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Resumen

Artículo del crítico de arte Mário Baratta sobre la Exposição Cearense dos Pintores: Antonio Bandeira, Inimá, Raimundo Feitosa, Jean-Pierre Chabloz e Francisco da Silva, realizada en la galería Askanasy, en la ciudad de Río de Janeiro (1945). Aquí, el autor defiende el aporte de los artistas del estado de Ceará en pro de la renovación de la pintura brasileña, en la liberación del yugo académico por medio de un arte que “observa la naturaleza”. Baratta habla de la existencia de un “crisol” [melting pot] en el noreste brasileño, el cual desencadenó una literatura propia, “la más brasileña de todo el Brasil”. A su juicio, con la inminente irrupción de una “escola de pintura nordestina” se forjaría, simultáneamente, “la más brasileña de todo el Brasil”, caracterizada por valores artísticos específicos, “difíciles de negar”, o por ciertos determinantes “económicos, ecológicos y antropológicos” en la región noreste del país. Como colofón, Baratta pide una planificación nacional de la cultura y lo hace en defensa de su “vitalidad espiritual”.

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Resumen

Artigo do crítico de arte Mário Baratta sobre a "Exposição Cearense dos Pintores: Antonio Bandeira, Inimá, Raimundo Feitosa, Jean-Pierre Chabloz e Francisco da Silva", realizada em 1945, na galeria Askanasy, no Rio de Janeiro. Aqui, o autor defende a contribuição de artistas do Estado do Ceará para a renovação da pintura brasileira, para a libertação dos preceitos do academismo, por meio de uma arte resultante da "observação da natureza". Baratta fala da existência de um "melting pot" nordestino que teria desencadeado uma literatura própria, "a mais brasileira de todo o Brasil". E, para ele, com o iminente surgimento de uma "escola de pintura nordestina", haveria, também, a "mais brasileira [pintura] de todo o Brasil", a se caracterizar por valores artísticos específicos, "incontestáveis", e por determinantes "econômicas, mesológicas e antropológicas" da região Nordeste do país. Ao final, Baratta reclama o planejamento nacional da cultura, para a defesa da "vitalidade espiritual" do Brasil.

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Comentarios críticos

El año de 1945 marca el traslado de los artistas del estado de Ceará (Antonio Bandeira, Inimá [de Paula], Raimundo Feitosa, Jean-Pierre Chabloz, Aldemir Martins y Raimundo Cela) hacia la entonces capital del país, Río de Janeiro. En la capital de su estado (Fortaleza), todos ellos formaban parte de la SCAP (Sociedade Cearense de Artes Plásticas), un gremio formado en 1944 con el propósito de producir y difundir el arte moderno en ese estado del noreste brasileño. Junto con Chico da Silva, Bandeira, Inimá, Feitosa y Chabloz participan de la “exposição cearense” que comenta el crítico Mário Baratta en este artículo. La muestra, que tuvo la pretensión de fungir como afirmación a escala nacional del arte producido en Ceará en ese momento, fue presentada con texto del crítico Ruben Navarra.

 

[Respecto a la SCAP y escrito por Baratta, véase en el archivo digital ICAA “Aldemir Martins e a pintura” (doc. no. 1110782); “De como deve ser visto o binômio Clã-SCAP” (doc. no. 1111385); “Pincéis e violinos” (doc. no. 1110784); y la carta de Mario de Andrade al respecto (doc. no. 1110783). Se hallan a la disposición del lector otros textos: de José Roberto Teixeira Leite “Raimundo Cela: um pioneiro esquecido” (doc. no. 1110790); y de Ronaldo Brito “Trágico moderno” (doc. no. 1110423). Además, consúltese de Vera Lúcia Alburquerque de Moraes “Abrindo a revista” (doc. no. 1110770); de Aluízio Medeiros “Uma exposição e a história de dois grupos” (doc. no. 1110776); y de Barboza Leite (sin título) [“A arte preside o destino da humanidade (…)”] (doc. no. 1110786)].

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Comentarios críticos

O ano de 1945 marca a transferência dos artistas cearenses Antonio Bandeira, Inimá de Paula, Raimundo Feitosa, Jean-Pierre Chabloz, Aldemir Martins e Raimundo Cela para o Rio de Janeiro. Todos eram participantes, em Fortaleza, da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (Scap), agremiação formada em 1944 com o objetivo de produzir e difundir a arte moderna no Estado do Ceará. Bandeira, Inimá, Feitosa e Chabloz participam, junto com Chico da Silva, da "exposição cearense" comentada por Mário Baratta neste artigo. A mostra, que se pretendia a afirmação nacional da arte feita no Ceará naquele momento, contou com um texto de apresentação do crítico Ruben Navarra, publicado em catálogo.

 

Ver também:

FREYRE, Gilberto. O regional e o universal na pintura de Cícero Dias. O Cruzeiro. 15 out. 1960. Pessoas, Coisas e Animais.
NAVARRA, Ruben. Sobre pintura moderna. In: JORNAL de ARTE. Campina Grande, PB: Comissão Cultural do Município; Prefeitura Municipal de Campina Grande, 1966.
NAVARRA, R. Iniciação à pintura brasileira contemporânea. Revista Acadêmica, Rio de Janeiro, n. 65, abr. 1945.

 

b- Experiencia regional e renovação artística

j- Deslocamento de artistas no territorio brasileiro. Irradiação artística. Evasão de artistas dos centos menores

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Projeto Arte no Brasil