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  • Registro ICAA
    1110996
    TÍTULO
    A revolução e as Belas Artes / Manuel Bandeira
    NOTAS

    Publicado originalmente em:

    Para Todos, Rio de Janeiro, 26 set. 1931.

    IN
    Salão de 31. -- Rio de Janeiro : Funarte, 1984.
    DESCRIPCIÓN
    p. 98-99
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Cuento
    CITA BIBLIOGRAFICA
    BANDEIRA, Manuel. A revolução e as Belas Artes. In: VIEIRA, Lucia Gouveia. Salão de 31. Rio de Janeiro: Funarte, 1984. p.98-99.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

El escritor y poeta Manuel Bandeira teje sus consideraciones en torno a la polémica atizada por el intento de reforma de la enseñanza y de las orientaciones artísticas en las muestras organizadas por la Escola Nacional de Belas Artes (Río de Janeiro); crisis desencadenada por la gestión progresista del arquitecto y urbanista Lucio Costa. Al inicio, Bandeira exalta los valores de modernidad asociados al propio proyecto académico y, finalmente, hace una vasta crónica de los bastidores de dicha institución.

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Resumen

O escritor e poeta Manuel Bandeira faz considerações acerca da polêmica tentativa de reforma do ensino e da orientação artística nas exposições da Escola Nacional de Belas Artes, desencadeada pela gestão do arquiteto Lucio Costa. Na primeira parte do artigo, Bandeira exalta os valores de modernidade associados ao projeto de Costa. Nas duas partes restantes ele faz uma crônica dos bastidores da vida acadêmica da instituição.

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Comentarios críticos

Sin duda alguna, Manuel Bandeira (1886–1968) es uno de los principales escritores y poetas modernos del Brasil; dos poemas suyos, Evocação de Recife y Vou-me embora pra Passárgada, se incluyen entre los referentes más conocidos a nivel popular. A finales de la década de 1920 e inicios de la de 1930 se convirtió en defensor acérrimo de la causa “modernista” en un meollo altamente politizado y adverso a la experimentación. Dentro de estas causas, consta el apoyo que da a la innovadora gestión académica del arquitecto Lucio Costa, en 1931, al frente de la Escola Nacional de Belas Artes y, obviamente, a los cambios radicales que implicaba una reforma drástica en la enseñanza del arte en el país.

 

El llamado Salão de 31 (38a Exposição de Belas Artes), llevado a cabo bajo la organización de la  Escola Nacional de Belas Artes (Río de Janeiro, 1931) durante la gestión de Lucio Costa, marca una incuestionable transformación en el arte brasileño al tratar de encajar el arte moderno en el ámbito conservador de instituciones formales de enseñanza y difusión artísticas.

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos del autor: “Belas Artes” (doc. no. 1075449); “O Brasil que insiste em pintar” (doc. no. 1075573); “Um grande artista pernambucano: Manoel Bandeira, o desenhista” (doc. no. 1110818); “Retratos de meus pintores” (doc. no. 1111005); “O salão dos tenentes” (doc. no. 1075614); y “Tarsila antropófaga” (doc. no. 781956)].

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Comentarios críticos

Manuel Bandeira é um dos principais escritores e poetas modernos brasileiros. Durante o final da década de 20 e início dos anos 30, será um dos principais defensores da causa moderna no país, como atesta seu apoio à gestão do arquiteto Lucio Costa como diretor da Escola Nacional de Belas Artes, em 1931. O Salão de 31 (38a. Exposição de Belas Artes), ocorrido na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1931, durante a gestão de Lucio Costa, marcou uma transformação na arte brasileira ao tentar inserir a arte moderna no âmbito das instituições formais de ensino e circulação da arte.

 

Ver também:

Manuel Bandeira. O Brasil que insiste em pintar.
Dois artistas modernistas na Escola de Belas Artes.
Lucio Costa. Uma escola viva de belas artes.
Manuel Bandeira. Belas Artes.
Cândido Portinari. Salão Lucio Costa.
Peregrino Junior. Salão no. 38.
Henrique Pongetti. Um salão revolucionário.

 

b- Acadêmicos e modernos

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Investigador
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Acervo Pessoal Guilherme Bueno