Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

www.mfah.org Home

IcaadocsArchive

Document first page thumbnail
  • Registro ICAA
    1110675
    TÍTULO
    Arte na rua / Aracy Amaral
    IMPRENTA
    São Paulo, Brasil : CEAC - Centro de Estudos de Arte Contemporânea, out. 1984
    DESCRIPCIÓN
    p. 56- 58 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de revista – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Amaral, Aracy. "Arte na rua." Arte em revista (São Paulo, Brazil), no. 8 (October 1984): 56- 58.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

Siendo la directora del MAC-USP (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo), Aracy Amaral pondera los resultados de la primera edición del proyecto Arte na Rua [Arte en la calle], concebido por las artistas Ana Maria Tavares y Mônica Nador, llevado a cabo en 1983 por el propio MAC-USP. El evento constaba de una instalación de 75 anuncios de calle hechos por artistas de “todo Brasil”, para ser expuestos dos semanas. En su texto, Amaral se pregunta sobre la posibilidad de que el arte alcance un público mayor que aquel que frecuenta galerías y museos, cuestionando la capacidad del artista para comunicarse sin hacer concesiones en calidad de producción ante un público “no iniciado” en las artes plásticas. Respecto a las obras propuestas por los participantes, Amaral es de la opinión de que, entre otras cosas, hay un recurrir constante a la expresión verbal debido al “contagio del mensaje de publicidad”; se nota lo “inadecuado” que son las imágenes abstractas y gestuales encajadas en ese formato de anuncio al aire libre; destaca la negativa de Luiz Paulo Baravelli para participar del proyecto por no estar de acuerdo en cómo se abordó el acercamiento al público. A juicio de Amaral, Baravelli había enviado una carta a los organizadores del evento donde subrayaba los problemas relativos a la idea de “un arte para el pueblo”.

Leia esta sinopse em português
Resumen

A crítica e historiadora da arte Aracy Amaral avalia, como diretora do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), os resultados da primeira edição do projeto "Arte na Rua", idealizado pelas artistas Ana Maria Tavares e Mônica Nador, e realizado pelo MAC-USP, em 1983. O evento consistiu na instalação de 75 outdoors concebidos por artistas de "todo o Brasil" e expostos na cidade durante 15 dias. Neste texto, a autora se pergunta sobre a possibilidade de a arte alcançar um público mais amplo do que o freqüentador de galerias e museus; sobre a capacidade de o artista se comunicar, sem concessões na qualidade de sua produção, com um público "não-iniciado" em artes plásticas. A respeito dos trabalhos propostos pelos artistas participantes, Amaral comenta, entre outras coisas, a recorrência da expressão verbal, por "contágio da mensagem publicitária"; a "inadequação" das imagens abstratas ou gestuais para o formato de outdoors; e a recusa de Luiz Carlos Baravelli em participar do projeto, por ver dificuldades na abordagem do público, segundo a autora – na verdade, Baravelli enviara uma carta aos organizadores do evento, em que destacava os problemas relacionados à idéia de uma "arte para o povo".

Vuelva a la sinopsis en español
Comentarios críticos

El artículo de la crítica e historiadora del arte Aracy Amaral (n. 1930) aparece ilustrado con algunos de los carteles al aire libre que se instalaron en la ciudad de São Paulo, en función de la primera versión del proyecto Arte na Rua [Arte en la calle]. Las páginas muestran diversas propuestas, desde la propia impulsora del evento, Ana Maria Tavares (n. 1958), y los artistas Claudio Tozzi, Regina Silveira, Arlindo Daibert, Tomie Ohtake, Rubens Gerchman, Guto Lacaz, Boi, Ivald Granato, Lenora de Barros y de los grupos Manga Rosa y Tupi Não Dá. En opinión de Amaral, las iniciativas de este cuño son “positivas”, ya que permiten que los artistas vuelvan a plantearse “lo visual” en el cierne urbano, a pesar de la duración efímera de dichas transformaciones en el ambiente citadino.

 

Aracy Amaral posee una amplia trayectoria administrativa, y tanto académica como de práctica curatorial. Ha sido directora de la Pinacoteca do Estado de São Paulo (1975?79) y del MAC-USP (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, 1982?86), posteriormente. En la actualidad es profesora-titular de Historia del Arte en la FAU-USP. Es la autora de innumerables libros en torno al arte brasileño; entre ellos, Tarsila sua obra e seu tempo (São Paulo: Editora 34/EDUSP, 2010); Textos do Trópico de Capricórnio — artigos e ensaios (1980?2005) en tres volúmenes (São Paulo: Editora 34, 2006); Arte para quê? A preocupação social na arte brasileira 1930?1970 (São Paulo: Nobel, 2003); y Artes plásticas na Semana de 22 (São Paulo: Perspectiva, 1970).

Leia este comentário crítico em português
Comentarios críticos

O artigo da crítica e historiadora da arte Aracy Amaral é ilustrado por alguns dos outdoors instalados na cidade de São Paulo, por ocasião da primeira edição do projeto "Arte na Rua", organizado pelo MAC-USP, em 1983. As páginas reproduzem as propostas de Ana Maria Tavares, Claudio Tozzi, Regina Silveira, Arlindo Daibert, Tomie Ohtake, Rubens Gerchman, Guto Lacaz, Boi, Ivald Granato, Lenora de Barros e dos grupos Manga Rosa e Tupi Não Dá. Para a autora do texto, iniciativas como esta são "positivas" por permitir a artistas que repensem o "visual" das cidades, apesar da duração efêmera dessas transformações na paisagem urbana.

 

e-  Arte e espaço urbano

Vuelva al comentario crítico en español
Investigador
José Augusto Ribeiro
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Courtesy of personal archives of Aracy A. Amaral, São Paulo, Brazil
Localización
Serviço de Biblioteca e Documentação ECA/USP