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  • Registro ICAA
    1111387
    TÍTULO
    II Salão de Abril
    NOTAS

    Publicado originalmente como:

    BARATTA, Mário. II Salão de Abril. Fortaleza, 27 abr. 1946. Texto para conferência.

    DESCRIPCIÓN
    16p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Conferencias
    CITA BIBLIOGRAFICA
    BARATTA, Mário. II Salão de Abril. In: ESTRIGAS. O salão de abril. Fortaleza: Fundação Cultural de Fortaleza - PMF; UFC, 1994. p.44-59.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Salão de Abril (Fortaleza)
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Conferencia realizada en1946 durante la apertura del II Salão de Abril, en Fortaleza, capital del estado de Ceará; en ella, Baratta critica la salida de los artistas locales (en busca de otros parámetros artísticos) y el consecuente achatamiento respecto a la calidad de las muestras que se realizan en ese estado del noreste brasileño. El autor penetra en las dificultades con que operan aquellos que permanecen en Ceará para hacer su trabajo artístico a mediados de la década de los cuarenta.

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Resumen

Fala de 46 na abertura do II salão de abril, na qual Baratta faz referencia a saida de artistas que abandonaram o ceará e ao rebaixamento da qualidade das mostras em Fortaleza, reitera que os artistas enfrentam as mesmas dificuldades para fazer seu trabalho. O texto vale por uma frase na qual manifesta: "Gostaríamos de expor a nossa arte, mas não achamos justo que ao lado do algodão que o Ceará exporta sem fiar, da cera que exporta sem industrializar, dos minérios que exporta sem fundir, junt-se um novo gênero- pintores que exportam sem aproveitar. Assim foi Vicente Leite, foi Cela, foi Bandeira, foi Inimá, foi Ademir, foi Siqueira".

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Comentarios críticos

El momento culminante del texto es la frase en que Baratta manifiesta: “Quisiéramos mostrar nuestro arte, aunque no es justo hacerlo al lado del algodón que Ceará exporta sin hilar, de la cera que exporta sin industrializar, de los minerales que exporta sin fundir. Y se aúna a todo esto un nuevo género: los pintores que exportan sin aprovechar, y que es el caso de Vicente Leite, [Raimundo] Cela, [Antonio] Bandeira, Inimá [de Paula], Ademir [Martins] y Siqueira”.

 

[Respecto a la SCAP (Sociedade Cearence de Artes Plásticas) y sus artistas, véase en el archivo digital ICAA los textos de Baratta “Aldemir Martins e a pintura” (doc. no. 1110782); “De como deve ser visto o binômio Clã-SCAP” (doc. no. 1111385) y “Exposição cearense” (doc. no. 1111388); “Pincéis e violinos” (doc. no. 1110784); y la carta de Mario de Andrade (doc. no. 1110783). Hay también de José Roberto Teixeira Leite “Raimundo Cela: um pioneiro esquecido” (doc. no. 1110790); y de Ronaldo Brito “Trágico moderno” (doc. no. 1110423). Además, consúltense en torno al Ceará: de Vera Lúcia Alburquerque de Moraes “Abrindo a revista” (doc. no. 1110770); de Aluízio Medeiros “Uma exposição e a história de dois grupos” (doc. no. 1110776); y de Barboza Leite (sin título) [“A arte preside o destino da humanidade (…)”] (doc. no. 1110786)].

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Comentarios críticos

j- Deslocamento de artistas no territorio brasileiro. Irradiação artística. Evasão de artistas dos centos menores

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Investigador
Equipe Brasil: Ana Maria Moraes Belluzzo
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Arquivo Heloisa Juaçaba