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  • Registro ICAA
    1110781
    TÍTULO
    Antonio Bandeira e a pintura
    NOTAS

    Publicado originalmente como:

    Baratta, Mário. Antonio Bandeira e a pintura. Clã, Fortaleza, n.11, dez. 1951.

    IN
    Arte Ceará : Mário Baratta : o líder da renovação. -- Fortaleza: Museu do Ceará; Sec da Cult. do Est do Ceará, 2004.
    DESCRIPCIÓN
    p. 85-88
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Baratta, Mário. Antonio Bandeira e a pintura. In Arte Ceará: Mário Baratta: o líder da renovação, 85-88. Fortaleza: Museu do Ceará; Sec da Cult. do Est do Ceará, 2004.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Bandeira, Antonio; Masson, André
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

El ensayo es un artículo del crítico de arte brasileño Mário Baratta sobre su visita al pintor Antonio Bandeira en el interior del estado de Ceará en 1951. En él, analiza su producción antes y después de su primera residencia en París (1946-50), propiciada por una beca del gobierno francés. En su opinión, Bandeira ya vivía “todos los problemas del arte moderno”. Su trabajo inicial lo marcan experiencias figurativas con ritmos armónicos de forma y color. Baratta compara su obra pictórica reciente con “la técnica” de Oskar Kokoschka, quien valoriza lo pictórico per se. Identifica en Bandeira un tipo de abstracción que “no elimina del todo la forma” y llega a hacer referencia a una visión aérea de lo urbano. Nota en la obra del brasileño influencias de Piet Mondrian, Wassily Kandinsky, Paul Klee y André Masson. Habría una sugerencia cinética en los cuadros de Bandeira, alusiva a un universo de cambio incesante.

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Resumen

O artigo do crítico de arte Mário Baratta registra a visita do pintor Antonio Bandeira ao interior do Ceará, em 1951, e analisa a sua produção antes e depois de sua primeira temporada em Paris, entre 1946 e 1950, com bolsa de estudo concedida pelo governo francês. Para o autor, Bandeira já vivia "todos os problemas da arte moderna" no início de seu trabalho, marcado, a seu ver, por experiências figurativas com ritmos e harmonias de formas e cores. Baratta compara as pinturas recentes do artista com a "técnica" do pintor austríaco Oskar Kokoschka, pela valorização dos elementos pictóricos, sem mais a "imitação das formas naturais" - embora identifique em Bandeira um abstracionismo que não "elimina integralmente a forma", e, sim, que guarda referências, por exemplo, da vista aérea de uma cidade. O autor nota, ainda, as influências de Piet Mondrian, Wassily Kandinsky, Paul Klee e André Masson na obra do brasileiro. Nesse sentido, Baratta reitera a sugestão de movimento nos quadros de Bandeira, alusivos, segundo ele, a um universo em constante metamorfose.

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Comentarios críticos

El texto de Mário Baratta pondera la producción pictórica de Antonio Bandeira, posterior al trabajo del pintor con el grupo Banbryols (formado en París por Camille Bryen y Wols entre 1949 y 1951). En este período, Bandeira orienta su hacer hacia una pintura gestual, el llamado “abstraccionismo informal” que incorpora manchas, líneas y formas de color (sin un dibujo previo) con pinceladas libres. Desde 1952 y de regreso a Fortaleza (capital del estado de Ceará), Bandeira intensifica la improvisación en su metodología (adopta goteos y dejos de tinta sobre el soporte). Al obtener el premio de pintura en la II Bienal de São Paulo (1953), Bandeira aprovecha para volver a Francia.

 

Mário Baratta nació en Río de Janeiro (1914–83) y se mudó a Fortaleza en 1932 para convertirse “en un cearense de por vida”, pasando a ser una figura emblemática de la cultura local. Se articuló como crítico de arte, siendo figura vertebral para la fundación del Centro Cultural de Belas Artes en Fortaleza, entidad responsable de los primeros salones de arte como el Salão Cearense de Pintura (1941) y después el Salão de Abril (1943). Debido a problemas financieros en 1944, surge la SCAP (Sociedade Cearense de Artes Plásticas) para reactivar el Salão de Abril en 1946, evento creado para presentar artistas locales en diálogo con lo que se producía artísticamente en el Brasil de entonces, teniendo así un alcance nacional.

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos de Mário Baratta: “Aldemir Martins e a pintura” (doc. no. 1110782); “Carta a Mario de Andrade” (doc. no. 1110783); “De como deve ser visto o binômio Clã-SCAP” (doc. no. 1111385); “Exposição cearense” (doc. no. 1111388); “Pincéis e violinos” (doc. no. 1110784); y “II Salão de Abril” (doc. no.1111387)].

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Comentarios críticos

O texto de Mário Baratta analisa, sobretudo, a produção de Antonio Bandeira posterior ao trabalho do pintor com o grupo Banbryols, formado em Paris, com Camille Bryes e Wols, entre 1949 e 1951. Neste período, Bandeira orienta a sua produção para uma pintura mais gestual, para o chamado "abstracionismo informal", em que incorpora manchas, linhas e formas coloridas, sem um desenho prévio, com notações livres de pincel. Em seguida, de volta a Fortaleza, a partir de 1952, o artista intensificaria a parcela de improviso em seus métodos, ao adotar o gotejamento e os respingos de tinta no suporte. Com o prêmio obtido na 2ª Bienal de São Paulo, em 1953, Bandeira retorna à França no ano seguinte.

 

h- Contribuições de artistas brasileiros ao abstracionismo

h- Tachismo ou abstração informal

j- Expatriados voluntários

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Projeto Arte no Brasil