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Resumen

Esta es una carta del crítico de arte Mário Baratta al poeta modernista Mário de Andrade, escrita y publicada en el diario O Estado transcurrido un año de su fallecimiento. Baratta transmite para el lector una carta (hipotética) que le escribiría —a este escritor fundamental en la articulación de la Semana de Arte Moderna de 1922— de continuar con vida en 1946. Narra una polémica que provoca un artículo publicado por el pintor francés André Lhote sobre asuntos relativos a aprendizaje del arte y de las artesanías; sobre todo, en cómo los artistas modernos brasileños se involucrarían con ellas. La carta ficticia de Baratta termina con una lista de destacados artistas del noreste en aquella época como, entre otros, Barboza Leite, R. Kampos y Antonio Bandeira.

Comentarios críticos

Este texto fue publicado originalmente en el periódico O Estado el 3 de marzo de 1946. Mário Baratta nació en Río de Janeiro (1914–83) y se mudó a Fortaleza en 1932 para convertirse “en un cearense de por vida”, pasando a ser una figura emblemática de la cultura local. Se articuló como crítico de arte, siendo figura vertebral para la fundación del Centro Cultural de Belas Artes en Fortaleza, entidad responsable de los primeros salones de arte como el Salão Cearense de Pintura (1941) y después el Salão de Abril (1943). Debido a problemas financieros en 1944, surge la SCAP (Sociedade Cearense de Artes Plásticas) para reactivar el Salão de Abril en 1946, evento creado para presentar artistas locales en diálogo con lo que se producía artísticamente en el Brasil de entonces, teniendo así un alcance nacional

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos de Mário Baratta: “Aldemir Martins e a pintura” (doc. no. 1110782); “Antonio Bandeira e a pintura” (doc. no. 1110781); “De como deve ser visto o binômio Clã-SCAP” (doc. no. 1111385); “Exposição cearense” (doc. no. 1111388); “Pincéis e violinos” (doc. no. 1110784); y “II Salão de Abril” (doc. no.1111387)].

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Comentarios críticos

Texto publicado originalmente no jornal O Estado, em 3 de março de 1946. O artista, crítico e historiador de arte, Mário Baratta nasceu no Rio de Janeiro (1914 - 1983) e veio para Fortaleza em 1932, para se "tornar" um cearense "para sempre", uma figura emblemática para a cultura local. Foi uma espécie de artista ideólogo dos movimentos artísticos ao escrever como crítico de arte para os jornais e atuar na fundação do Centro Cultural de Belas Artes. Esta entidade foi responsável pelos primeiros salões de arte na cidade, como o Salão Cearesense de Pintura, em 1941 e depois o Salão de Abril em 1943. Com o seu fim por motivos financeiros em 1944, surge a Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP) com a mesma finalidade e que vai reativar o Salão de Abril em 1946, evento que é um dos mais tradicionais no país na sua modalidade. Foi criado para possibilitar a apresentação dos artistas locais em diálogo com o que se produzia no país no seu formato de ambragência nacional.

 

b- Modernismo: arte e ideário

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Investigador
Equipe Brasil: Ricardo Resende
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Projeto Arte no Brasil