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  • Registro ICAA
    1111013
    TÍTULO
    Exposição Manifesto
    IN
    Boletim Informativo do Margs (Porto Alegre, Brasil). --- jan./ abr. 1977
    DESCRIPCIÓN
    p. 12 - [13] : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Reseñas
    CITA BIBLIOGRAFICA
    "Exposição Manifesto." Boletim Informativo do Margs (Porto Alegre, Brazil), (January/ April 1977): 12- 13.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Museu de Arte do Rio Grande do Sul; Nervo Óptico (Group of artists); Plaza, Julio
Resumen

El Boletim Informativo del MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul) en Porto Alegre, registra, en un par de páginas, la Exposição Manifesto, realizada no MARGS, los días 09 y 10 de diciembre de 1976; de manera paralela, hubo el lanzamiento de un manifiesto cuyos firmantes son Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clovis Dariano, Jesus Escobar, Mara Alvares, Romanita Disconzi Martins, Telmo Lanes y Vera Chaves Barcellos. Con la excepción de Disconzi y Escobar (los cuales se desvincularon del movimiento), el grupo pasó a ser conocido tiempo después como Nervo Óptico. Presentaron en el MARGS un conjunto de trabajos, los cuales, según describe el Boletim Informativo se convirtieron en muestra, aunque “sin ningún carácter comercial”. En sus palabras, presentaba “ambientes, cuadernos, álbumes, documentación, películas Super 8, diapositivas, además de testimonios con relación a ese momento cultural”. El propio texto lo sitúa como parte de “un acelerado proceso de mercantilización del cual ha sido objeto el propio objeto artístico”. Se afirma, incluso, que “el propósito de la agrupación no es el de hacer un arte esencialmente visual, sino, más bien, aportar informaciones a nivel semántico.   Dichos trabajos deben ser evaluados; pero no por los viejos criterios de la crítica de arte formal, sino, más bien, como una provocación al público espectador-participante”. Se siguen ocho incisos, cada uno para los diversos participantes del grupo y sus obras.  Se publica una versión íntegra del manifiesto y una fotografía grupal.    

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Resumen

O Boletim Informativo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul registra, em duas páginas, a Exposição Manifesto, realizada no Margs, nos dias 09 e 10 de dezembro de 1976, em paralelo ao lançamento do manifesto de que foram signatários os artistas Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clovis Dariano, Jesus Escobar, Mara Alvares, Romanita Disconzi Martins, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos. O grupo (com exceção de Romanita e Escobar, que se desligariam do movimento) ficaria depois conhecido como Nervo Óptico. Eles levaram para o museu um conjunto de trabalhos que, conforme descreve o Boletim, se constituiu em mostra "sem qualquer caráter comercial". Apresentava "ambientes, cadernos, álbuns, documentação, filmes super 8, diapositivos, além de depoimentos a respeito do momento cultural", que o texto situa como de "acelerado processo de mercantilização de que tem sido alvo o objeto artístico". O texto afirma ainda que "a intenção deste grupo não é fazer uma arte essencialmente visual, mas sim trazer informações a um nível semântico. Seus trabalhos devem ser avaliados não pelos velhos critérios da crítica formal mas como uma provocação ao público expectador-participante". Seguem-se oito parágrafos de descrição de obras, um para cada autor. A matéria se completa com a transcrição na íntegra do texto do manifesto e uma foto reunindo os oito autores da mostra e do manifesto.

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Comentarios críticos

La descripción de las obras de la Exposição Manifesto fue hecha “según indican los propios expositores”, aclara el Boletim.  Jesús Escobar presenta una pared atiborrada de copias Xerox como si estuviera haciendo “una crítica al grabado tradicional”; Vera Chaves Barcelos, a su vez, coloca sus serigrafías “como un apelo táctil a la imaginación”; es necesario recordar, aquí, que la  técnica del silk-screen (sumada a las “apropiaciones” fotográficas) era parte del curso Teórico-práctico que imparte el artista Júlio Plaza (1938–2003) en Porto Alegre, entre junio y julio de 1971, y del cual Vera había sido alumna. De acuerdo a la historiadora Ana Maria Carvalho (en su disertación de maestría), varios artistas de la región señalan esas aulas como deflagradoras o aceleradoras de profundos cuestionamientos sobre el ser en si del arte y, sobre todo, de ruptura con las técnicas tradicionales de expresión artística. La muestra-manifiesto tuvo repercusión y fue relatada en los periódicos de Porto Alegre, así como también en la columna de Roberto Pontual (1939-92), uno de los mayores críticos de esa época y en el Jornal do Brasil  (Rio de Janeiro, 17 de diciembre de 1976).

 

El manifiesto reunió el grupo de artistas que, al año siguiente (1977), publicó un cartel mensual denominado Nervo Óptico, el cual tuvo una duración de 13 números (de abril de 1977 a septiembre de 1978) [véase archivo digital ICAA del número 1 al 13 (del doc. no. 1110913 hasta el doc. no. 1110925)] y abrió espacios determinantes para el debate contemporáneo del arte.

 

Entre otras publicaciones que hablan en pormenor sobre les actividades del grupo Nervo Óptico se cuentan el artículo “Gravura e Mercado: Os súbitos excessos”, de Roberto Pontual, publicado en el Jornal do Brasil, Cuaderno B (Rio de Janeiro, diciembre de 1976, p. 2); así como también el libro Espaço N.O.: Eventos e Artistas Atuantes 1979-1982 (Rio de Janeiro: FUNARTE, 1982) y Espaço N.O. - Nervo Óptico, de Ana Maria Albani de Carvalho (Rio de Janeiro: FUNARTE, 2004).

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Comentarios críticos

A descrição das obras da Exposição Manifesto é feita "segundo os próprios artistas expositores", esclarece o Boletim. Jesus Escobar apresenta parede forrada de cópias xerox "como uma crítica à gravura tradicional". Vera Chaves Barcellos apresenta serigrafias "como um apelo tátil à imaginação". Vale lembrar que a técnica da serigrafia (somada a apropriações fotográficas) fez parte de curso teórico-prático de criatividade ministrado por Júlio Plaza em Porto Alegre, entre junho e julho de 1971, e do qual Vera tinha sido aluna. Conforme CARVALHO (dissertação de mestrado), vários artistas da região apontam esse curso como deflagrador ou acelerador de questionamentos sobre a natureza da arte e de ruptura com as técnicas tradicionais de expressão artística. A mostra-manifesto teve registro e repercussão nos jornais gaúchos e na coluna de um dos principais críticos de arte na época, Roberto Pontual, no Jornal do Brasil (Rio de Janeiro, 17.12.1976). O manifesto reuniu o grupo de artistas que, no ano seguinte (1977), criaria um cartazete mensal denominado "Nervo Óptico", que teria a duração de 13 edições (de abril de 1977 a setembro de 1978) e cumpriria papel de abertura de espaço para o debate artístico contemporâneo.

 

Ver também:

Os 13 exemplares do periódico mensal Nervo Óptico (de abril de 1977 a setembro de 1978); catálogo "Espaço NO: Eventos e Artistas Atuantes 1979-1982" (Ed. Funarte, 1982); "Gravura e Mercado: Os súbitos excessos", artigo de Roberto Pontual na página 02 do Caderno B do Jornal do Brasil de 17.12.1976.

 

i- A gravura expandida

k- Escritos e linguagem dos artistas conceituais. Poema objeto. Livros de Artista.

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Investigador
Angelica de Moraes
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Fundação Vera Chaves Barcellos