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  • Registro ICAA
    1110524
    AUTOR
    Salum, Marta Heloísa Leuba
    TÍTULO
    Cem anos de arte afro-brasileira = One hundred years of Afro-Brazilian art / Marta Heloísa Leuba Salum
    IN
    Arte afro-brasileira. -- São Paulo : Associação Brasil 500 Anos Arte Visual: Fundação Bienal de São Paulo, 2000
    DESCRIPCIÓN
    p. 112-121
    IDIOMAS
    inglés; Portugués
    TIPO Y GÉNERO
    Artículo de libro/folleto – Ensayos
    CITA BIBLIOGRAFICA
    Salum, Marta Heloísa Leuba. Cem anos de arte afro-brasileira = One hundred years of Afro-Brazilian art. In: NEYT, François; Vanderhaeghe, Catherine; Munanga, Kabengele; Salum, Marta Heloísa Leuba. Arte afro-brasileira. São Paulo: Associação Brasil 500 Anos Arte Visual: Fundação Bienal de São Paulo, 2000. p.112-121.
    DESCRIPTORES DE TÓPICO
Categorías Editoriales [?]
Resumen

Texto sobre el concepto que implica el “arte afro-brasileño”. La antropóloga Marta Heloísa Leuba Salum se refiere con él a un territorio abstracto, en el cual comulgan a través del universo imaginario África y Brasil. Se pone énfasis en que, antes que nada, el arte afrobrasileño es contemporáneo, ya que fue adquiriendo nombre sólo en el siglo XX cuando pasa a ser reconocido como una manifestación tanto visual como plástica, el cual, por un lado, retoma la estética y la propia religiosidad africanas y, por el otro, recupera los escenarios socioculturales de cuño negro en Brasil. Trátase de la cultura material de los segmentos negros brasileños, de las obras representativas de la cultura popular de origen africano y de las relecturas del arte africano tradicional hechas en Brasil. La antropóloga establece vínculos entre los pintores Heitor dos Prazeres y Pedro Paulo Leal; los escultores Mestre Didi, Agnaldo dos Santos y Emanoel Araújo; los artistas plásticos Rubem Valentim y Niobe Xandó, los cuales crean un lenguaje que se basa en simbolismos gráficos; al mismo tiempo que relaciona la obra (vía instalaciones) de Rosana Paulino y Ronaldo Rego.

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Resumen

Texto sobre o conceito de arte afro-brasileira. A antropóloga Marta Heloísa Leuba Salum se refere a um território abstrato, no qual se unem, pelo imaginário, África e Brasil. Enfatiza que a arte afro-brasileira é, antes de mais nada, contemporânea. Ganhou nome no século XX e passou a ser reconhecida como toda manifestação plástica e visual que retome, de um lado, a estética e a religiosidade africanas tradicionais, e, de outro, os cenários socioculturais do negro no Brasil. Trata-se da cultura material dos segmentos negros no Brasil, das obras representativas da cultura popular de origem africana e das releituras da arte africana tradicional. Salum faz aproximações entre os pintores Heitor dos Prazeres e Pedro Paulo Leal; os escultores Mestre Didi, Agnaldo dos Santos e Emanoel Araújo; os artistas plásticos Rubem Valentim e Niobe Xandó, que criam uma linguagem baseada em simbolismos gráficos; Rosana Paulino e Ronaldo Rego, com instalações.

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Comentarios críticos

El presente documento es una profunda indagación de cómo se fue construyendo el concepto de “arte afrobrasileño” a todo lo largo del siglo XX. El mencionado texto forma parte del catálogo Arte afro-brasileira, que acompañó la muestra bajo el mismo título sobre los diversos aspectos de la presencia africana en tierras brasileñas, parte integral de una serie de muestras realizadas en la ciudad de São Paulo con motivo de la celebración del Quinto Centenario del Descubrimiento del Brasil. En dicho evento se abarcaron desde culturas precoloniales hasta las de la actualidad. El mencionado catálogo Arte afro-brasileira consta, además del texto de Leuba Salum, de escritos de los curadores belgas François Neyt y Catherine Vanderhaeghe, así como del otro curador del segmento brasileño, el antropólogo Kabengele Munanga.

 

El antropólogo y especialista en religiones afrobrasileñas Raul Lody (n. 1952) publicó varios estudios sobre el asunto; entre ellos, Vinte e um bastões cerimoniais [21 cetros ceremoniales] (Río de Janeiro: Museu Nacional, 1990); “Dezoito esculturas antropomorfas de orixás” [véase doc. no. 1110529]; y otros más enfocados en esa temática como “Yorubá: um estudo etno-tecnológico de 50 peças da coleção arte africana do Museu Nacional de Belas-Artes” [doc. no. 1110532]; y “Coleção Arthur Ramos” [doc. no. 1110525].

