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  • Registro ICAA
    1111409
    TÍTULO
    A colônia japonesa e as artes / Walter Zanini
    IN
    Separata do colóquio Brasil-Japão. --- São Paulo, Brazil : Universidade de São Paulo, 1967
    DESCRIPCIÓN
    p. [121]- 131
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Conferencias
    CITA BIBLIOGRAFICA

    Zanini, Walter. "A colônia japonesa e as artes." In Separata do colóquio Brasil-Japão, 121- 131. São Paulo, Brazil: Universidade de São Paulo, 1967.

    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Conferencia del historiador y crítico de arte Walter Zanini sobre las actividades artísticas de la comunidad japonesa en Brasil, en especial en las ciudades de São Paulo y Río de Janeiro. Aunque este estudio se concentre en el contexto posterior a la Segunda Guerra Mundial, el autor registra las primeras manifestaciones de arte entre los inmigrantes japoneses en Brasil desde la década de los veinte, década en que se dieron representaciones de teatro al modo Kabuki, fiestas conmemorativas o sesiones itinerantes de películas del Japón. En su opinión, es a partir de mediados de los cuarenta cuando los descendientes comienzan a adquirir carreras liberales y se pueden mencionar, en la década siguiente, compañías de danza y grupos musicales, además de la Sociedade Paulista de Cultura Japonesa y de la Aliança Brasil-Japão, instituidas en esos años. La diseminación del “arte del jardín japonés” se desarrolla desde entonces. Zanini, más allá de ese bagaje popular, le dedica especial atención al campo de las artes plásticas: desde la formación de los primeros núcleos artísticos (el Seibi-kai de 1935), pasando por el aporte japonés en Brasil al abstraccionismo en los años cincuenta, hasta el surgimiento de los pintores “nisei” (de la segunda generación ya nacida en Brasil), influenciados por el surrealismo o, incluso, en busca de una “nueva figuración” en los sesenta. Para el autor, la producción de esos artistas no debe ser observada como una categoría aparte (o ajena) al arte brasileño, por el hecho de haber participado activamente en él, y por haber reconstituido y cambiado ciertos aspectos de la evolución plástica en el país.

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Resumen

Conferência do historiador e crítico de arte Walter Zanini sobre as atividades artísticas da comunidade japonesa no Brasil, em especial nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Embora se concentre, neste estudo, no contexto posterior à Segunda Guerra Mundial, o autor não deixa de registrar as primeiras manifestações de arte entre os imigrantes japoneses no Brasil, ainda na década de 1920, quando das apresentações de teatro à maneira do Kabuki, em festas comemorativas, ou das sessões itinerantes de filmes orientais. Segundo Zanini, é a partir da segunda metade da década de 1940 que imigrantes e descendentes começam a desenvolver carreiras liberais. O crítico menciona as companhias de dança e os grupos musicais que se formam nos anos 195;, a instituição da Sociedade Paulista de Cultura Japonesa e da Aliança Brasil-Japão, na mesma década; além da disseminação da "arte do jardim japonês" em São Paulo, ainda naquele período. Zanini, contudo, dedica especial atenção ao campo das artes plásticas: desde a formação dos primeiros núcleos de artistas plásticos, como o Seibi-Kai, em 1935, passando pela contribuição dos japoneses para a afirmação do abstracionismo no Brasil, nos anos 1950, até o surgimento de pintores imigrantes e nisseis influenciados pelo surrealismo ou em busca de uma "nova figuração", na década de 1960. Para o autor, a produção desses artistas não deve ser observada como uma categoria à parte do ambiente artístico brasileiro; em primeiro lugar, por participarem ativamente dele, constituindo e trocando conhecimento para o desenvolvimento da prática artística no Brasil.

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Comentarios críticos

La conferencia “A colônia japonesa e as artes”, de Walter Zanini (1925–2013), fue programada durante el Colóquio Brasil-Japão, que la USP (Universidade de São Paulo) organiza en 1966 con el propósito de incentivar los estudios de las relaciones políticas, socioeconómicas y de la cultura entre ambos países. Siendo director del Museu de Arte Contemporânea da USP, Zanini imparte dicha conferencia —publicada posteriormente en los anales del simposio— sobre el desempeño cultural de inmigrantes japoneses y sus descendientes en el país. El destaque recae en las artes plásticas y, especialmente, en las obras de Tomoo Handa, Yoshiya Takaoka, Shigeto Tanaka, Takashi Fukushima, Manabu Mabe, Tomie Ohtake, Flávio Shiró, Kazuo Wakabayashi, Yo Yoshitome, Bin Kondo y João Suzuki. Se trata de uno de los primeros análisis sistemáticos sobre el tema que, a juicio del conferencista, es parte de la formación del arte moderno en Brasil del período de los veinte a los sesenta.

El catálogo del 8º Salão de Artes Plásticas, organizado por el Grupo Seibi y realizado en 1964, contiene un texto donde se hace historia del grupo integrado por artistas de la colonia japonesa en el estado de São Paulo [véase doc. no. 1110646].

Además de haber sido uno de los curadores de la Primera Bienal de São Paulo (1951), Zanini fue el primer director del Museu de Arte Contemporânea (vinculado a la USP), cargo que ocupó de 1963 a 1978, donde se destacó por incentivar la producción de nuevos artistas así como de aquellas manifestaciones artísticas que eran marginalizadas: desde propuestas tecnológicas al arte conceptual, pasando por el uso de los multimedios a través de poéticas visuales. Zanini fue también profesor de la ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo).

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Comentarios críticos

A conferência "A colônia japonesa e as artes", do historiador e crítico de arte Walter Zanini, foi apresentada no Colóquio Brasil-Japão, organizado pela Universidade de São Paulo (USP), em 1966, e dedicado a estudos acerca das relações políticas, econômicas e sócio-culturais entre os dois países. Então diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP, Zanini discorre nesta palestra, publicada posteriormente nos anais do simpósio, sobre a atuação de imigrantes japoneses e descentes no Brasil, no campo da cultura. O autor se detém, sobretudo, às artes plásticas, com destaque para as produções de Tomoo Handa, Yoshiya Takaoka, Shigeto Tanaka, Takashi Fukushima, Manabu Mabe, Tomie Ohtake, Flávio Shiró, Kazuo Wakabayashi, Yo Yoshitome, Bin Kondo e João Suzuki. Trata-se de um das primeiras análises sistemáticas a respeito da participação de artistas vindos do Japão para o Brasil na formação da arte moderna no país, entre os anos 1920 e 1960.

 

j- Artistas imigrados de origem japonesa

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Investigador
José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consentimiento de Neusa Boari Zanini, São Paulo, BR
Localización
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo