Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1111221
    TÍTULO
    Aspectos do não-objetualismo no Brasil, AMARAL, Aracy. Aspectos do não-objetualismo no Brasil. Medellin, maio 1981. / Aracy Amaral
    DESCRIPCIÓN
    16 leaves
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Hoja Mecanografiada – Conferencias
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Amaral, Aracy. "Aspectos do não-objetualismo no Brasil." May 1981. Typed manuscript. Personal  archives of Aracy A. Amaral, São Paulo, Brazil.
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Partiendo de constatar un carácter festivo, osado y sin límites entre lo social y lo artístico en América Latina, la crítica Aracy Amaral está convencida de que existe un vínculo integral entre la creatividad y la connotación política; asunto que tornaría singulares, en un amplio sentido, las manifestaciones artísticas de cuño no objetual. Refiriéndose a los artistas que se valen del cuerpo, percibe que no transmiten dramaticidad ni violencia, como en otros países. Atisba un cierto esoterismo en las manifestaciones de arte efímero con nexos en las fiestas populares o bien en el carnaval. Ejemplifica con artistas como Hélio Oiticica y su arte ambiental; la crudeza en el uso de materiales precarios por parte de Artur Barrio; y el aspecto lúdico e irónico en Ivald Granato. Por otra parte, Amaral da énfasis al neoconcretismo y a la transición de sus propuestas en el espacio urbano; describe propuestas de otros dos artistas de Río de Janeiro: Lygia Clark y Antonio  Manuel, recordando las experiencias pioneras de Flávio de Carvalho y de Wesley Duke Lee en São Paulo. Aprovecha para señalar propuestas de ese tenor que se dieron tanto en el MAM-Río como otras organizadas por ella misma en São Paulo. Finalmente, pone en destaque obras de tenor conceptual, intervenciones urbanas y arte postal, subrayando las propuestas de Cildo Meireles. A su juicio, el distanciamiento del artista con relación al público merece una alerta, ya que dicha aproximación es necesaria para tornar efectivo su compromiso social.

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Resumen

Aracy Amaral parte da constatação de um caráter festeiro, aventureiro, e da ausência de limites entre o social e o artístico no Brasil, para afirmar que na América Latina há uma integração entre criatividade e conotação política, em sentido amplo, que singulariza as manifestações não-objetuais locais. Em relação aos artistas que utilizam o corpo, percebe que não há dramaticidade ou violência, como em outros países. Nota certo esoterismo nas manifestações de arte efêmera, que a relaciona com as festas populares e o carnaval. Cita a arte ambiental de Hélio Oiticica, a violência do uso de materiais precários em Artur Barrio; o aspecto lúdico e irônico de Ivald Granato. Enfatiza a importância do neoconcretismo e a transição de suas propostas para o espaço urbano. Descreve propostas de Lygia Clark e Antonio Manuel. Lembra das experiências pioneiras de Flávio de Carvalho e de Wesley Duke Lee. Aponta propostas de participação realizadas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e outros organizados pela própria autora em São Paulo. Refere-se ainda às obras de caráter conceitual, intervenções urbanas e arte postal. Destaca proposições de Cildo Meireles. Ressalta finalmente o afastamento dos artistas em relação ao público, julgando necessária esta aproximação para efetivar o compromisso social do artista.

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Comentarios críticos

 

El texto es, sin duda, una de las primeras tentativas de revisión histórica de eventos, muestras, obras y artistas brasileños, los cuales hicieron propuestas experimentales ya sea de naturaleza conceptual o bien de tipo no objetual. La ponencia se presentó en el I Simposio sobre arte no objetual, llevado a cabo en Medellín (Colombia), en mayo de 1981. Fue integrado en una selección de ensayos de Aracy Amaral, en 1983, en el libro Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer (1961?1981).

 

Aracy A. Amaral (n. 1930) posee una amplia trayectoria administrativa, y tanto académica como de práctica curatorial. Ha sido directora de la Pinacoteca do Estado de São Paulo (1975-79) y, posteriormente, del MAC-USP (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, 1982-86). En la actualidad es profesora-titular de Historia del Arte en la FAU-USP. Es la autora de innumerables libros en torno al arte brasileño; entre ellos, Tarsila, sua obra e seu tempo (São Paulo: Editora 34/EDUSP, 2010); Textos do Trópico de Capricórnio — artigos e ensaios (1980?2005) en tres volúmenes (São Paulo: Editora 34, 2006); Arte para quê? A preocupação social na arte brasileira 1930?1970 (São Paulo: Nobel, 2003); y Artes Plásticas na Semana de 22 (São Paulo: Perspectiva, 1970).

 

En relación a este texto, véase de Aracy Amaral “Does present day Latin American art…” [doc. no. 776786]; de Juan Acha “Does present-day Latin American art exist as a distinct expression?” [doc. no. 1065080]; y de Marta Traba “¿Existe el arte latinomaericano como una expresión artística distinta?” [doc. no. 1065742].

 

Para más información, consúltese “Speak Out! Charla! Bate-Papo!: Contemporary Art and Literature in Latin America, A Simposium at The University of Texas at Austin, 1975”, Héctor Olea, Mari Carmen Ramírez y Tomás Ybarra-Frausto, Critical Documents of 20th-Century Latin American and Latino Art (volume 01) Resisting Categories: Latin American and/or Latino? (Houston: The Museum of Fine Arts, Houston/International Center for the Arts of the Americas, 2012), págs. 740-753.

 

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Comentarios críticos

Trata-se de uma primeira tentativa de revisão histórica de eventos, exposições, obras e artistas que desenvolveram, no Brasil, propostas experimentais de caráter conceitual ou não-objetualista. A comunicação foi apresentada no I Simpósio sobre arte não-objetual realizado em Medellin, na Colômbia, em maio de 1981, e posteriormente publicado, em 1983, na coletânea de textos da autora Arte e meio artístico: entre a feijoada e o x-burguer (1961-1981). Aracy Amaral é historiadora e crítica de arte. Teve atuação relevante durante a década de 1970, realizando a Expo-Projeção 73 e o evento radiofônico "O som é você", junto ao artista francês Fred Forest, na rádio Jovem Pan. Foi diretora da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

 

k- Emergência precoce da arte conceitual na América Latina

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Investigador
Marco Andrade
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Courtesy of personal archives of Aracy A. Amaral, São Paulo, Brazil
Localización
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo