declarações do artista que reconstituem sua carreira desde a relação com membros da Escola: Brasil (Carlos Fajardo, Wesley Duke Lee e Luiz Paulo Baravelli, entre outros) até a sua primeira participação em uma edição da Bienal de São Paulo, em 1987. Na entrevista concedida à autora, Dudi Maia Rosa descreve o curso e os processos de seu trabalho, relacionando-o às obras dos artistas norte-americanos Ron Davis e Jasper Johns.

 

n- Revalorização da pintura , nos anos 80

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Acervo Pessoal Ana Maria Belluzzo