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Resumen

Este texto de Gastão Cruls se estructura de la siguiente manera: Elementos básicos en desarrollo de las artes plásticas; Instrumental y material; Adornos corporales; Arte plumaria; Elementos auxiliares de adorno; Trenzados y tejidos; Trabajos de cuentitas de chaquira; Artefactos de tejido vegetal; Paneles decorativos; Máscaras rituales; Arte cerámica; Escultura; Habitación… Lo ilustran 21 fotografías en blanco y negro. Y se publicó, por primera vez, en una antología que organizó, en 1952, Rodrigo de Melo Franco de Andrade, uno de los mayores articuladores culturales de su generación.

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Resumen

O texto de Cruls assim se estrutura: Elementos básicos no desenvolvimento das artes plásticas. Instrumental e material. Adornos corporais. Arte plumária. Elementos subsidiários do adorno. Trançado e tecido. Trabalhos de miçanga. Artefatos de líber. Painéis decorativos. Máscaras de dança. Arte cerâmica. Escultura. Habitação. É ilustrado por 21 fotos em branco e preto. Este ensaio foi publicado pela primeira vez numa coletânea organizada por Rodrigo de Melo Franco de Andrade, um dos grandes agitadores culturais de sua geração, em 1952.

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Comentarios críticos

Trátase de un enfoque pionero como tentativa de sistematización del arte indígena brasileño, a pesar del espacio restricto a que se vio sometido cada participante del volumen. El autor, Gastão Cruls, médico de formación, viajó extensamente por la zona amazónica en la década de 1920 y posteriormente publicó novelas, cuentos y relatos de ese viaje; entre ellos, A Amazônia Misteriosa (1925) y A Amazônia que eu vi (1930). De dicha vivencia, nace su interés por el arte autóctono, no obstante que sus observaciones pongan en evidencia un incuestionable etnocentrismo en muchos pasajes de su texto, escasamente informado de la antropología existente en esa época. Por lo tanto, recurre a conceptos como “disfraces estrafalarios” y “fantasías en dominó” en lo referente a indumentarias y máscaras rituales; usa los términos “culto fetichista”, “tribus atrasadas”, “salvajes”, “salvajismo”, etcétera, los cuales comprometen el mérito inicial, e incluso innovador, de su trabajo.

 

[Sobre este tema, consúltese en el archivo digital ICAA de Darcy Ribeiro “Arte índia” (doc. no. 1110737), publicado en História geral da arte no Brasil (São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1983), volumen organizado por Walter Zanini].

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Comentarios críticos

Trata-se de uma abordagem pioneira, em que, pela primeira vez, houve uma tentativa de sistematização das artes dos indígenas brasileiros, ainda que no espaço bastante limitado a que cada autor da coletânea teve de submeter-se. O autor, Gastão Cruls, médico de formação, viajou extensamente pela Amazônia na década de 1920, publicou romances, contos e relatos de viagem (A Amazônia Misteriosa, A Amazônia que eu vi). Foi essa vivência que despertou seu interesse pelas artes indígenas, mas seu texto e suas observações evidenciam, em muitas passagens, o etnocentrismo do autor e pouca familiaridade com a antropologia de sua época. Assim, ele recorre a conceitos como "espafúrdios disfarces", "dominós fantasias", quando se refere à indumentária e a máscaras de dança, "culto fetichista", "tribos atrasadas", "selvagens", "asselvajamento", inteiramente superados, que comprometem o mérito deste trabalho inovador.

 

Ver também:

Arte índia. Darcy Ribeiro. In: Walter Zannini (org.). História geral da arte no Brasil

 

d2- arte indigena e visão antropológica

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Investigador
Equipe Brasil: Carlos Moura
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU/USP