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  • Registro ICAA
    1110934
    TÍTULO
    A festa acabou? A festa continua? / Marcus de Lontra Costa
    IN
    Módulo (Rio de Janeiro, Brasil). -- No. 98 (Mai.-Jun. 1988)
    DESCRIPCIÓN
    p. 31-39 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    COSTA, Marcus de Lontra. A festa acabou? A festa continua? Módulo, Rio de Janeiro: Avenir, n.98, p.31-39, maio/jun. 1988.
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Categorías Editoriales [?]
Resumen

El crítico Marcus Lontra Costa hace un balance en retrospectiva de la década de los ochenta, partiendo de lo sucedido en la muestra Como vai você, Geração 80? realizada en la Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), en 1984. Lo que lo motiva a él y a sus colegas es el reconocimiento de una innovadora escena artística interesada en técnicas “tradicionales” y en una radical oposición a la generación de la década anterior: experimental. A su juicio, eso resultó del nuevo contexto político brasileño —de regreso a la democracia tras dos décadas de dictadura militar (1964-86)— que forja una generación “ajena” a modelos o patrones. Lontra no deja de lado el nexo entre una valoración simultánea de la figuración y del cuerpo, además de extrapolar raíces culturales y anhelos existenciales o la asimilación de simulacros. La Geração 80 es sólo “narcisista” y, con su hedonismo, refleja bien el estado general del país. Comenta artistas representativos de esa generación y las obras incluidas en la muestra, así como su “éxito” y repercusión en el mercado (secuela obvia de su origen comercial). Habría un eslabón entre el rótulo con que se tilda dicha producción y la fragilidad institucional brasileña que contribuye a la crisis de la que surge. A partir de este ultimo marco, menciona la falsa oposición que se ha gestado entre los setenta y los ochenta.

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Resumen

O crítico Marcus Lontra Costa faz um balanço retrospectivo da década de 80, inicialmente contando a história da exposição "Como vai você, Geração 80?", realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro), em 1984. A motivação dele e de seus colegas foi o reconhecimento de uma nova cena artística, interessada nas técnicas tradicionais e detentora de uma postura diferente daquela dos anos 1970, o que, segundo o crítico, foi decorrente do novo contexto político brasileiro, que resultava numa geração sem modelos ou padrões. Lontra relaciona a questão da figuração com a valorização do corpo. Em seguida compara a geração de 1960-70 com a de 1980, além de detalhar as raízes culturais e existenciais desta última. Comenta, também, a relação conturbada destes artistas com a modernidade e a assimilação de simulacros. A Geração 80, segundo ele, é narcisista, reflete o estado do país na época também em seu hedonismo. O crítico prossegue com comentários sobre os artistas e as obras presentes na mostra, além do "sucesso" e de sua repercussão no mercado. Contudo, Marcus Lontra aponta o elo entre a rotulação sofrida por esta produção e a fragilidade institucional que contribuira para sua crise. Menciona, dentro deste quadro, a falsa oposição criada entre os anos 1970 e 1980, para concluir com uma ênfase nas transformações ocorridas nas obras daqueles artistas desde então e o ocaso dramático da cena artística da primeira metade da década.

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Comentarios críticos

Marcus de Lontra Costa se destacó en las actividades de crítico y curador en el meollo de la escena artística brasileña de esa década y de esa tendencia impulsada internacionalmente por propósitos comerciales de las diversas galerías. Es, sin duda, uno de los críticos que se da a conocer por su irrefrenable promoción de la llamada Geração ’80. Al año siguiente (1984), Lontra es uno de los organizadores de la muestra  Como vai você, Geração 80? Se encuentran a la disposición del lector, en el archivo digital ICAA, otros textos de Lontra, bajo el trasfondo apologético de ese “regreso a la pintura”: “A essência do prazer” (doc. no. 1110982); y “Luiz Áquila: vai passar, vai ficar (a evolução da liberdade e a persistência da memória)” (doc. no. 1110962).

 

[Sobre el mercado del arte durante los años ochenta en Brasil, véanse también los textos en el archivo digital ICAA: “Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal: "Geração 80" ou como matei uma aula de arte num shopping center” de Jorge Guinle Filho (doc. no. 1110971); “Gute Nacht Herr Baselitz ou Helio Oiticica onde está você?” de Frederico Morais (doc. no. 1110957); y Explode Geração (Rio de Janeiro: Avenir, 1984), de Roberto Pontual (doc. no. 1110991)].

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Comentarios críticos

Marcus de Lontra Costa, crítico e curador, destaca-se no ambiente cultural brasileiro na década de 80, tendo sido um dos principais críticos a apoiar e promover a Geração 80.

 

Ver também:

Roberto Pontual. Explode Geração! Rio de Janeiro: Avenir, 1984.
Wilson Coutinho. Festa e democracia no Parque Lage. (In: COUTINHO, Wilson ; PUCU, Izabela (org.). Imediações: a crítica de Wilson Coutinho. Rio de Janeiro: Funarte, 2008: 250-253).
Jorge Guinle Filho. Papai era surfista profissional, mamãe fazia mapa astral legal. "Geração 80" ou como matei uma aula de arte num shopping center. Revista Módulo, edição especial catálogo da exposição "Como vai você, Geração 80?", julho 1984.
Roberto Pontual. Explode Geração. Rio de Janeiro: Avenir, 1984.
Frederico Morais. Gute Nacht Herr Baselitz, ou Helio Oiticica, onde está você? Revista Módulo, edição especial catálogo da exposição "Como vai você, Geração 80?", julho 1984.
Milton Machado. Dance a noite inteira, mas dance direito, 1992
Ricardo Basbaum. Pintura dos anos 80: algumas observações críticas, 1988.

 

c- Geração 80. Mostras. Artistas. Novo universo de valor: volta a pintura, uso da imagem (banal, precário, remanescente); lúdico, citação e paródia

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Investigador
Equipe Brasil: Guilherme Bueno
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Escola de Artes Visuais do Parque Lage