Documents of 20th-century Latin American and Latino Art

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  • Registro ICAA
    1110537
    TÍTULO
    [O autor das vinte e sete esculturas representando os...] / Jorge Amado
    IN
    Carybé. -- São Paulo, Brasil : Raízes Artes Gráficas, 1979
    DESCRIPCIÓN
    p. 6- 10
    IDIOMAS
    inglés; Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Amado, Jorge. "[O autor das vinte e sete esculturas representando os...]." In Carybé, 6-10. São Paulo, Brazil: Raízes Artes Gráficas, 1979.
    DESCRIPTORES NOMBRES
    DESCRIPTORES GEOGRÁFICOS
    OTROS AUTORES
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Libro sobre los paneles de madera esculpidos por el artista plástico argentino radicado en el Brasil, Carybé. Los relieves representan a los orixás (deidades masculinas, feminas y neutras del rito afrobrasileño) del candomblé. En un texto introductorio, Waldeloir Rego, el artista de ancestros afros, informa que cada panel retrata un dios con sus insignias, animales sagrados sacrificados en los templos, objetos y símbolos religiosos, amén de los detalles sobre la vastísima indumentaria de los orixás. Quien presenta el volumen es el conocido escritor Jorge Amado y destaca la vivencia de Carybé, radicado durante décadas enteras en el estado de Bahía, así como su asiduo desarrollo en el ritual del candomblé. Amado es autor de los textos explicativos sobre las diversas divinidades representadas en las obras. El libro cuenta con croquis de Carybé, los cuales registran el proceso creativo cubierto por cada panel, además de un glosario sobre aquella religiosidad y diversas manifestaciones de la cultura popular de Bahía.

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Resumen

Livro sobre os painéis de madeira de autoria do artista plástico argentino Hector Bernarbó, conhecido como Carybé. Os relevos representam os orixás, deuses do Candomblé, religião brasileira de origens africanas. O artista plástico afro-descendente Waldeloir Rego, num texto de introdução, informa que cada painel retrata um deus com suas insígnias, animais sagrados sacrificados nos templos, objetos e símbolos religiosos e detalhes da indumentária dos orixás. O escritor Jorge Amado apresenta o livro, destacando a vivência de Carybé no estado da Bahia, bem como seu envolvimento com o Candomblé. Jorge Amado também é autor dos textos explicativos sobre as divindades representadas nas obras. O livro contém esboços de Carybé registrando o processo de criação de cada painel e um glossário sobre a religiosidade e manifestações da cultura popular baiana.

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Comentarios críticos

El documento registra, por primera vez, la producción escultórica del artista plástico argentino Hector Julio Páride Bernarbó (1911–97), alias Carybé. Junto al escultor Mário Cravo Jr., Carybé es uno de los pocos artistas inmersos en la representación de la cosmogonía religiosa del candomblé, por medio de un lenguaje tridimensional. Sobre todo, Carybé descolla por su obra gráfica y pictórica volcada hacia el registro de múltiples aspectos de la cultura popular en el estado de Bahía. Iniciado en los rituales del candomblé, sus dibujos llaman la atención por sus pormenores iconográficos que indican un profundo conocimiento in loco de dicha religión afrobrasileña. Los 27 paneles de madera se realizaron para el Banco da Bahia (sucursal São Paulo) siendo donados, posteriormente, al Museu Afro Brasileiro da Bahia. Son de madera de cedro, tallas con incrustaciones de oro, plata, cauris (conchas de bivalvos), cobre, latón, vidrio y fierro. 

 

[Como lectura complementaria, véanse en el archivo digital ICAA los siguientes textos: de Raul Lody “Coleção Arthur Ramos” (doc. no. 1110525); “Coleção culto afro-brasileiro: um documento do candomblé na cidade do Salvador” (doc. no. 1110527); “Coleção culto afro-brasileiro: um testemunho do Xangô pernambucano” (doc. no. 1110526); “Dezoito esculturas antropomorfas de orixás” (doc. no. 1110529); “Símbolo do mando” (doc. no. 1110531); y “Yorubá: um estudo etno-tecnológico de 50 peças da coleção arte africana do Museu Nacional de Belas-Artes” (doc. no. 1110532). Además, puede consultar de Abelardo Duarte “Catálogo ilustrado da Coleção Perseverança” (doc. no. 1110522); de Carlos Eugênio Marcondes de Moura “Religiosidade africana no Brasil; Arte afro-brasilidade” (doc. no. 1110519); de Maria Lúcia Montes “Cosmologias e altares” (doc. no. 1110528); de Luiz Felipe de Alencastro “Geopolítica da mestiçagem” (doc. no. 1111371); del Museu Histórico Nacional “Para nunca esquecer. Negras memórias. Memórias de negros” (doc. no. 1110530); de Jocélio Teles dos Santos “Catálogo do Museu Afro Brasileiro = Catalogue of the Afro-Brazilian Museum” (doc. no. 1110521); de Vagner Gonçalves da Silva “Arte religiosa afro-brasileira. As múltiplas estéticas da devoção brasileira” (doc. no. 1110520); de Oneyda Alvarenga “Catálogo ilustrado do Museu Folclórico” (doc. no. 1110523); y de Rita Amaral “A coleção etnográfica de cultura religiosa afro-brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo” (doc. no. 1110533)].

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Comentarios críticos

O documento registra, pela primeira vez, a produção escultórica do artista plástico argentino Hector Bernarbó, conhecido como Carybé. Junto do artista Mário Cravo Júnior, Carybé é um dos poucos a representar o universo religioso do Candomblé - religião brasileira de matrizes africanas - por meio de uma linguagem tridimensional. Carybé destaca-se, sobretudo, por sua obra gráfica e pictórica voltada para o registro de múltiplos aspectos da cultura popular do estado da Bahia. Sendo um iniciado no Candomblé, seus desenhos chamam a atenção pelo detalhamento iconográfico, denotando um profundo conhecimento dessa religião. Os 27 painéis em madeira foram realizados para o Banco da Bahia e, posteriormente, doados ao Museu Afro Brasileiro da Bahia. São de madeira de cedro entalhada, com incrustações de ouro, prata, búzios, cobre, latão, vidro e ferro. Essas obras traduzem em pormenores particularidades do culto aos orixás, como são denominadas as divindades do Candomblé.

Ver também: CARYBÉ et all. Iconografia dos deuses africanos no candomblé da Bahia. São Paulo: Raízes Artes Gráficas, 1981.

d1- Adesões à cosmogonia negra ou ao estudo da cosmogonia negra

d1- Arte e religiosidade

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Investigador
Carlos Moura; Heloisa Espada, collaborator
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Localización
Acervo Pessoal Carlos Eugênio Marcondes de Moura