Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

www.mfah.org Home

IcaadocsArchive

Document first page thumbnail
  • Registro ICAA
    1111181
    TÍTULO
    O artista que vai e o que fica na América Latina
    IN
    Mirante das Artes (São Paulo, Brasil). --- No. 2 (mar./abr. 1967)
    DESCRIPCIÓN
    p. 32 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – notas
    CITA BIBLIOGRAFICA
    "O artista que vai e o que fica na América Latina." Mirante das Artes (São Paulo, Brazil), no. 2 (March/ April, 1967): 32.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

El resumen de este documento será subido próximamente.

 

Leia esta sinopse em português
Resumen

Notícia comentando artigo de Luis Felipe Noé. Noé diz que a responsabilidade do artista surqe quando este vai embora da America Latina e se integra ao movimento internacional, pois constrói prestígio para seu país. Noé acredita que seja mais importante ficar na América Latina e constituir uma cultura que rompa as fronteiras. Considera importante o prêmio atribuído a Robert Rauschenberg pela Bienal de Veneza, reconhecimento do fenômeno artístico dos Estados Unidos, e "traição" à arte européia. Para Noé, os artistas da America Latina deveriam seguir o mesmo caminho dos norte-americanos.

Vuelva a la sinopsis en español
Comentarios críticos

Los comentarios críticos de este documento serán subidos próximamente.

Leia este comentário crítico em português
Comentarios críticos

A veiculação das idéias do artista argentino Luis Felipe Noé no Brasil sobre o êxodo dos artistas da América Latina é oportuna e significativa, pois o mesmo processo começava a acontecer no Brasil. A partir do final da década de 1960 vários artistas brasileiros, por vontade própria ou por convite de artistas e críticos estrangeiros, rumam especialmente para Nova York, Londres, Paris e Milão, buscando carreiras internacionais. Esse panorama se agrava após o Ato Institucional n. 5, decreto da ditadura militar que proíbe manifestações coletivas e promove a cassação de pessoas com envolvimento político. Alguns artistas retornarão após a anistia de 1978. A revista Mirante das Artes foi publicada em São Paulo entre os anos 1967 e 1968, período no qual lançou 12 números. Editada por Pietro Maria Bardi, diretor do Museu de Arte de São Paulo, teve caráter democrático, veículo das idéias do editor, em contraponto ao mercado de arte instaurado.

 

Ver também:

[Numa nota da seção Pintura & Escultura]. Mirante das Artes, São Paulo, n.2, mar./abr. 1967, p.26.
M.B. Hirsch: fugitivo do Brasil, malgré soi. Mirante das Artes, São Paulo, n.7, jan. / fev.. 1968, p.14.

 

j- Expatriados voluntários

Vuelva al comentario crítico en español
Investigador
Marco Andrade
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP