Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1110570
    TÍTULO
    Lívio Abramo : a obra
    IN
    A Gravura Brasileira Contemporânea / José Roberto Teixeira Leite. --- Rio de Janeiro, Brasil : Artes Gráficas Gomes de Almeida, 1965
    DESCRIPCIÓN
    p. 22- 25 : ill.
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Leite, José Roberto Teixeira. "Lívio Abramo: A obra." In A Gravura Brasileira Contemporânea, 22- 25. Rio de Janeiro, Brazil: Artes Gráficas Gomes de Almeida, 1965.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
Resumen

El autor analiza la obra de Lívio Abramo, situándola en el triángulo responsable de la supuesta introducción del grabado brasileño en medio del Modernismo brasileño, al lado de Oswaldo Goeldi y Lasar Segall. Se plantea la obra de este artista a partir de sus experiencias iniciales con xilograbado (1926-28); esto incluye sus trabajos en linóleo (más dúctil con el dibujo ante el acto de grabar), lo cual lleva al autor a dedicarse específicamente al dibujo y la pintura, poniendo de lado la producción de grabado en ciertos años. Quien escribe (el crítico de arte Teixeira Leite) retoma el asunto a inicios de los treinta, penetrando en el tema paisajístico de los suburbios de la ciudad de São Paulo y asuntos ligados a un compromiso sociopolítico. Lo más notable de esta fase es la serie Espanha (1935-38) —bajo el trasfondo de la Guerra Civil Española— hecha muy lejos de los acontecimientos que graba, aunque se salva gracias a su “fuerza expresiva”. Lívio se mantiene vinculado a un “tema” aún si consideramos la transfiguración de la forma que opera en la materia grabada. A juicio de Teixeira, del “Lívio ilustrador” destaca el “acompañamiento gráfico de las situaciones literarias” en la obra Pelo Sertão (por la región desértica brasileña) de Afonso Arinos; hay en él un Abramo “no figurativo” que abarcará series que siguen; entre ellas, Rio (1950) y Festa (1954). Según el autor, en esta última, el artista adquiere su “punto máximo” debido al equilibrio entre figura y lo no figurativo. Hacia 1957, Abramo inicia la fase de grabados sobre el Paraguay en la cual fija, detenidamente, lo sugerido por los “ñandutí” de este país, que son tejidos artesanales de elaboradísimos encajes a modo de telas de araña (“ñandú” es araña en lengua guaraní).

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Resumen

Situando Lívio Abramo na tríade responsável pela suposta introdução da gravura brasileira no modernismo, junto a Oswaldo Goeldi e Lasar Segall, o autor analisa a obra do artista desde as primeiras experiências com a xilogravura, nos anos de 1926 e 1928, incluindo as manipulações do linóleo (mais permissivo em relação ao desenho no ato da gravação), o que o leva a abraçar o desenho, especificamente, e a pintura, perdendo-se da gravura durante alguns anos. Retorna a ela por volta do início dos anos 30, explorando a temática e a paisagem dos subúrbios paulistanos, além de assuntos ligados ao engajamento político-social. Notável desta fase é a série "Espanha", que se inicia em 1935 e conclui-se em 1938, e mesmo depois, longe dos acontecimentos que denunciara, mantém-se íntegra graças à sua "força expressiva". Distante, portanto, de abordagem por "adynatons" em Goeldi, Lívio mantém-se ligado ao "tema", mesmo considerando-se a transfiguração da forma operante na matéria gravada. Segundo José Roberto, de "Lívio ilustrador" ressalta-se o que ilustra "Pelo Sertão", de Afonso Arinos, na contingência da "interpretação gráfica das situações literárias", em que se perfila já algo do "não-figurativismo" que compreenderá as séries gráficas seguintes, tais como "Rio", de 1950, e "Festa", iniciada em 1954. Nesta, segundo o autor, Lívio atinge o "ponto extremo", com o equilíbrio entre figurativismo e não-figurativismo. Em 1957 inicia-se a fase de gravuras do Paraguai na qual contempla, com a experiência adquirida anteriormente no Brasil, os "nândutis" daquele país.

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Comentarios críticos

El periodista y profesor brasileño José Roberto Teixeira Leite (n. 1930) es también crítico de arte. Fue catedrático del Instituto de Belas Artes, vinculado a la UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Nombrado por el presidente Jânio Quadros, fue director del Museu Nacional de Belas Artes en Brasilia (1961-64). Entre sus libros principales destacan A pintura no Brasil holandês, Arte brasileira dos séculos XIX e XX na Coleção Bovespa y el que concierne a este documento, A gravura brasileira contemporânea.

El texto sobre la obra en grabado de “Lívio Abramo” enfoca la producción gráfica que se desarrolla en Brasil desde lo que el autor denomina su “protohistória” (1802-1908). A su juicio, en seguida da inicio a la “fase histórica” en la cual se destaca la obra de Carlos Oswald, Raimundo Cela, Oswaldo Goeldi, Lasar Segall, además del propio Abramo, entre otros. La periodización del grabado que establece Teixeira Leite para el Brasil se extiende, incluso, a los que el autor llama períodos de “afirmación” (1945-55) y de “fastígio” o apogeo (1955-65).

Al respecto del mismo artista-grabador, hay una entrevista concedida por Lívio Abramo a la historiadora Vera d’Horta Beccari, realizada en ocasión de la muestra de sus xilograbados, y que se publicó bajo el título de “A busca de uma nova linguagem para a gravura” [véase doc. no. 1110571].

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Comentarios críticos

O texto sobre Lívio Abramo pertence ao livro do crítico de arte José Roberto Teixeira Leite sobre a gravura brasileira, abordando a produção gráfica desenvolvida no Brasil desde sua "proto-história", entre 1802 e 1908, de acordo com o autor. Em seguida teria início a "fase heróica" (1908-1945), demarcada pela produção de gravadores como Carlos Oswald, Raimundo Cela, Oswaldo Goeldi, Lasar Segall, além de Abramo, entre outros. A periodização da gravura no Brasil feita por Teixeira Leite se estende, ainda, aos períodos de "afirmação" (1945-1955) e "fastígio" (1955-1965).

h- Abstração e expressão

i- A moderna gravura brasileira (ação individual e círculo de gravadores)

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Investigador
Luiz Armando Bagolin
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
Reproduced with permission of the author, São Paulo, Brazil
Localización
Acervo Pessoal Luiz Armando Bagolin