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  • Registro ICAA
    1111283
    TÍTULO
    Mineiros no Centro Cultural / Mario Ramiro
    IN
    Guia das artes ( São Paulo, Brasil). --- No. 24 (1990)
    DESCRIPCIÓN
    p. 62- 64 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Reseñas
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Ramiro, Mario. "Mineiros no Centro Cultural." Guia das Artes (São Paulo, Brazil), no. 24 (1990): 62- 64.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Ateliê Coletivo - BH; Renault, Claudia
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Mario Ramiro comenta Construção Selvagem, una muestra que aglutina a artistas de Minas Gerais y llevada a efecto en el Centro Cultural São Paulo. El autor valora la oportunidad que otorgan las exposiciones colectivas debido a la convivencia y reflexión resultantes, mostrando su simpatía por las diferencias surgidas. Obvia la presencia tanto de críticos como de discursos de índole legitimadora. Por otra parte, revela la organización del grupo y la referencia constructiva dada a ellos por Hélio Oiticica. Señala que los artistas de la agrupación son altamente sensibles al arte popular y a las culturas primitivas, además de considerar técnicas inventivas, los procedimientos de apropiación, el serialismo, la geometría aplicada; todos ellos, confiesa, adoptan una paleta de colores puros y procesos de “deconstrucción”. Subraya el enfoque seguido hacia las materias orgánicas no industriales y a los modos de ocupación del espacio. Rechaza vehementemente el término “salvaje” (incluido en el título de la muestra), postulando que se trata, desde otra perspectiva, de la voluntad de una anarquía creativa; algo ausente y difícil de ver, a su juicio, en la expresión artística contemporánea.

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Resumen

Mario Ramiro comenta exposição "Construção Selvagem" de artistas de Minas Gerais, realizada no Centro Cultural São Paulo. Aprecia a oportunidade proporcianada pelas exposições coletivas para a convivência e a reflexão, com simpatia pelas diferenças. Dispensa a presença de críticos e discursos legitimadores. Comenta a organização do grupo e a referência construtiva dada por Hélio Oiticica. Percebe os artistas do grupo sensibilizados pela arte popular e culturas primitivas, pelas técnicas inventivas, por procedimentos da apropriação, serialismo, geometrização, adotam paleta de cores puras e processos de desconstrução. Destaca a aproximação às matérias orgânicas não industriais, e modos de ocupação do espaço. Refuta o termo "selvagem", presente no título da mostra, ponderando que se trata da vontade de uma anarquia criativa, ausente e difícil na expressão contemporânea.

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Comentarios críticos

En el artículo se comenta la muestra Construção Selvagem, realizada tanto en Belo Horizonte (Minas Gerais) como en el Centro Cultural São Paulo. Los artistas seleccionados para la muestra fueron: Marconi Drummond, Ricardo Homen, Solange Pessoa, Cristiano Rennó, Roberto Bethônico, Claudia Renault y Mabe Bethônico. Por otra parte, los artistas específicamente ligados al taller colectivo, en la capital de Minas Gerais eran, a su vez: Marconi Drummond, Roberto Bethônico, Junia Pena, Fabiola Moulin, Ricardo Homen, Solange Pessoa, Nydia Negromonte y Mabe Bethônico. El grupo, formado en 1989, estuvo actuante hasta 1991, pudiendo realizar las exhibiciones siguientes: Primeira Mostra do Desenho Simulado; Poética do Acaso y Construção Selvagem, lo cual constituyó, sin duda, una renovación en el arte contemporáneo de Belo Horizonte. Del grupo, quien innegablemente descolla es Mabe Bethônico, quien participará de las versiones XXVII y XVIII de las Bienales de São Paulo.

Mario Ramiro es artista y formó parte del grupo 3Nós3 [TresNosotrosTres] con los artistas Hudinilson Jr. y Rafael França con miras a desarrollar una acción conjunta y dirigida al espacio urbano en 1979. Sus actividades en São Paulo continuaron hasta 1982. Posteriormente, Mario Ramiro se dedicó a obras involucradas con tecnología y experiencias de índole científica. En la actualidad, es profesor de la ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). 

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Comentarios críticos

O artigo comenta a exposição "Construção Selvagem", realizada nem Belo Horizonte, Minas Gerais, e no Centro Cultural São Paulo, em São Paulo. Integraram a mostra: Marconi Drummond; Ricardo Homen; Solange Pessoa; Cristiano Rennó; Roberto Bethônico; Claudia Renault e Mabe Bethônico. Fazem parte do ateliê coletivo de Belo Horizonte os artistas Marconi Drummond; Roberto Bethônico; Junia Pena; Fabiola Moulin; Ricardo Homen; Solange Pessoa; Nydia Negromonte e Mabe Bethônico. O grupo, formado em 1989, realizou até 1991 as mostras: "Primeira Mostra do Desenho Simulado"; "Poética do Acaso" e "Construção Selvagem", e constitui uma renovação da arte contemporânea em Belo Horizonte, destacando-se Mabe Bethônico, que participará das XXVII e XVIII Bienais de São Paulo. Mário Ramiro é artista. Fez parte do grupo 3Nós3, atuante entre 1979 e 1982 em São Paulo. Desenvolve obras com interesse na tecnologia e experimentações científicas, e é professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

 

Ver também:

SEBASTIÃO, Walter. Novos mineiros no galpão. Guia das Artes, São Paulo, n. 27, 1991.

 

g- Herança construtiva e construções sem utopia

m- Estratégias de visibilidade local e intercâmbio cultural

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Investigador
Marco Andrade
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consetimento de Mario Ramiro, São Paulo, BR
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP