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Resumen

Rodrigo Naves entrevista a la galerista Raquel Arnaud, cuyas actividades en el medio artístico brasileño —según relata— se inician en el MASP (Museu de Arte de São Paulo) entre 1968 y 1971, bajo la orientación de su fundador y director, Pietro Maria Bardi. En la década de los setenta pasa a trabajar en la galería Colletio, lo cual la pone en estrecho contacto con artistas de la talla de Willys de Castro, Hércules Barsotti y Tuneu. Finalmente, asociada a Mônica Figueiras, abre la galería que le dio renombre: Gabinete de Artes Gráficas. En dicho período inicial Arnaud es contratada como asesora por Arte Global. De dichas experiencias entremezcladas nace el fortalecimiento de vínculos que establece con aquellos artistas enfocados hacia la veta constructiva (y los cuales pasa a representar), siendo los escultores Amílcar de Castro y Sérgio Camargo los principales. La entrevistada habla en profundidad sobre artistas de calidad a los que tuvo acceso y cuyas obras colocó en acervos de importancia, amén de realizar exposiciones en espacios públicos. Se subraya que, más allá de las publicaciones de la galería, tuvo que actuar como productora a procura de la captación de recursos.

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Resumen

Rodrigo Naves entrevista a galerista Raquel Arnaud, cuja atividade no meio artístico teve inicio no Museu de Arte de São Paulo, de 1968 a 1971, sob a orientação do diretor Pietro Maria Bardi. Nos anos 1970, Arnaud iria trabalhar na Colletio, aproximando-se dos artistas Willys de Castro, Hércules Barsotti e Tuneu, e abrindo o Gabinete de Artes Gráficas, com Mônica Filgueiras. No mesmo período é contratada pela Arte Global. Nessas duas últimas experiencias de trabalho irão se fortalecer os laços com artistas de orientação construtiva, que passaria a representar, tais como Amílcar de Castro e Sergio Camargo. Arnaud discorre sobre sua relação com artistas de qualidade, o propósito de colocar obras em acervos e realizar exposições em espaços públicos, sobre a divulgação da arte através de publicações da galeria, além de atuar muitas vezes como produtor, na captação de recursos.

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Comentarios críticos

En el texto de presentación del libro Raquel Arnaud e o Olhar Contemporâneo, el crítico Rodrigo Naves asegura que la trayectoria de la galerista se confunde con un período en el arte brasileño donde sus actividades se diversificaron y se profesionalizaron, en los ámbitos público y privado. En otras palabras, la producción artística ganaba consistencia. Muchas veces mal vista en Brasil, la profesión del marchand se equipara tanto a la ambición sin límites como a lo negativo que proyecta la injerencia comercial en el arte. Para Naves, el desempeño de Arnaud fue fundamental para el medio artístico local, inclusive para el trabajo de la crítica de arte en el meollo inconsistente aún de los años setenta. En la actualidad, además de dirigir el Gabinete de Arte Raquel Arnaud, la galerista es presidenta del IAC (Instituto de Arte Contemporânea), asociado al Centro Universitário Maria Antônia de la Universidade de São Paulo.

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Comentarios críticos

No texto de apresentação do livro Raquel Arnaud e o Olhar Contemporâneo, o crítico Rodrigo Naves afirma que o percursoa de Arnaud se confunde com o período em que o meio artístico brasileiro se diversificou e profissionalizou, tanto no âmbito público como no privado. A produção artística ganhava consistência. A profissão de marchand no Brasil é muitas vezes mal vista, pois no país a ambição sem limites leva a atividade comercial a ser vista como algo negativo. Para Naves, a atuação de Arnaud foi fundamental para o meio artístico local, inclusive para o trabalho dos críticos numa cena artística ainda inconsistente dos anos 1970. Hoje, além de dirigir o Gabinete de Arte Raquel Arnaud, a galerista é ainda presidente do Instituto de Arte Contemporânea - IAC, em associação com o Centro Universitário Maria Antonia da Universidade de São Paulo.

 

Ver também:

LAGNADO, Lisette. Entrevista: Thomas Cohn. Em: Galeria. São Paulo, Área, 1993, n.8;
LAGNADO, Lisette. Entrevista: Fernando Millan. Em: Galeria. São Paulo, Área, 1988, n.12.

 

m- Novo formato do empreendimento artístico e agenciamentos da sociedade de mercado

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Investigador
Equipe Brasil: Ana Cândida Avelar
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduced with permission of Rodrigo Figueira Naves, São Paulo, Brasil
Localización
Instituto de Arte Contemporânea