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Resumen

Texto escrito para o catálogo da exposição "Artecnologia", com curadoria dos dois autores para o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, realizada de 2 a 9 de setembro de 1985. Arlindo Machado e Julio Plaza, utilizando uma abordagem intersemiótica, analisam as características da produção artística que utiliza meios tecnológicos e os conceitos de intermídia e multimídia. Sustentam que o artista tecnológico detém o movimento progressivo-centrífugo da comunicação simbólica para substituí-lo pelo movimento centrípeto: o ícone. O olho do artista tecnológico tornaria dominante a dimensão icônica. A intermídia utilizaria diversos meios concomitantes; a videoperformance seria o uso teatral do video; a videoinstalação seria o uso do video no ambiente; a videoarte seria o vídeo como registro-ação-montagem; a fotografia interessaria por suas técnicas alternativas; o xerox por sua reprodutiblidade; a holografia para a criação de holopoemas; a microfilmagem como recurso artístico e a arte por computador colocada a serviço das artes gráficas, da música, da dança e da linguagem verbal.

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Arlindo Machado é um dos principais teóricos e historiadores da arte tecnológica ou eletrônica em atividade no Brasil. Professor do Depto. de Cinema, Rádio e Televisão da ECA-USP, tem extensa produção científica e vários livros sobre o tema. Exerce também atividades de curadoria, tendo organizado mostras como "A Arte do Vídeo no Brasil" (MAM-RJ, 1997) e "Brazilian Vídeo" (Washington, EUA). O artista multimeios, poeta, teórico e professor Julio Plaza (Madri, Espanha 1938 - São Paulo SP 2003) é indissociável dos primórdios e da consolidação da arte tecnológica no Brasil, seja como artista/criador, seja como pensador e teórico, seja como organizador de mostras multimeios. Entre 1968 e 1975, juntamente com Augusto de Campos, realizou "Poemóbiles" e "Caixa Preta", poesias transformadas em objetos impressos tridimensionais. Nos anos 1980, organizou para o Museu da Imagem e do Som e Bienal de São Paulo mostras inaugurais do uso da telemática nas artes no Brasil. Plaza também criou obras importantes em holografia e motivou outros artistas a fazê-lo. Todo seu trabalho está ligado à tradução intersemiótica, ou seja, à transposição para novos mídia de peças literárias ou mesmo visuais, mantendo a estrutura e modo de funcionamento da obra original.

 

k- Escritos e linguagem dos artistas conceituais. Poema objeto. Livros de Artista.

l- Artes e tecnologias

l- Experimentação com meios técnicos de produção de imagens audio visuais. Foto. Filme. Videoarte. Videoinstalação. Multimeios

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Investigador
Equipe Brasil: Angelica de Moraes
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP