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Resumen

Texto de presentación de la muestra À Flor da Pele [A flor de piel], organizada en 1983 por el crítico de arte Marcus Lontra Costa en la galería del Centro Empresarial Río, de la ciudad de Río de Janeiro. Trátase de una defensa ostensiva de la “pintura y su placer”, una vez concluida la década anterior de los setenta saturada de experimentación y discusiones en torno a “la muerte del arte”. A juicio del autor, a partir de los ochenta, el artista volvía a enfrentarse con la tradición histórica de los medios artísticos tradicionales. El perfil propuesto por esta exposición sondea algunos puntos de convergencia bajo el signo de la pintura, a través de varias generaciones. La tendencia del texto es esencialmente tejer un nexo imperecedero entre arte y hedonismo.

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Resumen

Texto de apresentação da exposição "À Flor da Pele", organizada pelo crítico de arte Marcus Lontra Costa na galeria do Centro Empresarial Rio, no Rio de Janeiro, em 1983. A mostra é uma defesa da "pintura e seu prazer", após a saturação do experimentalismo e da discussão sobre a "morte da arte" transcorrida na década de 1970. Segundo Lontra, a partir dos anos 1980 o artista voltava a enfrentar a tradição histórica dos meios artísticos tradicionais. O recorte da exposição propõe pontos de convergência entre diferentes gerações sob o signo da pintura. Ao final, o autor vincula a essência da arte ao prazer.

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Comentarios críticos

No obstante la grandísima diversidad de generaciones representadas en la muestra À Flor da Pele, se convirtió en uno de los marcos en los que se encaja la llamada “Geração 80” en Brasil. Fue realizada en el Centro Empresarial Río (1983) y —dejando de lado el aspecto comercial que la motiva bajo el acicate de las galerías— su punto focal fue un llamamiento tipo retour à l’ordre; en este caso “vuelta a la pintura” estrechamente ligada a una lectura del placer como finalidad de la vida artística.

 

Marcus de Lontra Costa se destacó en las actividades de crítico y curador en el meollo de la escena artística brasileña de esa década y de esa tendencia impulsada internacionalmente por propósitos comerciales de las diversas galerías. Es, sin duda, uno de los críticos que se da a conocer por su irrefrenable promoción de la llamada Geração ’80. Al año siguiente (1984), Lontra es uno de los organizadores de la muestra Como vai você, Geração 80?

 

[Se encuentran a la disposición del lector, en el archivo digital ICAA, otros textos de Lontra bajo el trasfondo apologético de ese “regreso a la pintura”: “Cláudio Fonseca: justiça e verdade” (doc. no. 1110941); y “Luiz Áquila: vai passar, vai ficar (a evolução da liberdade e a persistência da memória)” (doc. no. 1110962)].

 

[Sobre el mercado del arte en los años ochenta en Brasil, véanse también los textos de Jorge Guinle Filho “Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal: ‘Geração 80’ ou como matei uma aula de arte num shopping center” (doc. no. 1110971); de Roberto Pontual Explode Geração (Rio de Janeiro: Avenir, 1984) (doc. no. 1110991); y de Frederico Morais “Gute Nacht Herr Baselitz ou Helio Oiticica onde está você?” (doc. no. 1110957)].

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Comentarios críticos

Apesar da diversidade de gerações presentes na exposição, "À Flor da Pele", realizada no Centro Empresarial Rio, em 1983, foi um dos marcos da Geração 80, por conta de seu apelo a um retorno da pintura vinculado ao hedonismo. O organizador da mostra, Marcus de Lontra Costa, destaca-se no meio de arte brasileira neste mesmo período, tendo sido um dos principais críticos a apoiar e promover a Geração 80, inclusive como um dos promotores da exposição "Como vai você, Geração 80?", no ano seguinte.

 

Ver também:

Roberto Pontual. Explode Geração! Rio de Janeiro: Avenir, 1984.
Wilson Coutinho. Festa e democracia no Parque Lage. (In: COUTINHO, Wilson ; PUCU, Izabela (org.). Imediações: a crítica de Wilson Coutinho. Rio de Janeiro: Funarte, 2008: 250-253).
Jorge Guinle Filho. Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal. "Geração 80" ou como matei uma aula de arte num shopping center. Revista Módulo, edição especial catálogo da exposição "Como vai você, Geração 80?", julho 1984.
Roberto Pontual. Explode Geração. Rio de Janeiro: Avenir, 1984.
Frederico Morais. Gute Nacht Herr Baselitz, ou Helio Oiticica, onde está você? Revista Módulo, edição especial catálogo da exposição "Como vai você, Geração 80?", julho 1984.
Milton Machado. Dance a noite inteira, mas dance direito, 1992
Ricardo Basbaum. Pintura dos anos 80: algumas observações críticas, 1988.

 

c- Geração 80. Mostras. Artistas. Novo universo de valor: volta a pintura, uso da imagem (banal, precário, remanescente); lúdico, citação e paródia

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Investigador
Guilherme Bueno
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Escola de Artes Visuais do Parque Lage