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Resumen

Testimonio de 1988 del crítico de arte Mário Baratta donde se ve retrospectivamente tanto la formación como la actuación del grupo de artistas y escritores responsables de la revista Clã [Clan] y de la SCAP (Sociedade Cearense de Artes Plásticas), a mediados de los años cuarenta en el estado de Ceará. A juicio de Baratta, ambas fueron “expresión cultural de una época” de importancia en el desarrollo cultural y artístico en ese estado del noreste brasileño. Aunadas fueron importante aporte para fijar las condiciones de un pensamiento artístico que reflejaba el clima general de ese período. Por otra parte, en una ciudad como Fortaleza, capital del estado de una “provincia” lejana de los centros político-económicos del país, pudo consolidarse una estética genuina que, en opinión del autor, está objetivada en los poemas de Antonio Girão Barroso, en los sonetos de Otacílio Soares y en las pinturas de Aldemir Martins, Antonio Bandeira, Inimá de Paula y Jean-Pierre Chabloz.

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Resumen

O depoimento do crítico de arte Mário Baratta revê, em 1988, a formação e a atuação do grupo de artistas e escritores responsável pela criação da revista "Clã" e da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP), em meados da década de 1940, no Estado do Ceará. Para o autor, "Clã" e SCAP são a "expressão cultural de uma época", importantes no desenvolvimento da literatura e das artes plásticas cearenses. Juntas, a publicação e a agremiação de intelectuais contribuíram para estabelecer as condições de um pensamento artístico que refletia o clima e as inquietações daquele período. E, ademais, numa cidade como Fortaleza, "província" afastada das capitais política e econômica do país, onde, a partir de então, se consolidaria uma estética própria, que, na opinião de Baratta, está presente nos poemas de Antonio Girão Barroso, nos sonetos de Otacílio Soares e nas pinturas de Aldemir Martins, Antonio Bandeira, Inimá de Paula e Jean-Pierre Chabloz.

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Comentarios críticos

La SCAP (Sociedade Cearense de Artes Plásticas) se forma hacia 1944, en Fortaleza, de inicio como taller y luego como punto de encuentro de artistas y críticos de la ciudad. Posteriormente, los horizontes de la SCAP se amplían procurando impulsar la producción artística local con actividades que iban desde la organización de Salones, muestras y conferencias hasta cursos de formación artística. Hasta 1958, la SCAP fue un puntal en la promoción del arte moderno en el estado de Ceará al conjugar autores como Mário Baratta y artistas de cierta proyección como Antonio Bandeira, Inimá de Paula y Aldemir Martins. De las entrañas del gremio surge el CLA (Clube de Literatura e Artes), cuyas siglas dieron nombre a la revista Clã, publicación que cubre cuatro décadas (1946?88), divulgando textos sobre literatura, artes plásticas, teatro y cine.

 

[Respecto a la SCAP, véase en el archivo digital ICAA escrito por Baratta “Aldemir Martins e a pintura” (doc. no. 1110782); “Exposição cearense” (doc. no. 1111388); “Pincéis e violinos” (doc. no. 1110784);  y la carta de Mario de Andrade (doc. no. 1110783). Se hallan a la disposición, también, asuntos en torno a participantes de la agremiación y de la mencionada revista: de José Roberto Teixeira Leite “Raimundo Cela: um pioneiro esquecido” (doc. no. 1110790); y de Ronaldo Brito “Trágico moderno” (doc. no. 1110423). Además, consulte de Vera Lúcia Alburquerque de Moraes “Abrindo a revista” (doc. no. 1110770); de Aluízio Medeiros “Uma exposição e a história de dois grupos” (doc. no. 1110776); y de Barboza Leite (sin título) [“A arte preside o destino da humanidade (…)”] (doc. no. 1110786)].

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Comentarios críticos

A Sociedade Cearense de Artes Plásticas se forma em 1944, em Fortaleza, como ateliê e ponto de encontro para artistas e críticos da cidade. Logo o objetivo da SCAP se ampliaria, a fim de impulsionar a produção local de arte, por meio de atividades que compreendem a organização de salões, mostras e conferências, além de cursos de formação artística. Até 1958 a sociedade desempenharia papel importante na afirmação da arte moderna no Ceará, reunindo autores como Mário Baratta e artistas como Antonio Bandeira, Inimá de Paula e Aldemir Martins. Da agremiação sairia, ainda, o Clube de Literatura e Artes, cujas iniciais deram nome à revista "Clã", publicada entre 1946 e 1988, com textos sobre literatura, artes plásticas, teatro e cinema.

 

Ver também:

BARATTA, Mário. O líder da renovação. In: ESTRIGAS (Nilo Firmeza). Arte Ceará: Mário Baratta: o líder da renovação. Fortaleza: Museu do Ceará; Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, 2004. p.14-25.

 

b- Agrupamentos e movimentos de renovação artística (década de 30 e40)

b- Experiencia regional e renovação artística

e- Agremiações, Alianças, modelos de atuação e organização da cultura. Em apoio a arte moderna, dec 20, 30,40

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Projeto Arte no Brasil