 

Otros textos y estudios publicados al respecto por destacados especialistas e integrados ya al archivo digital del ICAA incluyen: Catálogo ilustrado do Museu Folclórico, de Oneyda Alvarenga [doc. no. 1110523]; Cosmologias e altares, de Maria Lúcia Montes [doc. no. 1110528]; Para nunca esquecer. Negras memórias. Memórias de negros, publicado por el Museu Histórico Nacional [doc. no. 1110530]; y Catálogo do Museu Afro Brasileiro, de Jocélio Teles dos Santos [doc. no. 1110521].

 

Hay algunas lecturas complementarias al presente documento como Arte e religiosidade afro-brasileira, de Vagner Gonçalves da Silva (São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 2008); el texto del médico y etnólogo [Raimundo] Nina Rodrigues (1862?1906), titulado “As bellas-artes nos colonos pretos do Brazil: a esculptura” [doc. no. 1110427], donde se aborda la presencia de las esculturas provenientes de África o producida por esclavos africanos y sus descendientes en el Brasil; otra es “Religiosidade africana no Brasil; Arte afro-brasilidade” [doc. no. 1110519], escrita conjuntamente por el sociólogo Marcondes de Moura y por el artista Emanoel de Araújo; y, finalmente, un “Esboço histórico: o elemento negro nas artes plásticas” [doc. no. 1110463], del antropólogo Marianno Carneiro da Cunha.

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Comentarios críticos

O documento indaga como o conceito de arte afro-brasileira foi sendo historicamente construído ao longo do século XX. O texto integra o catálogo Arte afro-brasileira, que acompanhou a exposição de mesmo título, sobre diversos aspectos da presença africana no Brasil. Essa mostra fez parte da série de exposições realizadas na cidade de São Paulo por ocasião das comemorações do 5o centenário do descobrimento do Brasil. O evento abrangeu desde as culturas pré-coloniais até a contemporaneidade. O catálogo Arte afro-brasileira inclui textos dos curadores belgas François Neyt e Catherine Vanderhaeghe e dos curadores do segmento brasileiro da exposição, os antropólogos Kabengele Munanga e Marta Heloísa Leuba Salum.

Ver também:
1. LODY, Raul. Vinte e um bastões cerimoniais. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 1990.
2. LODY, Raul. Dezoito esculturas antropomorfas de orixás. Rio de Janeiro: Ministério da Cultura, Funarte, Instituto Nacional do Folclore, [1987?].
3. LODY, Raul. Coleção Culto Afro-Brasileiro: um documento do Candomblé na cidade do Salvador. Salvador, Rio de Janeiro: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Ministério da Cultura, Funarte/ Instituto Nacional do Folclore, 1985.
4. LODY, Raul. Coleção culto afro-brasileiro.  Um testemunho do Xangô pernambucano. Recife: Museu do Estado de Pernambuco, 1983.
5. LODY, Raul. Yorubá.  Um estudo etno-tecnológico de 50 peças da Coleção Arte-Africana do Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Ministério da Cultura, Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Fundação Nacional Pró-Memória, Museu Nacional de Belas Artes, 1985.
6. LODY, Raul. Coleção Arthur Ramos. Rio de Janeiro, Fortaleza: Funarte/ Instituto Nacional do Folclore, Universidade Federal do Ceará, 1987.
7. DUARTE, Abelardo. Catálogo ilustrado da Coleção Perseverança. Maceió: Departamento de Assuntos Culturais, Senec, 1974.
8. ALVARENGA, Oneyda. Catálogo ilustrado do Museu Folclórico. São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo,  Secretaria de Educação e Cultura,  Departamento de Cultura,  Divisão de Expansão Cultural,  Discoteca Pública Municipal, 1950.
9. MOURA, Carlos Eugênio Marcondes de & ARAÚJO, Emanoel. Arte e religiosidade afro-brasileira.  São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1994.
10. MONTES, Maria Lúcia. Cosmologias e altares. São Paulo: Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1997.
11. MUNANGA, Kabengele. Arte afro-brasileira: o que é afinal? São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 2000.
12. MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. Para nunca esquecer. Negras memórias. Memórias de negros. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2002.
13. SANTOS, Jocélio Teles dos. Catálogo do Museu Afro Brasileiro. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia, 2004.
14. SILVA, Vagner Gonçalves da. Arte e religiosidade afro-brasileira. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,  2008.

d1- A questão africana na arte contemporânea

d1- Arte e religiosidade

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Investigador
Equipe Brasil: Carlos Moura
Equipo
FAPESP, São Paulo, Brasil
Crédito
From Marta Heloísa Leuba Salum. Arquivo Histórico Wanda Svevo /Fundação Bienal de São Paulo
Localización
Biblioteca Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP / Pós-graduação