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  • Registro ICAA
    1111021
    AUTOR
    Assumpção, Clóvis
    TÍTULO
    Um pintor bageense
    IMPRENTA
    Porto Alegre, Brasil : Coruja, maio 1948
    DESCRIPCIÓN
    1p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Crítica de arte
    CITA BIBLIOGRAFICA
    ASSUMPÇÃO, Clovis. Um pintor bageense. Quixote, Porto Alegre: Coruja, v.1, n.2, p.24, maio 1948.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Clube de Gravura de Porto Alegre; Gonçalves, Danúbio, 1925-
Resumen

Primera crítica publicada en la prensa de la capital del estado de Rio Grande do Sul (Porto Alegre) sobre un grupo de artistas de inspiración “modernista” surgido en la región, lo cual da origen al Grupo de Bagé, posteriormente conocido como Clube da Gravura [Club del Grabado]   de Porto Alegre. Danúbio Gonçalves es el primer mencionado en este segundo número de la revista Quixote (de mayo de 1948). En la edición del número tres (septiembre de 1948), Assumpção escribe sobre otro miembro de la agrupación, el joven pintor Glauco Rodrigues. En esa misma edición se da la noticia de que “a partir de mediados de octubre se realizará en el auditorio del Correio do Povo la primera muestra pictórica de aquellos jóvenes de Bagé”. Assumpção observa que “en Bagé se está dando una generación, un grupo de artes plásticas”, destacando que “este hecho no otorga gran calidad individual a cada uno de sus integrantes, pero sí denota un excelente síntoma. Prueba un apoyo más general que particular al arte moderno”.

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Resumen

Primeira critica publicada na imprensa da capital do Rio Grande do Sul (Porto Alegre) sobre um grupo de artistas de inspiração moderna surgido no interior do estado, que daria origem ao Grupo de Bagé, depois Clube da Gravura de Porto Alegre. Danúbio Gonçalves é o primeiro artista focalizado, nesta reportagem do número 02 da revista "Quixote" (de maio de 1948). Na edição seguinte da mesma revista (número 03, de setembro de 1948, pág. 32), Assumpção escreve sobre outro jovem pintor bageense, Glauco Rodrigues. Na mesma edição, à página 35, noticia-se que "a partir da metade do mês de outubro vindouro terá lugar, no auditório do jornal "Correio do Povo" a primeira exposição dos pintores novos de Bagé. O grupo está formado por Danúbio Villamil Gonçalves, Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, (...). Assumpção observa que "em Bagé está existindo uma geração, um núcleo de artes plásticas". E conclui: "O fato não dá maior qualidade individual a cada pintor mas deve ser verificado, porque é um bom sintoma. Pelo menos prova que há um apoio mais geral do que particular à Arte Moderna".

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Comentarios críticos

El grupo lo forman Danúbio [Villamil] Gonçalves, Glauco Rodrigues y Glênio Bianchetti. Aunque haya tenido su primera muestra en el ámbito pictórico, el Grupo de Bagé (inicialmente sin Carlos Scliar) pasó a destacarse posteriormente en el área del grabado (figurativo, realista y con cuño expresionista) enfocado en el paisaje, los personajes y costumbres del interior “gaúcho” (nombre patronímico de ese estado sureño). El destaque de su producción se fija en estancias o haciendas de la zona de Bagé.

 

Una figura primordial en la formación del grupo fue José Moraes (quien había venido de Río de Janeiro a Bagé tras la obtención de un premio itinerante que le otorgó el Salão Nacional). Alguien vertebral en cuanto al giro hacia el grabado fue Carlos Scliar, quien recibió influencia del TGP (Taller de Gráfica Popular) en la Ciudad de México, amén de ciertas pautas emanadas del PCB (Partido Comunista Brasileiro) en su campaña por la Paz Mundial. En 1952 se lanza el álbum de xilograbados con obra de todos los integrantes del grupo (Premio Pablo Picasso de la Paz de aquel año). Hacia 1953, el Clube de Gravura se consolida con el surgimiento de otro álbum, esta vez con la série Xarqueadas [mataderos y donde preparaban carne seca y salada] de Gonçalves. En 1955, en Porto Alegre, se realiza la exposición colectiva del Clube da Gravura y, finalmente, hacia 1956, el grupo se desintegra.

 

[Hay otro artículo del periódico Quixote disponible en el archivo digital ICAA: véase de Silvio Duncan “Quixote; Cruzando campo” (doc. no. 1111020)].

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Comentarios críticos

Embora tenha sua primeira presença registrada na pintura, o Grupo de Bagé (inicialmente sem Carlos Scliar) logo iria se destacar na xilogravura figurativa realista de viés expressionista, focada no registro da paisagem, dos personagens e dos costumes do interior gaúcho, anotada diretamente nas estâncias (fazendas) de Bagé e arredores. José Moraes (vindo do Rio de Janeiro para Bagé com prêmio viagem ao país do Salão Nacional) foi importante na formação pictórica do grupo. Carlos Scliar foi o líder na guinada para a xilogravura, influenciado pelo Taller de Arte Popular da Cidade do México e pelas diretrizes do Partido Comunista na campanha pela Paz. Algumas datas: 1952 - lançamento de álbum de xilos com obras de todos os artistas do grupo (Prêmio Pablo Picasso da Paz daquele ano);1953, o Clube de Gravura se consolida com o lançamento do álbum com a série "Xarqueadas", de Danúbio Gonçalves; 1955 - exposição coletiva do Clube da Gravura, em Porto Alegre; 1956 - o grupo se dispersa.

 

Ver também:

Notícia do jornal diário Correio do Povo (Porto Alegre, 15 de outubro de 1948) com título "Exposição dos pintores novos de Bagé"; critica de Clóvis Assumpção no jornal Correio do Povo edição de 21 de outubro de 1948 ("A pintura dos novos de Bagé no auditório do Correio do Povo"); reportagens sobre o Grupo de Bagé no jornal diário Folha da Manhã de janeiro de 1976, quando da realização de evento que reuniu novamente os artistas em Bagé, promoção oficial da prefeitura local; depoimento coletivo dos quatro artistas em série de nove matérias publicadas no jornal diário Correio do Povo em setembro de 1976, durante exposição retrospectiva do grupo em Porto Alegre, patrocinada pelo Projeto Cultur, das secretaria estaduais de Educação e Turismo do RS.

 

e- Arte como missão . Democratização e popularização da cultura

e- Tendências políticas da arte moderna: expressionismo, realismo social, pintura mural

i- Clubes de Gravura

i- Seriação gráfica e democratização da arte

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Investigador
Equipe Brasil: Angelica de Moraes
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Biblioteca da Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC/RS