Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1110870
    TÍTULO
    [Um dos mais importantes acontecimentos culturais dos últimos tempos...]
    DESCRIPCIÓN
    [1] leaf
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Hoja Mecanografiada – Testimonios
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Bardi, Lina Bo. "[Um dos mais importantes acontecimentos culturais dos últimos tempos...]," [s.d]. Typed manuscript. [s.l].
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Trátase del convenio establecido entre el Gobierno del estado de Bahía, el MAMB (Museu de Arte Moderno da Bahia) y de la Universidade da Bahia, con el propósito firme de la promoción conjunta de actividades culturales, así como también de reconstruir el Teatro Castro Alves, en Salvador, la capital del estado. En el texto se afirma que el MAMB es la única institución de alcance nacional que realiza la llamada “síntesis de las artes”; o sea, la colaboración estrecha entre las más diversas actividades artísticas. Se elogia la integridad moral de los estudiantes del estado, destacándose la necesidad de que se tornen conscientes de la verdadera realidad cultural del país. Al mismo tiempo, se hace una abierta denuncia tanto de instituciones como de la propia prensa en Bahía que operan a favor de intereses políticos localizables.

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Resumen

Texto sobre convênio estabelecido entre o governo do estado da Bahia, o Museu de Arte Moderna da Bahia e a Universidade da Bahia com o objetivo de promover ações culturais conjuntas e de reconstruir o Teatro Castro Alves, na cidade de Salvador. Afirma que o Museu de Arte Moderna da Bahia é a única instituição nacional a realizar a chamada "síntese das artes", a colaboração estreita entre diferentes atividades artísticas. Elogia a integridade moral dos estudantes baianos e anuncia a necessidade de que estejam conscientes da verdadeira realidade cultural do país. Denuncia o uso das instituições e da imprensa baianas em prol de interesses políticos pessoais.

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Comentarios críticos

Con toda probabilidad, el texto fue escrito por la entonces directora del MAMB (Museu de Arte Moderna da Bahia), la arquitecta italiana Lina Bo Bardi (de soltera, Achillina Bo, 1914-92). Entre 1959 y 1964 vivió en Salvador (Bahía), época en que dirige el MAMB. Como antes en el MASP paulista, donde era responsable de la programación y de las acciones didácticas, su gestión en el MAMB reitera el cometido con exposiciones sobre historia del arte, muestras de artistas contemporáneos incluso internacionales y de diversas tendencias, además de la revaloración de la cultura popular del “nordeste” brasileño. Bo Bardi promovía cursos regulares de arte, música, cine y teatro, talleres de diseño industrial y artesanías populares. Sus acciones dinamizan el medio artístico de esa región del país, poniendo a los artistas locales en contacto con personajes de renombre en el arte contemporáneo. Hacia 1963, se inaugura el Museu de Arte Popular con piezas de diferentes zonas del país.

 

Sus acciones en el sentido de hacer valer el arte popular tenían, inclusive, una mira enfocada en resultados sociales porque, a su juicio, el estímulo a la producción “nordestina” de artesanías era una forma de generar incentivos para el desarrollo económico de la región. El documento, entonces, es un registro de ese propósito de acercar los propósitos del MAMB al poder público y a la Universidad (la UFBa, en este caso), ampliando así con mayor solidez el alcance de sus actividades tanto educativas como sociales.

 

En relación a este texto, véase de Lina Bo Bardi “O Museu de Arte Moderna da Bahia” [doc. no. 1110860]; y sobre la implementación del Plano de Artesanato Popular “[Carta] 1963 maio 1, Salvador, Bahia [para] Lomanto Júnior, Governo do Estado da Bahia” [doc. no. 1110865].

 

Para más información, consúltese de Glauber Rocha “MAMB Não é Museu: é Escola e Movimento. Por uma Arte Que Não Seja Desligada do Homem” (21 de septiembre de 1960).

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Comentarios críticos

O documento foi redigido provavelmente pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia, entre 1959 e 1964. Durante esse período, a arquiteta desenvolveu uma programação dinâmica que contemplava exposições didáticas sobre história da arte, manifestações populares e eruditas, mostras de artistas contemporâneos nacionais e internacionais, de diferentes tendências, além da valorização da cultura popular nordestina, o que culminou na criação do Museu de Arte Popular, em 1963. Suas ações no sentido de valorizar a arte popular visavam também resultados sociais, pois a arquiteta via o estímulo à produção artesanal do Nordeste como uma forma de incentivar o desenvolvimento econômico da região. O documento registra a iniciativa de aproximar a o museu do poder público e da universidade com o objetivo de ampliar o alcance de suas atividades educativas e sociais.

 

Ver também:

BARDI, Lina. [A "Manchete" de 26 de agosto]. [S.l.], [s.d.]. Manuscrito.
ROCHA, Glauber. MAMB Não é Museu: é Escola e "Movimento" Por uma Arte Que Não Seja Desligada do Homem. Sem local, sem nome do periódico, 21 set. 1960.

 

b- Cultura popular e projeto político

c- Apropriações. Entrecruza/o de culturas: cult popular e cult erudita; cult artística e indústria cultural; cult rural, cult urbana, cult suburbana

c- Particularidades da vanguarda no Brasil nos anos 60: abordagens do realismo e consciência da realidade brasileira

g- Arquitetura e artes plásticas: integração das artes

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Investigador
Equipe Brasil: Heloisa Espada
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consetimento de Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, São Paulo, Brasil