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  • Registro ICAA
    1111060
    TÍTULO
    Espelhos e sombras
    DESCRIPCIÓN
    12p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Catálogos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    AMARAL, Aracy. Espelhos e sombras. In: AMARAL, Aracy. Espelhos e sombras. São Paulo: Museu de Arte Moderna; Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994. p.13-24. Catálogo de exposição.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Pedrosa, Adriano
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Entre las características que definen las manifestaciones de la nueva generación de artistas, a juicio de la curadora Aracy Amaral, había una serie de aspectos ajenos a los que caracterizaron la década anterior de los ochenta; una época marcada a fierro por el humor y una euforia hacia la recuperación de la pintura. Opina ella que la nueva generación parece recaer bajo el signo de una reafirmación del arte conceptual, bastante característico de la producción brasileña. La presencia de la muerte, la confrontación contra el tiempo y la memoria, el “abordaje, entre sensual y doloroso, del cuerpo y sus secreciones”, además de un “misticismo poco común” se dejan sentir en dicha producción. Tales asuntos no surgirían bajo el peso legitimador de “lo políticamente correcto” —predominante en las producciones europeas y norteamericanas— sino de una actitud de índole romántica donde la emoción se sobrepone a la racionalidad y en la cual se impone un foco rector de tipo individualista.

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Resumen

Para Aracy Amaral, dentre as características que marcam as manifestações da nova geração de artistas, há uma série de aspectos diversos da arte característica da década de 1980, período marcado por uma euforia da pintura e pelo humor. A nova geração parece estar sob o signo de uma reafirmação do conceitualismo bastante característico da produção brasileira. A presença da morte, o confronto com o tempo, com a memória, a "abordagem entre sensual e dolorosa do corpo e suas secreções" e um "misticismo inusual" se fazem sentir nessa produção, segundo a autora. Essas questões não surgiriam com o peso do "politicamente correto", predominante na produção européia e norte-americana, mas de uma atitude romântica, em que a emoção se sobrepõe à racionalidade e na qual se impõe um foco individualista.

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Comentarios críticos

En 1993, Aracy Amaral presenta la muestra Espelhos e Sombras, con curaduría suya y realizada en el Centro Cultural Banco do Brasil, Río de Janeiro, así como también en el Museu de Arte Moderna de São Paulo, con el propósito de trazar un panorama de la producción artística emergente en los noventa. Las investigaciones sobre la potencialidad tanto metafórica como simbólica del cuerpo (sobre todo el femenino) se hace sentir de modo intensísimo durante el período indicado, según lo identifica Amaral en su panorama histórico. Y lo explica de manera puntual con las varias acepciones que el asunto toma en obras de Nazareth Pacheco (donde se confunden el embellecimiento con la tortura); en la de Valeska Soares (que denomina “deterioro de la belleza efímera”); en la producción de Sandra Tucci (vía la connotación sexual y funesta de las flores), entre otras participantes. La curadora se esforzó en identificar las particularidades de cuño “romántico” en el contexto del país, aislándolas del discurso multicultural dominante en el escenario del arte internacional.

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Comentarios críticos

Aracy Amaral apresenta a exposição "Espelhos e Sombras", realizada sob sua curadoria em 1993, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, e no Museu de Arte Moderna de São Paulo, numa tentativa de traçar um panorama da produção artística brasileira emergente na década de 1990. As pesquisas em torno das potencias metafóricas e simbólicas do corpo, sobretudo o feminino, se faz sentir de maneira bastante intensa nesse período, como Aracy Amaral identifica nesse histórico panorama, explicitando pontualmente as várias acepções assumidas pela questão nas obras de Nazareth Pacheco (embelezamento e tortura confundidos), Valeska Soares ("deterioração da beleza efêmera"), Sandra Tucci (conotação sexual e funesta das flores), entre outras. A curadora faz questão de identificar as particularidades "românticas" da produção nacional, isolando-a do discurso multicultural dominante no cenário internacional.

 

Ver também:

MILLIET, Maria Alice. O corpo como destino. In: PACHECO, Nazareth. Nazareth Pacheco. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1993. Consultado em: PACHECO, Nazareth. Nazareth Pacheco: Jóias. 24ª. Bienal de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal, 1998.
CHIARELLI, Tadeu. Uma realidade... dilacerante: a produção e Nazareth Pacheco. In: PACHECO, Nazareth. Nazareth Pacheco. São Paulo: Valú Ória Galeria de Arte, 1997. Consultado em: PACHECO, Nazareth. Nazareth Pacheco: Jóias. 24ª. Bienal de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal, 1998.

 

c- polifonia e implosão narrativa das obras dos anos 90

d4- Gênero

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Investigador
Equipe Brasil: Maria Hirszman
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Courtesy of personal archives of Aracy A. Amaral, São Paulo, Brazil.
Coleção MAM RJ