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Resumen

Los autores se basan en un ensayo de Susan Sontag: “Contra la interpretación”. A través de él, la curaduría presenta la  20a Bienal Internacional de São Paulo para ilustrar la continuidad moderna que mantienen grandes artistas de varios países. El propósito de esta vigésima versión bienal es presentar parte de esta producción asumiendo una postura contra la interpretación general de su propuesta en abierto o en torno a un significado específico. Stella Teixeira de Barros está a cargo de la curaduría de obras brasileñas correspondientes al momento de “rompimiento de barreras estéticas e ideológicas motivado por la posmodernidad”. En las llamadas Salas Especiales se encontraba la muestra presentada por Gabriel Borba con obra de Francisco Vilanova Artigas y de Paulo Mendes da Rocha representantes de la “Arquitectura Paulista”; Casimiro Xavier de Mendonça presenta la sala “Pintura Abstrata, efeito bienal, 1954-1963”,y obras de abstracción informalista que marcaron el período indicado —referente a las primeras bienales y antes del Golpe Militar de 1964 que vino a desestructurar la propia idea original de la bienal; Cesar Luís Pires de Mello tuvo a su cargo la “Sala Especial Banco do Brasil” dedicada al escultor Modernista brasileño Victor Brecheret con dos piezas de Francisco Brennand, donadas a la Fundação Bienal; la artista Maria Bonomi, a su vez, encuadra el tributo al Meese-Impresor Octávio Pereira, aquel artista “discreto” responsable incipiente de la litografía en Brasil.

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Resumen

Baseado no ensaio de Susan Sontag "Contra a interpretação", o curador apresenta seu trabalho para a 20a Bienal, cujo objetivo seria demostrar a continuidade da revolução moderna feita por grandes artistas de várias partes do mundo. Destaca o trabalho dos outros curadores e afirma que a intenção desta Bienal, portanto de sua curadoria, é apresentar parte da produção contemporânea sem forçar uma interpretação geral sobre seu significado. Stella Teixeira de Barros apresenta a proposta da curadoria brasileira: "oferecer, de modo sintético, contexto que espelhe qualitativamente a rica multiplicidade de oscilações que este final de século cultiva em ritmos turbados". Esta proposta corresponderia ao momento de "rompimento das barreiras estéticas e ideológicas que a pós-modernidade propiciou". As salas especiais: Gabriel Borba apresenta as exposições de Vilanova Artigas e de Paulo Mendes da Rocha como representação mais fiel e clara da chamada "Arquitetura Paulista"; Casimiro Xavier de Mendonça apresenta a sala "Pintura Abstrata, efeito bienal, 1954-1963", reunindo obras do abstracionismo informal que marcaram ou foram influenciadas pelas bienais do período recortado; Cesar Luís Pires de Mello apresenta a "Sala Especial Banco do Brasil", dedicada a Victor Brecheret e a mostra de duas esculturas de Francisco Brennand, doadas à Fundação Bienal; Maria Bonomi apresenta a sala em homenagem ao Mestre-Impressor Octávio Pereira, artista "discreto" que teria sido o responsável pelo desenvolvimento da litografia no Brasil. A exposição com obras de Octávio Pereira "apresenta o inventário parcial de obras realizadas sob sua orientação e até mesmo participação", além de "exercícios gráficos, musicais e pictóricos".

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Comentarios críticos

Carlos Von Schmidt estuvo a cargo de la curaduría de la sección internacional de la muestra; João Cândido Galvão del sector Eventos Especiais; y Stella Teixeira de Barros de la sección nacional, aunada a la Comissão de Arte e Cultura. En conjunto, tratan de rescatar la división de la muestra por países, dejando de lado las analogías de lenguajes que implanta el profesor Walter Zanini anteriormente; vuelven a atribuirse premios lo cual genera polémica en la crítica y el medio artístico brasileño. 

 

Carlos Von Schmidt, crítico de arte, fue curador de las bienales de 1979 y 1989; Stella Teixeira de Barros tuvo a su cargo la División de Artes Plásticas del CCSP (2001-04), es profesora de Estética e Historia del Arte en la Faculdade de Arte Santa Marcelina (São Paulo); Casimiro Xavier de Mendonça ejerce la crítica de arte; Cesar Luís Pires de Melo, curador independiente; Maria Bonomi, artista plástica, que expuso en varias versiones anteriores de la Bienal de São Paulo con participación en varios eventos internacionales y formó parte del Conselho de Arte e Cultura de la XIV Bienal de São Paulo.

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Comentarios críticos

Carlos Von Schmidt foi curador da seção internacional da exposição; João Cândido Galvão foi responsável pelos Eventos Especiais; e Stella Teixeira de Barros organizou a seção nacional, juntamente com a Comissão de Arte e Cultura. Os novos curadores optam por resgatar a divisão da mostra por países, abandonando a organização por analogias de linguagem inaugurada por Walter Zanini no começo da década, e por voltar a atribuir premiações, ambas decisões que causaram muita polêmica entre os críticos e artistas na época. Carlos Von Schmidt, crítico de arte, foi curador das bienais de 1979 e 1989; Stella Teixeira de Barros dirigiu a divisão de artes plásticas do CCSP (2001-2004), é professora de Estética e História da Arte na Faculdade de Arte Santa Marcelina (São Paulo). Casimiro Xavier de Mendonça, crítico de arte. Cesar Luís Pires de Melo, curador independente. Maria Bonomi, artista plástica, expôs em diversas edições da Bienal de São Paulo e muitas outras exposições internacionais; integrou o Conselho de Arte e Cultura da XIV Bienal de São Paulo.

 

k- Atuação curatorial

m- Bienal de São Paulo

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Investigador
Polyana Canhete
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
From Carlos Von Schmidt. Arquivo Histórico Wanda Svevo /Fundação Bienal de São Paulo
Localización
Arquivo Histórico Wanda Svevo, Fundação Bienal de São Paulo