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  • Registro ICAA
    1110962
    TÍTULO
    Luiz Áquila: vai passar, vai ficar (a evolução da liberdade e a persistência da memória)
    IMPRENTA
    Rio de Janeiro, Brasil : Avenir, set. 1985
    DESCRIPCIÓN
    4p.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Crítica de arte
    CITA BIBLIOGRAFICA
    COSTA, Marcus de Lontra. Luiz Áquila: vai passar, vai ficar (a evolução da liberdade e a persistência da memória). Módulo, Rio de Janeiro: Avenir, n.87, p.41-44, set. 1985.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Texto del crítico Marcus Lontra Costa sobre el pintor Luiz Áquila. Inicialmente, se ponderan las condiciones “espirituales” que inciden para el llamado “regreso a la pintura” de los ochenta. A juicio del autor, trátase de un elogio al placer que viene a suplantar el hermetismo de la década anterior, en la cual se agotan las teorías sobre la “muerte del arte” y se logra una confrontación del pintor y la Historia: “pintar es proceso, velar y revelar, sangrar el espacio y contraatacar recomponiendo la Historia”, opina Lontra, para quien los movimientos organizados son cosas del pasado. “El regreso a la pintura” vuelve a introducir en el medio artístico la importancia de la hechura en abierta contraposición al intelectualismo conceptual. Posteriormente, el crítico asume de lleno la propuesta de Luiz Áquila, cuya obra es “representante ilustre” de la pintura; sin duda, su trabajo contribuye al rescate de la historia del arte, al re aproximarla a su “cotidiano histórico y sensible”. En opinión de Lontra, Áquila ha eliminado en sus obras las barreras entre gesto y construcción, emoción y racionalidad, orden y caos. El texto es una apología incansable del hedonismo llevado a la pintura. 

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Resumen

Texto do crítico Marcus Lontra Costa sobre o pintor Luiz Áquila. A primeira parte do texto examina as condições espirituais que envolvem o retorno à pintura na década de 1980. Tal retomada é um elogio ao prazer e à superação do hermetismo dos anos 1970, algo corresponde ao esgotamento das teorias da "morte da arte", em prol de um enfrentamento da história pelo pintor: "Pintar é processo, velar e revelar, sangrar o espaço e retalhar (e recompor) a história". Não existem mais movimentos organizados, segundo Marcus Lontra. Além disso, o retorno à pintura reintroduz a importância da fatura, em oposição ao intelectualismo conceitual. Na metade final do texto, o crítico trata especificamente da obra de Luiz Áquila: "representante ilustre" da pintura, desde que ela se via em descrédito, e autor de um trabalho que contribui para o resgate da história da arte, reaproximando-a arte de seu "cotidiano histórico e sensível". Para o autor, a obra de Áquila elimina barreiras entre gesto e construção, emoção e racionalidade, entre ordem e caos. O artigo se encerra com um elogio ao hedonismo vinculado à pintura.

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Comentarios críticos

Luiz Áquila fue uno de los protagonistas del llamado “retorno à pintura” en el Brasil de la década de los ochenta, configurada esencialmente en Río de Janeiro; no sólo por su producción pictórica sino, simultáneamente, por su injerencia en el mundo académico en la Escola de Artes Visuais del Parque Lage (en la misma ciudad).

 

Marcus de Lontra Costa se destacó en las actividades de crítico y curador en el meollo de la escena artística brasileña de esa década y de esa tendencia impulsada internacionalmente por propósitos comerciales de las diversas galerías. Es, sin duda, uno de los críticos que se da a conocer por su irrefrenable promoción de la llamada Geração ’80. Al año siguiente (1984), Lontra es uno de los organizadores de la muestra Como vai você, Geração 80?

 

[Se encuentran a la disposición del lector, en el archivo digital ICAA, otros textos de Lontra bajo el trasfondo apologético de ese “regreso a la pintura”: “A essência do prazer” (doc. no. 1110982); y “Cláudio Fonseca: justiça e verdade” (doc. no. 1110941)].

 

[Sobre esta época en Brasil, véase también otros textos vertebrales de dicho período: de Jorge Guinle Filho “Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal: ‘Geração 80’ ou como matei uma aula de arte num shopping center” (doc. no. 1110971); de Roberto Pontual Explode Geração (Rio de Janeiro: Avenir, 1984) (doc. no. 1110991); y de Frederico Morais “Gute Nacht Herr Baselitz ou Hélio Oiticica onde está você?” (doc. no. 1110957)].

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Comentarios críticos

Luiz Áquila foi um dos protagonistas do "retorno à pintura" e da formação da Geração 80 no Rio de Janeiro, não apenas por seu trabalho pictórico, mas igualmente por sua ação como professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Marcus de Lontra Costa, crítico e curador, destaca-se na cena cultural brasileira na década de 80, tendo sido um dos principais críticos a apoiar e promover a geração 80.

 

Ver também:

Roberto Pontual. Explode Geração! Rio de Janeiro: Avenir, 1984.

 

c- Geração 80. Mostras. Artistas. Novo universo de valor: volta a pintura, uso da imagem (banal, precário, remanescente); lúdico, citação e paródia

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Investigador
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Escola de Artes Visuais do Parque Lage