Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1111217
    TÍTULO
    Os novos museus
    IMPRENTA
    São Paulo, Brasil : Cebrap, out. 1991
    DESCRIPCIÓN
    9p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    ARANTES, Otília Beatriz Fiori. Os novos museus. Novos Estudos Cebrap, São Paulo: CEBRAP, v.1, n.31, p.161-169, out. 1991.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
Categorías Editoriales [?]
Resumen

A través de su formación filosófica, Otília Arantes analiza las transformaciones sufridas en el nexo espectador y obra de arte. Lo hace a partir de los cambios estructurales habidos en los museos, lo cual originó “nuevos museos” propuestos, a su vez, como locales de consumo. Su pensamiento se basa en la visión dialéctica de Theodor W. Adorno, quien los entiende como entidades que reflejan la ambigüedad del propio arte moderno, de este y de su público. Adorno se percata de que el espacio neutro del museo favorece la contemplación vista como experiencia individual. Por otra parte, añade la autora, las ideas sobre cine de Walter Benjamin confiaban ciegamente en que la recepción colectiva de la obra reproducida técnicamente sería un incentivo al proceso de conocimiento. Sin embargo, lo que sucede en la actualidad, en opinión de Arantes, es lo contrario: la masa aprecia la obra de arte de modo superficial, colocándola, incluso, entre los bienes de consumo. 

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Resumen

Otília Arantes analisa as transformações da relação entre espectador e obra de arte, a partir da mudança de estrutura dos museus que teria originado os "novos museus". Estes se propõem enquanto locais de consumo. Arantes pensa o museu moderno a partir de Theodor Adorno que, segundo ela, entenderia que os museus refletem as ambigüidades da própria arte moderna e da relação entre ela e o público. Para ele, o espaço neutro do museu favoreceria a contemplação da obra enquanto experiência individual. A autora lembra também as idéias de Walter Benjamin, que, pensando no cinema, entendia que a recepção coletiva da obra reproduzida tecnicamente poderia incentivar o processo de conhecimento; segundo Arantes, o que acontece atualmente é o contrário: a apreciação da obra de arte pela massa é superficial e se dá numa relação com um bem de consumo.

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Comentarios críticos

Para la investigadora Otília Arantes, los museos modernos —discutidos por el filósofo alemán Theodor W. Adorno— en poco tiempo han venido perdiendo espacio frente a los “nuevos museos”, los cuales, innegablemente, presentan una arquitectura que los asemeja a los centros comerciales. Según Adorno, no se trata de clausurar esta nueva versión museológica, una vez que es reflejo fehaciente de las contradicciones inherentes al arte moderno y a su público. Toda actitud contemplativa ante la obra (aún presente en estos) es considerada, hoy, una exquisitez dentro de la estructura del tempo museístico de consumo posmoderno. Si antes, la obra era neutralizada por la propia estructuración museográfica, en la actualidad, opina Arantes, es lo heterogéneo de la vida urbana lo que aparece “homogeneizado”, ajeno a los altibajos tan pronunciados en la sociedad contemporánea.

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Comentarios críticos

Segundo a filósofa Otília Arantes, os museus modernos, discutidos por Adorno, teriam perdido espaço em pouco tempo para os novos museus - estes, espaços de recreação coroados por uma arquitetura que se assemelha às de shoppings centers. Entretanto, para o filósofo da Escola de Frankfurt, não seria o caso de fechar os museus, pois refletem as ambigüidades da própria arte moderna e da relação entre ela e o público. A própria atitude de contemplação diante da obra, característica ainda presente no museu moderno, passa hoje a ser vista como afetação dentro da estrutura de templo de consumo do museu pós-moderno. Se antes a obra de arte era neutralizada pela estrutura museológica, atualmente, para Arantes, é a própria heterogeneidade da vida na cidade que lá aparece de forma homogênea, sem demonstrar os ruídos presentes na sociedade contemporânea.

 

Ver também:

ARANTES, O. B. F. Arte depois das vanguardas, Arte em Revista, Ano 5,  n.7, ago. 1983.
ARANTES, ARANTES, O. B. F. Os dois lados da arquitetura francesa pós-Beaubourg. Revista Novos    Estudos. CEBRAP. N. 22, outubro 1998.

 

m- Novo formato do empreendimento artístico e agenciamentos da sociedade de mercado

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Investigador
Equipe Brasil: Ana Cândida Avelar
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo