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  • Registro ICAA
    1110544
    AUTOR
    Mestre Didi
    TÍTULO
    Por que Oxalá usa ekodidé
    IMPRENTA
    Salvador, Brasil : Fundação Cultural do Estado da Bahia; Cavalareio da Lua, 1982
    IDIOMAS
    Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Libro/Folleto – Cuento
    CITA BIBLIOGRAFICA
    SANTOS, Deoscóredes M. dos [Didi]; BRAGA, Lenio (ilus.). Por que Oxalá usa ekodidé. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia; Cavalareio da Lua, 1982. 23p.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
    OTROS AUTORES
    Braga, Lênio (1931 - 1973)
Categorías Editoriales [?]
Resumen

El autor de este cuento es el escultor afrobrasileño Deoscóredes Maximiliano dos Santos, alias Mestre Didi. Relata una leyenda perteneciente al universo mítico del candomblé (culto bastante difundido en Brasil de origen africano). Trata sobre los problemas vividos por una devota de Oxalá (la deidad máxima del panteón yoruba, dios de la creación). Siendo víctima de las intrigas y hechizos de tres mujeres envidiosas, esta servidora de Oxalá es expulsada del culto. Gracias al auxilio que le brinda Oxum (deidad de la fertilidad femenina), se reintegra a su devoción de servidora de Oxalá. Por otra parte y como colación del cuento, Ekodidé es una guacamaya de la fauna de Nigeria con cuyas plumas rojas Oxum purificó a la mujer perseguida; en función de ello, Oxalá usa la pluma roja de Ekodidé.

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Resumen

Conto de autoria do escultor afro-descendente Deoscóredes Maximiliano dos Santos, conhecido como Mestre Didi. Relata uma lenda pertencente ao universo mítico do Candomblé, religião brasileira de origens africanas. Trata das desventuras por que passou uma fiel servidora de Oxalá, divindade da criação. Vítima das intrigas e feitiços de três mulheres invejosas, a servidora é expulsa da presença de Oxalá. Graças à proteção de Oxum, divindade da fertilidade da mulher, ela é reabilitada e reintegrada ao seu cargo de atendente de Oxalá. Ekodidé se refere a um papagaio da fauna da Nigéria, com cujas plumas vermelhas a divindade Oxum purificou a mulher perseguida. Como reparação à injustiça cometida, Oxalá passa a usar a pena do Ekodidé.

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Comentarios críticos

Leyenda donde se reúne el amplio universo mitológico del candomblé, temática siempre presente en la obra del escultor afrobrasileño Mestre Didi. Iniciado en ese culto desde los ocho años, el artista ascendió a la alta jerarquía del culto religioso. Desde la infancia, fue guardando los objetos rituales que moldeaba, los cuales, con el paso del tiempo, se convirtieron en esculturas. Mestre Didi participó de exposiciones individuales y colectivas tanto en Brasil como en la propia África, Europa y América. Mediante la publicación de libros de cuentos (editados en Brasil y posteriormente traducidos al francés y al español), Mestre Didi se empeñó en la difusión de mitos y leyendas que revelan la cosmogonía y cosmovisión del candomblé.

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Comentarios críticos

O documento apresenta uma lenda que integra o amplo universo mitológico do Candomblé presente na obra do escultor afro-descendente Mestre Didi. O artista foi iniciado nessa religião aos 8 anos de idade e ascendeu a elevados postos na hierarquia do Candomblé. Desde a infância, criava objetos rituais que, aos poucos, foi transformando em elaboradas esculturas. Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e em países africanos, europeus e americanos. Empenhou-se em divulgar o rico repertório de mitos e lendas que revelam a cosmogonia e a cosmovisão do Candomblé, mediante a publicação de vários livros de contos, editados no Brasil e alguns traduzidos ao espanhol e ao francês.

Ver também: SANTOS, Juana Elbein dos. Mestre Didi.  Poesia mítica e contemporaneidade. Salvador: Éditions Revue Noire, 1997.
SANTOS, Juana Elbein dos. Salvador: Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil, 1997.

d1- Arte e religiosidade

d1- Destaque para artistas afro-brasileiros genuínos

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Investigador
Equipe Brasil: Carlos Moura; Heloisa Espada (colab.)
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Museu AfroBrasil. São Paulo