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  • Registro ICAA
    1110863
    TÍTULO
    [As exposições de pintura brasileira...], [BARDI, Lina Bo?. As exposições de pintura brasileira] In: Museu de Arte Moderna da Bahia. Salvador, 1960.
    DESCRIPCIÓN
    [1] leaf
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Hoja Mecanografiada – Otro
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Bardi, Lina Bo. "As exposições de pintura brasileira," 1960. Museum of Modern Art of Bahia, Salvador, Brasil.
    DESCRIPTORES NOMBRES
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Texto para ser colocado en la pared principal de la muestra sobre pintura brasileña, organizada por el MAMB (Museu de Arte Moderna da Bahia), en 1960. En él se afirma que la verdadera fuerza renovadora de una cultura se halla hurgando en las raíces populares y que la exposición pretende mostrar la relación existente entre la vitalidad del país y su expresión estética. En esa ocasión, el MAMB exhibe obras de los pintores Alfredo Volpi y Cícero Dias, compartiendo el espacio ambos, como colcha de retazos, al lado de artesanías. Se pone en consideración el peligro que corre el arte brasileño cuando radica en lo anecdótico; no obstante, hay certeza en la muestra de que los participantes poseen una verdadera esencia brasileña. Finalmente, se comenta el interés levantado por críticos internacionales hacia el arte popular del país, defendiendo que toda expresión estética es patrimonio de la cultura universal.

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Resumen

Texto para disposição mural na exposição de pintura brasileira realizada no Museu de Arte Moderna da Bahia, em 1960. Afirma que a verdadeira força renovadora de uma cultura encontra-se em suas raízes populares e que a exposição pretende mostrar a relação entre a vitalidade do país e sua expressão estética. Exibe obras de Alfredo Volpi e Cícero Dias, ao lado de objetos artesanais como uma colcha de retalhos. Considera que o grande perigo da arte brasileira está no anedótico, e afirma que os artistas expostos possuem uma essência verdadeiramente brasileira. Comenta o interesse de críticos internacionais pela arte popular brasileira e defende que toda expressão estética é patrimônio da cultura universal.

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Comentarios críticos

Con toda probabilidad, el texto sobre “As exposições de pintura basileira” fue escrito por la entonces directora del MAMB (Museu de Arte Moderna da Bahia), la arquitecta Lina Bo Bardi (de soltera, Achillina Bo, 1914?92). El documento expone su preocupación por identificar el punto de contacto detectable entre la cultura popular y el arte erudito producido en el Brasil; un objetivo que orientaba sus acciones frente al museo a su cargo.

 

Lina Bo Bardi emigra en los años de posguerra, y a inicios de la década de los cincuenta, una vez radicada en Brasil, dirige la revista de arte Habitat, publicación del MASP (Museu de Arte de São Paulo). Al año siguiente, en 1951, y conjuntamente con su esposo, curador y director del MASP, Pietro Maria Bardi (1900?99), Lina funda el curso de diseño industrial en el IAC (Instituto de Arte Contemporânea) del propio museo, donde ella se desempeña también como docente. Entre 1959 y 1964 vivió en Salvador (Bahía), época en que dirige el MAMB. Como antes en el MASP paulista, donde era responsable de la programación y de las acciones didácticas, su gestión en el MAMB reitera el cometido con exposiciones sobre historia del arte, muestras de artistas contemporáneos incluso internacionales y de diversas tendencias, además de la revaloración de la cultura popular del “nordeste” brasileño.

 

Bo Bardi promovía cursos regulares de arte, música, cine y teatro, talleres de diseño industrial y artesanías populares. Sus acciones dinamizan el medio artístico de esa región del país, poniendo a los artistas locales en contacto con personajes de renombre en el arte contemporáneo. Hacia 1963, se inaugura el Museu de Arte Popular con piezas de diferentes zonas del país.

 

En relación a este texto, véase de Lina Bo Bardi “O Museu de Arte Moderna da Bahia” [doc. no. 1110860]; “Um dos mais importantes acontecimentos culturais dos últimos tempos” [doc. no. 1110870]; y “Formas como escultura” [doc. no. 1110858]. 

 

Para más información, consúltese de Lina Bo Bardi “O Instituto de Arte Contemporânea surge…”, folleto de divulgación, ca. 1950, y “O Museu de Arte Moderna”, Diário de Notícias, Salvador, 18 de octubre de 1959; de Glauber Rocha “MAMB Não é Museu: é Escola e Movimento. Por uma Arte Que Não Seja Desligada do Homem” (21 de septiembre de 1960); y de Jacob Ruchti “Instituto de Arte Contemporânea”, HABITAT, núm. 3, 1951.

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Comentarios críticos

O documento foi provavelmente escrito pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, então diretora do Museu de Arte Moderna da Bahia. Expõe sua preocupação em identificar o ponto de contato entre a cultura popular e a arte erudita produzida no Brasil, objetio que orientava suas ações frente ao museu. Lina Bo Bardi imigrou para o Brasil no pós-guerra e, na década seguinte, assumiu um papel de destaque no ambiente cultural de São Paulo, sendo uma das responsáveis pela programação e pelas ações didáticas do Museu de Arte de São Paulo, fundado em 1947, sob direção de seu marido, o marchand Pietro Maria Bardi. Viveu na cidade de Salvador, Bahia, entre 1959 e 1964, período em que dirigiu o Museu de Arte Moderna da Bahia. Sua gestão é marcada por uma programação dinâmica que contemplava exposições didáticas sobre história da arte, manifestações populares e eruditas, mostras de artistas contemporâneos nacionais e internacionais, de diferentes tendências, além da valorização da cultura popular nordestina, o que culminou na criação do Museu de Arte Popular,em 1963. Promovia cursos regulares de arte, música, cinema e teatro, oficinas de desenho industrial e artesanato popular. Suas ações dinamizaram o ambiente artístico da região nordeste do país proporcionando o contato dos artistas locais com nomes de destaque da arte nacional e internacional.

 

Ver também:

BARDI, Lina Bo. Museu de Arte Moderna da Bahia. Salvador, sem data. Datiloscrito.
BARDI, Lina Bo. O Museu de Arte Moderna. Diário de Notícias, Salvador, 18 out. 1959. [BARDI, Lina Bo?]. Natureza e arte. Sem local, 1960. Datiloscrito.
[BARDI, Lina Bo?]. Formas como escultura. Sem local, 1960. Datiloscrito.
ROCHA, Glauber. MAMB Não é Museu: é Escola e "Movimento" Por uma Arte Que Não Seja Desligada do Homem. Sem local, sem nome do periódico, 21 set. 1960.

 

c- Apropriações. Entrecruza/o de culturas: cult popular e cult erudita; cult artística e indústria cultural; cult rural, cult urbana, cult suburbana

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Investigador
Heloisa Espada
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduzido com o consetimento de Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, São Paulo, Brasil
Localización
Museu de Arte Moderna da Bahia