Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1111391
    AUTOR
    Laurentiz, Paulo, 1953-1991
    TÍTULO
    Extramaterialidade e Arte
    IMPRENTA
    Campinas, SP, Brasil : [s.n.], jul./dez. 1997
    DESCRIPCIÓN
    6p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    LAURENTIZ, Paulo. Extramaterialidade e Arte. Trilhas: Revista do Instituto de Artes da Unicamp, Campinas, SP, v.1, n.6, p.134-139, jul./dez. 1997.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
Resumen

Paulo Laurentiz presenta arte postindustrial bajo un par de aspectos: producción y distribución. Del primero, destaca la subversión de valores que estructuran el arte moderno vía revolución tecnológica. Laurentiz señala algunas cuestiones que se estructuran según la producción: (1) materia e información con valores de la sociedad postindustrial, oriundos de la información; (2) nuevos paradigmas y poéticas de una cultura de cambio asentada en valores de conocimiento y poéticas inmateriales; (3) informática como interface para el arte, cuyo desarrollo posibilita la organización de esas poéticas mencionadas; (4) matemática e íconos, la cual ejecuta modelos de simulación; (5) patrones lógicos abductivos; pensamiento sintético donde funciona la abducción como meollo artístico a desarrollar vía representación por similitud (o sea, simulación). En referencia a la distribución, Laurentiz cuestiona la existencia de exposiciones de “arte material”; a su juicio, la única posibilidad más universal del arte, de hecho, sólo se logrará por los circuitos de comunicación. La red daría a los trabajos artísticos la posibilidad de divulgación y actualización a la distancia; el acceso sería democratizado vía teléfonos y satélites. Finalmente, se levanta el asunto de la autoría que comparten tanto usuarios como máquinas.

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Resumen

Neste artigo, Paulo Laurentiz apresenta a arte pós-industrial sob dois aspectos: o da produção e o da distribuição. Quanto ao primeiro, ressalta a subversão dos valores que estruturavam a arte moderna pelos novos valores ditados pela revolução tecnológica. Para o autor, o modernismo apresentou-se na história como uma maneira de explorar os diferentes padrões de linguagem dos distintos meios de comunicação e de expressão, deixando em segundo plano a função de representar, que é própria dos signos. Laurentiz aponta algumas questões estruturadas sobre a produção: 1) matéria e informação, estando os valores da sociedade pós-industrial centrados na informação; 2) novos paradigmas e poéticas, posto que a cultura em mutação vai se assentar sobre valores de conhecimento e de poética imateriais; 3) a informática como interface para a arte, uma vez que o desenvolvimento da informática possibilita a organização dessas novas poéticas; 4) matemática e ícones, passando a matemática à executar modelos de simulação; 5) padrões lógicos abdutivos, a função inteligente da inteligência artificial (pensamento sintético), sendo a abdução o principal foco da arte que se desenvolve, ou representação por similaridade, entendida por simulação, a sugerir significados que ampliam o horizonte da compreensão, a inteligência artificial e os modos produtivos eletrônicos. Quanto ao segundo aspecto, da distribuição, Laurentiz discorre sobre o fim da exposição da "arte material". Segundo ele, a arte encontraria a possibilidade de ser mais universal pelos circuitos de comunicação. A rede daria aos trabalhos artísticos a possibilidade de divulgação e atualização à distância. O acesso seria democratizado por meio de telefones e satélites. O autor levanta, então, a questão da autoria em trabalhos partilhados pelos usuários e pelas máquinas.

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Comentarios críticos

Al inicio de las prácticas experimentales de Arte y Tecnología en Brasil, Paulo Laurentiz (1953–91) se convirtió en una figura vertebral de la tendencia en el país. Organizó varios eventos de telecomunicación y su libro, A Holarquia do Pensamento Artístico, se basa en su tesis doctoral que señala un momento medular sobre aquella creación artística que se sustenta en nuevas tecnologías de comunicación. El presente documento, “Extramaterialidade e Arte”, parte de un estudio anterior presentado en el Departamento de Multimeios do Instituto de Artes de la UNICamp (Universidade de Campinas, Estado de São Paulo), en 1989.

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Comentarios críticos

Paulo Laurentiz (1953 - 1991) tornou-se uma figura fundamental no início das experiencias de Arte e Tecnologia no Brasil. Organizou vários eventos em telecomunicação no país e no mundo, tendo sido uma figura fundamental no cenário da arte. Seu livro "A Holarquia do Pensamento Artístico", resultado de tese de doutoramento, é um importante momento de reflexão sobre a criação artística que se vale das novas tecnologias da comunicação. "Extramaterialidade e Arte" é o desenvolvimento de um trabalho apresentado no Departamento de Multimeios do Instituto de Artes da Universidade de Campinas (UNICAMP), em 1989.

 

l- Arte e tecnologia digital. Poéticas digitais

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Investigador
Equipe Brasil: Anna Barros
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil