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  • Registro ICAA
    1110679
    AUTOR
    Raghy, Luiz Sergio
    TÍTULO
    Viajou sem passaporte / Luiz Sergio Raghy
    IN
    Arte em revista (São Paulo). --  No.8 (Out. 1984)
    DESCRIPCIÓN
    p. 116-119
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Testimonios
    CITA BIBLIOGRAFICA
    RAGHY, Luiz Sergio. Viajou sem passaporte. Arte em revista, São Paulo, CEAC - Centro de Estudos de Arte Contemporânea, n.8, p.116-119, out. 1984.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    Dada, Nayyar Ali; Viajou Sem Passaporte
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Entrevista del escritor y actor Luiz Sérgio Raghy que concede, en 1979, al periódico alternativo Oras, Pombas!, sobre las actividades del grupo brasileño Viajou Sem Passaporte. Testimonio donde Raghy cuenta el origen escénico grupal y sus primeras experiencias teatrales (a partir de guiones mínimos), abiertas a la improvisación e, incluso, a la participación voluntaria del público. Raghy refiere la influencia decisiva ejercida por ciertos preceptos de índole surrealista y dadá con objeto de generar “un grupo de trabajo con creatividad” en vez de un pacato grupo de artistas. Todo ello era dado “en repudio” al valor otorgado a la obra de arte, siendo que la meta a seguir implicaba el generar “situaciones límite” que oscilan en los bordes entre lo que es y no es arte. Siendo así, al abandonar los códigos artísticos tradicionales, irrumpen las intervenciones callejeras procurando quebrar “la normalidad vigente”, aunadas a invasiones a otros espectáculos teatrales de compañías comerciales. En una de estas invasiones de palco —hechas adrede para desenmascarar el régimen naturalista de la representación teatral— los integrantes de Viajou Sem Passaporte llegaron a ser confundidos con grupos paramilitares como los CCC (Comando de Caça aos Comunistas), esto es, una organización ultraderechista formada por estudiantes e intelectuales, la cual, durante la dictadura militar en Brasil (1964–85), cumplía el papel de denunciar a las fuerzas represivas cualquier actividad considerada, por ellos, contraria a las directrices del gobierno de facto.

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Resumen

Entrevista concedida pelo escritor e ator Luiz Sergio Raghy para o jornal alternativo "Ora, Pombas!", em 1979, sobre as atividades do grupo Viajou Sem Passaporte. Neste depoimento, Raghy conta a origem cênica do grupo e as primeiras experiências com um teatro minimamente roteirizado, aberto a improvisações e à participação voluntária da platéia. Fala da influência decisiva de preceitos surrealistas e dadá para a idéia de constituir, em vez de um grupo de artistas, um "grupo de trabalho com a criatividade" - em "repúdio" ao valor dado à obra de arte e a fim de produzir "situações" que ficassem no limite entre o que é e o que não é arte. Assim, com o abandono dos códigos artísticos tradicionais, surgiram as intervenções realizadas nas ruas, para quebrar a "normalidade vigente", e as invasões a espetáculos de teatro de outras companhias. Numa destas invasões de palco, feitas para desmascarar o regime naturalista da representação teatral, os componentes do Viajou Sem Passaporte chegaram a ser confundidos com integrantes do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), organização formada por estudantes e intelectuais de direita que, durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985), denunciavam ao aparelho de repressão oficial as atividades consideradas contrárias ao governo.

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Comentarios críticos

Tras la disolución de la compañía teatral MOVE, se crea en São Paulo un grupo experimental de alumnos de la ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) cuya propuesta básica era la intervención en presentaciones escénicas, llegando a intervenir, incluso, en el cotidiano callejero de la ciudad. Esta actividad fue desarrollada entre los años de 1979 y 1982 por el grupo Viajou Sem Passaporte al lado de otros grupos con propuestas similares, tales como 3Nós3, Manga Rosa y Tupi Não Dá, todos ellos interesados en la ampliación de metas artísticas más allá de los géneros convencionales, de los espacios institucionales y de la propia búsqueda de lenguajes capaces de romper con las categorías convencionales tanto del arte como del propio teatro. Los integrantes del grupo Viajou Sem Passaporte fueron: Beatriz Caldano, Celso Santiago, Carlos Alberto Gordon, Marli de Souza, Márcia Meirelles, Marilda Carvalho, Roberto Mello y el propio Raghy.

 

[Respecto al grupo 3NÓS3, están accesibles en el archivo digital ICAA los siguientes textos: de Mario Ramiro “Zona de Tensão” (doc. no. 1111240) y “Ninguém mais sai” (doc. no. 1111134); y de Hudinilson Jr., Mario Ramiro y Rafael França “3NÓS3 / Interversão urbana” (doc. no. 1110667)].

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Comentarios críticos

Criado em São Paulo, após a dissolução da companhia de teatro MOVE, o Viajou Sem Passaporte se constituiu como um grupo experimental formado por alunos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo cuja proposta era intervir em apresentações cênicas e no cotidiano da cidade. Esta atuação, desenvolvida entre 1979 e 1982, localiza o Viajou Sem Passaporte ao lado de outros grupos, como o 3Nós3, o Manga Rosa e o Tupi Não Dá, interessados na expansão de seus respectivos campos de atividade para além dos espaços institucionais e na procura por linguagens capazes de romper com as categorias tradicionais da arte e do teatro. Compunham o Viajou Sem Passaporte Beatriz Caldano, Celso Santiago, Carlos Alberto Gordon, Marli de Souza, Márcia Meirelles, Marilda Carvalho, Roberto Mello e Luiz Sergio Raghy.

 

Ver também: "3NÓS3/ Interversão urbana", Hudinilson Jr., Mario Ramiro e Rafael França
"Out-arte", Stella Teixeira de Barros

 

e-  Arte e espaço urbano

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Investigador
Equipe Brasil: José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP