Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1111093
    TÍTULO
    Arte e interatividade: autor-obra-recepção / Julio Plaza
    IN
    Cadernos da Pós-graduação (Campinas, SP, Brasil). -- Vol. 4, no. 1 (2000)
    DESCRIPCIÓN
    p. 23-39
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Plaza, Júlio. "Arte e interatividade: autor-obra-recepção." Cadernos da Pós-graduação (Campinas, SP: Unicamp), vol.4, no.1, (2000): 23-39.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
Resumen

He aquí un análisis sobre los principales conceptos e interfaces teóricos en la historia del arte moderno y contemporáneo, de utilidad para la comprensión de los nexos autor-obra-receptor, así como también del arte interactivo. A juicio del autor, Julio Plaza, se dan tres facetas productivas en el arte: (1) la obra artesanal (imágenes de primera generación); (2) la industrial (imágenes de segunda generación); y (3) la electro-electrónica (imágenes de tercera generación). La última surge de la “interactividad tecnológica” (interfaces técnicas) donde se postula a la máquina como un nuevo y decisivo agente de instauración estética. Esta índole interactiva implica una nueva categoría artística. Quienes hurgan en el arte tecnológico están más interesados en los procesos de creación artística y de indagación estética que en producir obras propiamente acabadas. Las nociones de “interacción”, “interactividad” y “multisensorialidad” se intersecan hasta que llegan a retroalimentar nexos existentes entre arte y tecnología. El arte de las “telecomunicaciones”, esto es, la “telepresencia” y mundos virtuales compartidos, la creación asistida mutuamente en la red (heredera del arte postal), todos ellos levantan el problema de los cambios socioculturales vinculables al progreso tecnológico. Por otra parte, la “interactividad” no es solo funcionalidad de tipo técnico facilitador, sino que fuerza al espectador a una práctica transformadora, tanto física y psicológica como sensible. 


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Resumen

Trata-se da análise dos principais conceitos e interfaces teóricas na história da arte moderna e contemporânea para a compreensão das relações autor-obra-receptor e da arte interativa. Haveria, segundo o autor, três fases produtivas da arte: 1) a obra artesanal (imagem de primeira geração); 2) a industrial (imagens de segunda geração); 3) e a eletro-eletrônica (imagem de terceira geração). Esta última teria surgido com a interatividade tecnológica (interfaces técnicas) e colocaria a máquina como um novo e decisivo agente de instauração estética. A arte interativa seria uma nova categoria de arte. Os artistas tecnológicos estariam mais interessados nos processos de criação artística e de exploração estética do que na produção de obras acabadas. As noções de interação, interatividade e multisensorialidade se intersectariam e retroalimentariam as relações entre arte e tecnologia. A arte das telecomunicações, a telepresença e mundos virtuais compartilhados, a criação compartilhada em rede (herdeira da arte postal) problematizariam os câmbios sócio-culturais relacionados com o progresso tecnológico. A interatividade não seria somente uma comodidade técnica e funcional mas implicaria física, psicológica e sensivelmente o espectador em uma prática de transformação.

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Comentarios críticos

El artista de medios múltiples, profesor y teórico Julio Plaza (1938–2003) tuvo presencia en el arte conceptual y electrónico del Brasil; además, es un nombre reconocido en la configuración gráfica de varios poemas concretos. Al alimón con el poeta Augusto de Campos, produjo libros/objeto tales como Poemóbiles (1974) y la Caixa Preta (1975). Fue profesor del Departamento de Multiméios do Instituto de Artes da UNIcamp (en Campinas), así como también del Departamento de Artes Plásticas de la ECA/USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Organizó la exposición pionera de videotexto en Brasil: Arte pelo Telefone: Videotexto (São Paulo: Museu da Imagem e do Som, 1982), teniendo a su cargo la sala especial de nuevos medios de la 17ª Bienal de São Paulo (1983), momento inaugural del arte electrónico en el país. Plaza dedicó su tesis de doctorado (posteriormente publicada en libro) a una idea de traducción intersemiótica por medio de la cual se trasponen los textos literarios a códigos tanto visuales como sonoros. 

 

[El profesor Walter Zanini  —entonces director de Museu de Ate Contemporânea (USP)— dedicó dos de sus escritos a la producción de Plaza: uno sobre la muestra Poéticas Visuais, que puede consultar en el archivo digital ICAA en “As novas possibilidades = The new possibilities” (doc. no 1110585); y el otro en relación a este texto, “Primeiros tempos da arte/tecnologia no Brasil” (doc. no. 1111029)].

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos de Julio Plaza: “77: quase-apresentação” (doc. no. 1110719); “Arte e videotexto” (doc. no. 1111090); “Busca da dimensão mais firme para a realidade” (doc. no. 1110750); “Câmara obscura” (doc. no.  1110718); “Imagemega” (doc. no. 1111133); “Info foto: grafias” (doc. no. 1111091); “O livro como forma de arte (I)” (doc. no. 1111238); “O livro como forma de arte (II)” (doc. no. 1111239); “Mail-art: arte em sincronia” (doc. no. 1110592); “Manifiesto pro integración” (doc. no. 1110751); “Nem oito, nem oitenta: oi, tô aí” (doc. no. 1111270); “Poéticas visuais” (doc. no. 1110587); y “Transcriar” (doc. no. 1111237)]. 

 


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Comentarios críticos

O artista multimeios, poeta, teórico e professor Julio Plaza (Madri, Espanha 1938 - São Paulo SP 2003) é indissociável dos primórdios e da consolidação da arte tecnológica no Brasil, seja como artista/criador, seja como pensador e teórico, seja como organizador de mostras multimeios. Entre 1968 e 1975, juntamente com Augusto de Campos, realizou "Poemóbiles" e "Caixa Preta", poesias transformadas em objetos impressos tridimensionais. Nos anos 1980, organizou para o Museu da Imagem e do Som e Bienal de São Paulo mostras inaugurais do uso da telemática nas artes no Brasil. Plaza também criou obras importantes em holografia e motivou outros artistas a fazê-lo. Todo seu trabalho está ligado à tradução intersemiótica, ou seja, à transposição para novos mídia de peças literárias ou mesmo visuais, mantendo a estrutura e modo de funcionamento da obra original.

 

Ver também:

MACHADO, Arlindo. PLAZA, Julio. Artecnologia. São Paulo: Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), 1985. Catálogo de exposição.

 

k- Intuicão semiótica

l- arte e tecnologia. Interatividade e multisensorialidade

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Investigador
Equipe Brasil: Angelica de Moraes
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP