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Resumen

Olívio Tavares de Araújo presenta la exposición de Evandro Carlos Jardim, a su juicio un artista serio, íntegro y atenido a los valores permanentes del arte. Percibe que, por vez primera, expone pintura al lado de sus grabados (técnica por la cual es mayormente conocido). Explica que existe una honda unidad en su obra, la cual consta de un único proyecto plástico que procura, de modo obsesivo, documentar el universo que lo involucra así como todo lo que percibe, mira y siente. En el texto se comentan las diversas series que amplían el círculo de referencias, objetos e imágenes, tan reincidentes, que de lo cotidiano pasan a lo fantástico. En opinión de Araújo, para el artista, el grabado no sólo es una técnica sino un lenguaje, comentando el proceso de modificaciones y transformaciones que se lleva a cabo en la matriz y las pruebas únicas que resultan de cada etapa de las series de imágenes. El autor destaca, inclusive, la sutileza de su arte, el cual puede pasar desapercibido a sensibilidades menos agudas. 

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Resumen

Olívio Tavares de Araújo apresenta a exposição de Evandro Carlos Jardim, que considera um artista sério, íntegro e que se atém a valores permanentes da arte. Nota que pela primeira vez expõe pintura ao lado de suas gravuras, técnica na qual é mais conhecido. Explica que há uma profunda unidade em sua obra, que se constitui de um só projeto plástico, que trata de documentar obsessivamente o universo que o cerca e tudo que percebe, enxerga e sente. Fala das diversas séries que vão expandindo o círculo de referências e os objetos e imagens recorrentes que de cotidianas se tornam fantásticas. Afirma que a gravura, para o artista, não é só técnica, mas linguagem. Comenta o processo de modificações e transformações que realiza na matriz e as provas únicas resultantes de cada etapa das séries de imagens. Destaca a sutileza de sua arte, que pode passar despercebida a sensibilidades menos apuradas.

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Comentarios críticos

Se trata de un texto fundamental para entender la obra gráfica de este artista que parte tanto de la idea de “series” como del persistente concepto joyceano de “work-in-progress”. La muestra en cuestión se llevó a cabo en 1986, en la Galeria de Arte São Paulo, de la misma ciudad.

 

Evandro Carlos Jardim (n. 1935) es grabador, dibujante y pintor. En los sesenta da inicio a su trayectoria artística, cuando simultáneamente es profesor en la Escola de Belas Artes, de la FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) —donde a veces expone— y en la Universidade de São Paulo, institución que le otorga el doctorado en artes. Su actividad didáctica fue responsable de la formación de varias generaciones de artistas que trajeron para sí una fuerte influencia de su trabajo, inicialmente visto como mero virtuosismo. Sin embargo, a partir de los sesenta, su obra muestra un incuestionable rigor conceptual. Al respecto, Yvoty Macambira escribió el libro Evandro Carlos Jardim (São Paulo: Edusp, 1998).

 

Olívio Tavares de Araújo es periodista y crítico de arte. Durante los años sesenta, tuvo a su cargo la columna de arte en el diario Estado de Minas y, en la década siguiente, lo hizo en la Veja de gran circulación nacional. Publicó algunos libros, realizando además algunas películas y organizando exposiciones sobre artistas brasileños. 

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Comentarios críticos

Texto fundamental para compreensão da obra gráfica do artista a partir da idéia das séries e de um "work in progress" contínuo. A exposição de Evandro Carlos Jardim foi realizada em novembro e dezembro de 1986 na Galeria de Arte São Paulo, em São Paulo. Evandro Carlos Jardim é gravador, desenhista e pintor. Inicia sua trajetória artística na década de 1960, simultaneamente como artista e professor universitário, lecionando na Escola de Belas Artes, na Faculdade Armando Álvares Penteado e na Universidade de São Paulo, onde obtém o título de Doutor em Artes. Sua atividade didática foi responsável pela formação de várias gerações de artistas com forte influência de seu trabalho que, inicialmente visto como apenas virtuoso, mostrou, a partir do final da década de 1980, importante vigor conceitual. Olívio Tavares de Araújo é jornalista e crítico de arte. Durante a década de 1960 escreve a coluna de arte do Estado de Minas e na década seguinte na revista Veja, de grande circulação nacional. Publica diversos livros, realiza filmes e organiza exposições sobre artistas brasileiros.

 

Ver também:

MACAMBIRA, Yvoty. Formação escolar e inserção no meio profissional e artístico. In: MACAMBIRA, Yvoty. Evandro Carlos Jardim. São Paulo: Edusp, 1998, p. p.81-82.

 

i- A linguagem gravada, na sociedade industrial. Expressão. Grafia. Matriz e Reprodução.

n- Consistência da gravura

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Investigador
Marco Andrade
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consentimento do autor
Localización
Biblioteca do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo