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Resumen

Tadeu Chiarelli presenta la muestra de Cláudio Mubarac, observando en ella que el grabado en metal pasa por un proceso de autoconocimiento en las manos del artista influenciado (a juicio del autor) por Evandro Carlos Jardim. Esto convierte al grabado y a la propia estampa en temas reincidentes en la producción de Mubarac, destacando así los procedimientos que configuran su imaginario bajo la influencia de la obra de Mira Schendel. Pero hubo un cambio radical en la obra de Mubarac cuando introduce la imagen corporal vía chapa de rayos X haciéndolo etéreo. En su texto, Chiarelli se compenetra en la idea de “corporificación” de los grabados (convertidos en tridimensionales y matéricos), los cuales nos remiten hasta la matriz. Con este artista, la chapa dorada alcanzaría su “grado cero”.

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Resumen

Tadeu Chiarelli apresenta a exposição de Cláudio Mubarac. Observa que a gravura em metal passa por processo de auto-conhecimento na mão de artistas que foram influenciados por Evandro Carlos Jardim, tornando a gravura e a própria estampa temas recorrentes em suas obras. Ao lado de outros artistas, está Mubarac, do qual destaca procedimentos para formação de seu imaginário e a influência de Mira Schendel. A mudança na obra de Mubarc é observada a partir da inserção da imagem do corpo através de uma chapa de raios x, que o torna evanescente. Chiarelli fala da corporificação das gravuras, tornadas tridimensionais e matéricas, que remetem à própria matriz. No uso de folhas de ouro, encontra o grau zero da gravura e da própria arte.

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Comentarios críticos

A finales de los años ochenta, hubo un salto cualitativo en el grabado hecho en São Paulo cuando ciertos artistas formados bajo la orientación del maestro grabador Evandro Carlos Jardim son aquellos cuyos procesos artesanales gráficos cobran otros valores no convencionales. Tal es el caso de Cláudio Mubarac quien, junto a Laurita Salles, Marco Buti, Alberto Alexandre Martins y Elisa Bracher montan los cimientos innovadores para la producción y muestra de grabados.

Cláudio Mubarac es artista y docente de la ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). En la década de los ochenta, organizo y dirigió el taller de grabado del Museu Lasar Segall.

Tadeu Chiarelli, curador y actual director de la Pinacoteca do Estado de São Paulo, es autor de investigaciones y curadurías en el campo fotográfico y del arte brasileño de los siglos XIX y XX. En ellas, establece los vínculos entre el arte y la fotografía con el mundo artístico y sus circuitos, enfatizando instancias sociales. Le cabe haber ejercido un papel fundamental en la reflexión y difusión de la fotografía como elemento vertebral en la producción artística nacional de las últimas décadas.

[Para más información, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos de Tadeu Chiarelli: “15 artistas brasileiros: colocando dobradiças na arte contemporânea = Putting Hinges on Contemporary Art” (doc. no. 1110500); “Amanhã hoje: Casa triângulo de 1988 a 1995” (doc. no. 1111344); “Apontamentos para um mapa das artes plásticas em São Paulo durante 1985” (doc. no. 1111351); “Apropriações: o lugar da arte como questão” (doc. no. 1111252); “Armadilhas para Narciso” (doc. no. 1111253); “Considerações sobre o uso de imagens de segunda geração na arte contemporânea” (doc. no. 1110502); “Da arte nacional brasileira para a arte brasileira internacional” (doc. no. 1075144); “Emmanuel Nassar: erudito e popular” (doc. no. 1110457); “Fotografía en Brasil: años 90 = Photography in Brazil in the 1990s” (doc. no. 1110894); “A gravura paulista significa” (doc. no. 1111251); “Jac Leirner” (doc. no. 1111254); “La mirada contaminada: otras fotografías = The contaminated gaze: other photographies” (doc. no. 1110893); “Realidade e simulacro” (doc. no. 1111255); “Uma realidade... dilacerante: a produção de Nazareth Pacheco = Nazareth Pacheco’s output: a lacerating reality” (doc. no. 1111059); “Sobre a fotografia brasileira atual = On current Brazilian photography” (doc. no. 1110895); “Sobre as pinturas de Mônica Nador” (doc. no. 1111256); y “O tridimensional na arte brasileira dos anos 80 e 90: genealogias, superações” (doc. no. 1111352)].

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Comentarios críticos

A gravura produzida em São Paulo dá um salto qualitativo a partir do final da década de 1980, quando artistas formados pelo gravador Evandro Carlos Jardim, revalorizam os processos gráficos artesanais. É o caso de Cláudio Mubarac que, juntamente com Laurita Salles, Marco Buti, Alberto Alexandre Martins e Elisa Bracher constituem novas bases para a produção e a exibição de gravuras. Cláudio Mubarac é artista e professor doutor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi orientador e coordenador do ateliê de gravura do Museu Lasar Segal na década de 1980. O crítico e historiador de arte Tadeu Chiarelli mostra um interesse específico pelos procedimentos de citação e apropriação de imagens na construção das obras artísticas. Foi o curador da exposição "Imagens de Segunda Geração", organizada no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo em 1987 e curador - chefe do Museu de Arte Moderna de Sâo Paulo.

 

Ver também:

SCARINCI, Carlos. Cláudio Mubarac. Galeria, São Paulo, n.20, 1990, p.78.
CHIARELLI. Tadeu. A gravura paulista significa. In: JARDIM, Evandro Carlos. Gravura Paulista. São Paulo: Galeria de Arte São Paulo, 1995.

 

i- A linguagem gravada, na sociedade industrial. Expressão. Grafia. Matriz e Reprodução.

n- Valorização de aspectos intrínsecos às artes plásticas

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Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP